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Chat Geral & Off Topic / Como Atrair um Grande Amor
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:20:37  »


COMO ATRAIR UM GRANDE AMOR?

Eu já recebi centenas, talvez milhares de e-mails com essa pergunta. No tempo em que atuei no consultório de terapia, também atendi muitas pessoas que estavam em busca de um grande amor, um amor de verdade, uma relação de fazer o coração vibrar.

Quem é que não quer ser feliz? Quem é que não quer fazer o coração vibrar só de lembrar-se da pessoa que está ao seu lado nas principais situações da vida? Quem é que não quer ter uma pessoa cheia de valor, magnetismo e cumplicidade ao seu lado?

Acredito que a maioria das pessoas quer.

Mas acontece que a situação é muito simples e complexa ao mesmo tempo.
Simples porque os relacionamentos se estabelecem por afinidade, obedecendo a lei naturai de atração magnética. Essa lei garante que jamais haverá injustiças na aproximação entre as pessoas. É o grau de afinidade entre elas e as necessidades de aprendizados mútuos, que as aproximam ou as distanciam.

Mas aí que o lado complicado começa a surgir, porque quando alguém procura um grande amor para fazer o seu coração vibrar, esse alguém está buscando um sentimento em outra pessoa e é nesse momento que a ilusão dos acontecimentos pode conduzir as coisas para um caminho complicado.

Via de regra: atraímos pessoas na nossa mesma sintonia de qualidades e necessidades. Exemplos: Se sou uma pessoa tolerante, poderei atrair uma pessoa igualmente tolerante. Mas se sou uma pessoa pessimista, poderei atrair uma pessoa que faça com que esse pessimismo aumente ainda mais.

Somos espelhos uns dos outros e aproximamos as pessoas em nossas vidas pelo nosso nível de magnetismo. Não existem equívocos neste processo e você também não pode barrar as leis que fazem essa dinâmica acontecer.

Quando eu dizia que a situação é complicada, isso se dá porque normalmente aquela pessoa que sofre pela ausência de um alguém para amar, está na verdade, vibrando na frequência da carência, da dependência e da solidão. Essas pessoas que sofrem por não ter uma companhia tornam-se cada vez mais tristes, carentes e solitárias, porque estão depositando a responsabilidade da cura desses sentimentos em outra pessoa. Elas estão colocando a responsabilidade de sua felicidade em mãos alheias, ledo engano!

Agindo assim, uma pessoa continua vibrando energeticamentepor conta de seus pensamentos e de suas emoções predominantes, na frequência da carência. O que acontece é que a lei da atração trará mais situações e acontecimentos para a pessoa continuar se sentindo da mesma forma. E a pessoa sem entender que o erro está justamente na forma como ela se sente, mergulha ainda mais nos sentimentos de carência, solidão e tristeza. Consequentemente ela entra em um círculo vicioso que só piora as coisas. Então esses casos são complicados porque essas pessoas são tão viciadas nesses tipos de sentimentos que elas nem se permitem perceber que são as verdadeiras causadoras de suas infelicidades no amor. Se forem alertadas sobre os seus erros de comportamento, frequentemente se ofendem e naturalmente se fecham para ouvir a verdade que poderá construir novos caminhos.

> Você só atrairá um grande amor, um amor que fará o seu coração vibrar, que fará com que você suspire ao pensar na pessoa, se você conseguir igualmente se amar.

> Você precisa aprender a amar a sua companhia, porque assim você encontrará alguém que também ame você como você se ama.

> Você precisa suspirar de alegria e contentamento ao pensar em sua própria vida, na pessoa que você é e no bem enorme que você carrega em seu peito, porque assim você encontrará alguém que também sinta o coração vibrar ao pensar em você.

A dinâmica desse processo é muito simples, pois ela diz que é dando que se recebe, mas que você não pode dar aquilo que ainda não tem. Então como você poderá dar todo o amor do mundo para o seu príncipe encantado se você ainda não deu a si mesmo todo o amor do mundo?

Você não pode sentir nenhum sentimento por qualquer que seja a pessoa sem antes sentir por você primeiro.



Ame-se primeiro! Se aceite primeiro! Goste da sua companhia primeiro! Sinta alegria pela pessoa que você é primeiro!

