Autor Tópico: Os 3 relatos de experiência de quase-morte mais intrigantes  (Lida 413 vezes)

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Offline Neferus

Os 3 relatos de experiência de quase-morte mais intrigantes
« em: Abril 03, 2017, 02:47:33 pm »
Em várias culturas e religiões, há registros de pessoas que estiveram à beira da morte (ou foram até dadas como mortas por alguns minutos) e que, após se recuperarem, relataram coisas que intrigam e chocam até os mais céticos dos cientistas. São as chamadas Experiências de quase-morte (EQM), um fenômeno em que, por alguns momentos, o indivíduo fica entre o mundo material e o espiritual, retornando ao seu corpo de origem logo depois.

Esse fenômeno ‘extra-corpóreo’ ocorre geralmente em casos de cirurgias muito delicadas em que o paciente fica vivo “por um fio”, ou é considerado oficialmente morto por alguns instantes em que o coração para de bater. Ao recobrar a consciência, a pessoa é capaz de descrever com clareza e precisão tudo o que se passou ao seu redor enquanto a cirurgia era realizada (uma vez que este estava totalmente anestesiado e inconsciente), ou pode contar detalhes totalmente impressionantes de sensações e imagens do mundo “do outro lado”.

O Ultra Curioso separou para você os 3 relatos de experiência de quase-morte mais intrigantes e famosos. Pessoas que contam com total convicção que chegaram na linha tênue entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos.


O paciente que chocou toda uma equipe médica em um hospital holandês

Este é o resumo de artigo publicado pelo Dr. Pim van Lommel e colaboradores na revista Lancet (Lancet 2001; 358: 2039–45). O artigo contém os relatos de uma enfermeira que cuidou de um paciente que a deixou chocada com o que ele lhe contou. Segundo o artigo, um homem de 44 anos deu entrada em um plantão noturno, cianótico (cor roxa da pele e mucosas provocada pela falta de oxigênio no sangue) e em coma.

Durante o procedimento para a intubação, a enfermeira percebeu que o homem usava dentaduras e teve que retirá-las e guardá-las em um “carrinho de parada (que contem os medicamentos e equipamentos usados durante este tipo de atendimento) para realizar o procedimento corretamente. Pouco tempo depois, o paciente recuperou a atividade cardíaca e a pressão arterial, mas continuava entubado e em ventilação artificialmente, pois ainda estava em coma.

Depois de uma semana de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o homem recobrou a consciência e foi encaminhado para a enfermaria de cardiologia.Quando a enfermeira estava aplicando a medicação diária, o paciente (já totalmente consciente), disse: “Ah, esta enfermeira sabe onde estão minhas dentaduras”. A enfermeira, surpresa, parou o que estava fazendo e prestou atenção, enquanto o homem continuou. “Sim, você estava lá quando me trouxeram para o hospital e foi você quem tirou minha dentadura e colocou naquele carrinho com todos aqueles frascos e gavetas, e a guardou numa das gavetas da parte de baixo”. A enfermeira ficou extremamente impressionada pois realmente me lembrava dos acontecimentos enquanto o paciente estava em coma profundo e recebendo ressuscitação cardiopulmonar.


O neurocirurgião professor de Harvard que conheceu o Paraíso

Em um dia comum o Dr. Eben Alexander acordou com um atípica dor de cabeça, no de 2008. Não suportando a dor, foi levado ao hospital. Chegando lá, foi diagnosticado com meningite bacteriana, um rara doença que costuma atingir apenas recém-nascidos. A bactéria havia entrado em seu fluido cérebro-espinhal e a dor que ele sentia era da bactéria comendo seu cérebro e do seu córtex sendo desligado.

O Dr. Eben chegou ao hospital com poucas chances de sobreviver e com o passar do tempo, essa estatística caiu para praticamente zero. Mas apenas uma semana depois, quando os médicos já debatiam se continuavam ou não o tratamento, ele saiu do coma. Totalmente consciente e com uma certeza absoluta: ele havia conhecido o Céu.

A descrição do doutor é intrigante, até porque antes da doença ele era um total cético. Segundo o neurocirurgião, na semana em que ficou em coma sua alma estava em cima de nuvens rosadas que contrastavam com um céu azul escuro. Acima dele, seres transparentes (nem anjos, nem pássaros, uma forma superior, segundo ele) cruzavam o céu. Sua sensação era como se estivesse naquele lugar há muito tempo e não tinha nenhuma memória de sua vida passada.

O doutor de Harvard escreveu um livro contando sua experiência, e hoje afirma absolutamente a existência de experiência de quase morte.




Lars Grael
 
Em 1998, o medalhista olímpico brasileiro Lars Grael velejava em Vitória, ES, quando foi atropelado por uma lancha, perdeu uma perna e muito sangue. Seu coração parou de bater, e Lars teve uma experiência de quase-morte. Veja seu relato:
 
“É uma coisa muito difícil de descrever. Nem imaginava que isso pudesse acontecer. Tive uma morte momentânea e me senti mais leve, com menos dor. Senti muita paz. Também me vi levantando do meu corpo. Voltei à vida, mas tive uma segunda parada e de novo me senti saindo do meu corpo. Era uma sensação menos nítida, acho que estava partindo mesmo. Foi coisa de segundos. Mas parece que o tempo ficou parado. Hoje vejo a vida por uma outra ótica. Meus valores mudaram e aprecio as coisas mais simples – um gole de água, um beijo de cada um da minha família. Tudo, tudo mudou.”


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