Autor Tópico: O Lobisomem Português: Albano Beirão  (Lida 55 vezes)

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Online Ricardo

O Lobisomem Português: Albano Beirão
« em: Fevereiro 28, 2018, 11:18:42 pm »
Olá Amigos,

Este tema é sempre interessante a questão dos Lobisomens, existem ou existiram, verdade ou mito,  crendice , mitologia.
Como eventualmente será do conhecimento existe uma explicação para este facto de Possessão/Subjugação Total.

Não sei se já tinham ouvido falar do Albano Beirão, um caso muito interessante de ser analisado e colocado sob estudo para as nossas conclusões.

No programa da CMTV - Sinais do Além ,  também foi referido um caso em Vera Cruz , aldeia alentejana, onde testemunhos vivos, relatam a captura e cura do individuo entre outras situações.

Aguardamos os vossos comentários e opiniões sobre a questão,

Uma pequena amostra do texto - Fonte : pt.wikipedia.org

Nasceu na aldeia de Aveloso, concelho da Mêda, distrito da Guarda, em 1884, filho de António Beirão (natural das Asturias) e de Felícia de Jesus (natural de Aveloso)[1]. A partir dos 7 anos de idade começou a ser vítima de uns estranhos ataques que o transfiguravam por completo, que nunca chegaram a ser devidamente diagnosticados ou explicados, e que lhe conferiam poderes sobrenaturais. Deixava de conhecer as pessoas, ficava com uma força descomunal e com uma extrema agilidade, perdia peso e dava saltos enormes, inconcebíveis, trepava pelas paredes, rebolava-se pelo solo, corria e uivava como um lobo ou um cão, percorrendo as estreitas ruas da aldeia, de dia ou de noite, estarrecendo os moradores. Deixou de frequentar a escola porque colegas e professor lhe tinham verdadeiro horror.

Os ataques passaram a ser frequentes e os habitantes, embora com receio, acabaram por se acostumar ao "Albaninho" ou "Albano do Mal", como lhe chamavam. Diziam que o jovem era possuído por um "espírito ruim" que o deixava naquele estado. À soleira das portas, colocavam-lhe bacias cheias de água que Albano sorvia sofregamente em quantidades imensas. Contam-se muitas histórias acerca das suas proezas. Costumava subir ao pelourinho da aldeia de cabeça para baixo e as pernas para cima e chegando ao topo da coluna fazia o pino sobre a cabeça. Andava de roupa interior, mas apesar das suas correrias violentas nunca rompeu a roupa. Metia-se nas tocas das raposas e expulsava-as de lá mais as suas crias; dava coices às mulas; trepava aos moinhos e por lá andava a brincar; ou então, à cabeçada, deitava abaixo portões de ferro.


Alguma coisa estamos por aqui

Espírito



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