Autor Tópico: Porque é que cheira mal?  (Lida 82 vezes)

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Offline Ricardo

Porque é que cheira mal?
« em: Março 05, 2018, 11:37:16 pm »
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Você costuma exalar um mau-cheiro excessivo?

Há uns 20 anos, eu trabalhava numa clínica em sociedade com dois médicos. No final de uma reunião, um dos sócios comentou que sentia um odor desagradável vindo de nossa secretária, recém-admitida. Aproveitou a reunião para nos perguntar se a gente também sentia o mau odor que ela exalava. Respondemos que não. Ele veio a perceber, então, que só ele percebia o cheiro desagradável. Para encurtar a história: não aguentando mais aquele transtorno, demitiu-a.
Intrigado, fiquei me perguntando, na ocasião, por que só ele sentia esse mau cheiro... achei que ele estava implicando com ela.
Após atender inúmeros pacientes com problemas de ordem espiritual, vim a entender o porquê de só o meu ex-sócio sentir o odor forte que a nossa secretária exalava.

Na verdade, o odor que ela exalava era de ordem espiritual. Melhor explicando: o mau cheiro vinha de seu obsessor espiritual que a acompanhava (o obsessor espiritual é um ser desencarnado das trevas, desafeto de seu passado, seja desta ou de outras vidas), o qual, outrora prejudicado por ela, movido a ódio e vingança, buscava devolver as ofensas e acabou conseguindo, pois ela perdeu o emprego.
O odor desagradável que o ser das trevas costuma exalar se explica pelo fato das trevas serem uma região escura, fria e bastante fétida. Por isso, é comum em meu consultório o paciente, nas sessões de regressão, sentir um odor desagradável localizado, ora vindo do seu lado direito, ora do lado esquerdo ou ainda pela frente; é onde o ser das trevas, seu obsessor espiritual, está localizado.

Mas... por que só o meu ex-sócio captava aquele odor desagradável?
Na verdade, ele era dotado de uma sensibilidade olfativa extra-sensorial mais apurada que a nossa (ele era um médium olfativo, embora não soubesse).
Aqui explica também por que o odor espiritual não é percebido por todos, pois poucos são médiuns olfativos. Desta forma, os seres espirituais de luz quando estão presentes num ambiente físico, exalam bons cheiros (normalmente, cheiro de essência floral: lavanda, rosa, jasmim, flor de laranjeira, etc.) e os seres das trevas, maus cheiros (fezes, urina, esgoto, material putrefato, em decomposição, enxofre, suor, mau-hálito, cachaça, etc.).

Portanto, é importante esclarecer ao leitor que nem sempre o odor desagradável que uma pessoa exala é de ordem biológica e/ou psicológica, fruto de seu estresse, ansiedade e nervosismo.
Vale aqui lembrar o sábio jargão médico que reza que “Cada caso é um caso”; por isso, se a causa do mau-cheiro que uma pessoa exala não for de ordem física e/ou emocional, seguramente será de ordem espiritual (presença de um ser espiritual obsessor).
Os pacientes com esse problema costumam me relatar na entrevista de avaliação que, mesmo tomando banho, passando perfume ou desodorante e colocando roupa nova, ainda assim, algumas pessoas -ou ela mesma- sentem um cheiro desagradável. E há uma particularidade no odor espiritual: ele vai e volta, é intermitente, com intervalos, diferentemente do odor físico que é contínuo, estável.
Na maioria dos casos, esse odor espiritual faz com que os pacientes se retraiam, desenvolvendo comportamentos anti-sociais, evitando participar de rodas sociais e acabam adotando uma vida reclusa. Aliás, é isso que o obsessor espiritual quer: levá-los ao constrangimento, a sentimentos de rejeição, depressão e isolamento social para prejudicá-los.

Caso Clínico:
Mau cheiro
Homem de 42 anos, solteiro

Veio ao meu consultório um homem de 42 anos, que assim me relatou na entrevista de avaliação: ”Não consigo me relacionar com ninguém, pois desde que eu tinha 15 anos me fechei, por conta de um mau cheiro que exalava. Tudo foi muito difícil para mim e na escola o meu apelido era ‘privada suja’; com isso, com muito custo terminei os estudos, pois não queria ir pra escola para não apanhar dos moleques. Nunca consegui um emprego, por isso sempre trabalhei em casa, aprendi a consertar computadores e construo sites; desta forma, não preciso ficar perto das pessoas, porque sei que tenho esse mau-cheiro, embora não o sinta. Tomo banho várias vezes por dia, porém, algumas pessoas sentem e fico muito mal, bastante constrangido”.
Após passar por uma sessão de regressão, na segunda sessão, o paciente viu quatro pontos pretos, e me disse:
“Dr. Osvaldo, vejo quatro pontos pretos, e estão bem perto de mim... Não consigo entender o que são esses pontos pretos, e por que estão aqui.
Sinto muito frio! (paciente fala chorando muito).
Dr. Osvaldo, agora eles se movem muito rápido, indo de um lado para outro, e vejo sair deles uma nuvem preta (o corpo espiritual é fluídico; por isso, muitas pessoas enxergam os seres espirituais das trevas como uma nuvem ou fumaça escura).
Parece que vem daí o mau cheiro”...

- Pergunte para esses seres espirituais quem são, e por que estão aqui?
“Eles fazem muito barulho, parecem rir de mim... Eles dizem que sou muito ruim. Eles ficam me rodeando... Parece que são crianças. (pausa).
Eles não querem mais falar... Foram embora”.
Na terceira e última sessão, assim que o paciente ‘desceu a escada’ (recurso técnico que sempre utilizo nessa terapia para que o paciente aprofunde o relaxamento) viu novamente os pontos pretos, eles o estavam esperando ao final dessa escada.

“Eles querem me mostrar algo... estou vendo uma construção, parece ser um hospital, pedem para que entre nele.
Eles me mostram que eu era um médico nessa vida passada, mas só praticava a medicina por dinheiro, e eu nem olhava para as pessoas que não tinham condição financeira para pagar as minhas consultas.
Na verdade, esses pontos pretos são crianças às quais eu não dei atendimento médico, as deixei morrer... Que coisa horrível, como pude fazer isso?! (pausa).
Agora estou entendendo: o mau cheiro que elas exalam é porque tinham lepra, e eu não as ajudei.
Por favor, me perdoem, do fundo do meu coração, me perdoem, eu fui uma pessoa muito ruim! Eu poderia ajudá-las e não fiz... O que posso fazer para que vocês me perdoem? (pausa).
Elas querem que eu faça um trabalho voluntário com crianças que sofrem de câncer. É claro que faço, meu pai do céu, que coisa terrível que fiz!”.

Após o término da terapia, o paciente me mandou um e-mail dizendo que entendeu o que tinha que fazer, e sem pensar se as pessoas iriam sentir o mau cheiro que exalava, procurou imediatamente uma instituição para poder fazer o trabalho voluntário.

Quatro meses após o tratamento, ele retornou à minha clínica apenas para falar como estava, disse que já não tinha mais receio das pessoas, e que aos poucos estava conseguindo sair de casa. Ele falou que as pessoas que o conheciam, principalmente seus pais e irmãos, diziam que o mau cheiro que exalava estava diminuindo. Ele estava muito feliz e agradecido por ter conseguido obter resultado através dessa terapia.

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