Você deve se arrumar, se cuidar, tratar do seu corpo e ter cuidados básicos com a sua estética. Mas não é por conta da sua beleza física, e sim pela energia de cuidar-se, pois é ela que ajuda você a saber o quanto você se ama. Quando você se trata com desleixo você magnetizará pessoas que a trataram da mesma forma.

Se você ainda não encontrou aquela pessoa maravilhosa para viver uma história de amor, tenha certeza que isso não deixou de acontecer porque as suas orelhas são muito grande, porque seu nariz é apontado para baixo, porque seu cabelo é de um jeito, porque a sua pele é de uma determinada cor ou porque o seu peso não está ideal. Não são os elementos físicos os principais responsáveis pela aproximação da pessoa amada, mas os fatores extrafísicos.

É o magnetismo que faz com que as coisas aconteçam. É o magnetismo que criará as situações para que você e a sua alma gêmea se encontrem. E só existe uma forma de melhorar o seu magnetismo: melhorando quem você é em essência!

"Para isso, perdoe, perdoe-se! Recomece, refaça, dê o passo a seguir ou pare com tudo se esse for o caminho! Faça terapia! Faça mais terapia! E mais um pouco de terapia! Aprenda a meditar e medite!"

Leia livros instrutivos, participe de cursos e workshop´s. Invista seriamente no seu autoconhecimento. Saia da alienação mental das coisas básicas e da contaminação gerada pela mídia em massa.

Pare de andar com pessoas negativas, derrotadas e que se sentem vítimas do mundo. Escreva a sua nova realidade!

Ame mais as coisas simples. Receba com mais amor às pequenas coisas da vida. Coloque mais amor no trato com as pessoas e fale com elas olhando em seus olhos.

Quando alguém falar, pelo menos por cinco minutos, concentre-se na pessoa integralmente. Esqueça um pouco a sua opinião sobre o que ela está falando, apenas doe integralmente sua atenção.

Você atrairá um grande amor quando estiver sentindo um grande amor por você, pelas pessoas que passam por você e pela sua vida! Essa é uma receita infalível! Se você ainda não encontrou o seu grande amor, é simplesmente porque não está aplicando para você essa filosofia de vida.

Muita luz!

Bruno J. Gimenes

https://www.luzdaserra.com.br/como-atrair-um-grande-amor
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Chat Geral & Off Topic / Aprenda a Cuidar da sua Saúde Espiritual
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:19:47  »


Estudos comprovam que a prática espiritual pode interferir, sim, no quadro clínico. Para viver ainda melhor, aprenda a cuidar da sua saúde espiritual.

De acordo com um estudo do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, as pessoas que preservam algum tipo de religiosidade vivem, em média, 29% mais. Os médicos observaram melhoras em casos de depressão, stress, doenças do coração, pressão alta, infertilidade e até de diversos tipos de câncer.

Ciência e medicina por muito tempo ignoraram esse tipo de evidência. Mas, devagar, os conceitos arraigados começam a ser revistos. Multiplicam-se livros sobre o assunto, como Milagres Que a Medicina Não Contou, do cardiologista Roque Marcos Savioli, e surgem trabalhos em instituições tradicionais, como o Hospital das Clínicas, também da capital, onde funciona o Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos (Neper). “Não dá para continuar com a visão de que um curador soluciona um problema sem levar nada mais em conta além do físico”, diz a psicóloga Maria Rosa Spinelli. “Precisamos de cuidadores que enxerguem o indivíduo como um todo.” De acordo com essa perspectiva, a atitude do paciente é decisiva. “Para um tratamento dar resultado, é necessário acreditar: a fé faz a pessoa persistir e se movimentar ao encontro da cura.”

Cuide do espírito e da saúde

Leve a sério a própria intuição. Assim, você se coloca em contato com suas sensações mais sutis.

Dedique-se a rituais como reza e meditação

Em pacientes com hipertensão, a reza faz a pressão cair em 50% dos casos. Está comprovado que a repetição do mantra desacelera o coração, diminui a pressão sanguínea e a freqüência respiratória – efeitos semelhantes aos das orações.

Procure se conectar com o mundo

Andar no parque ou nadar pode ter uma dimensão maior do que a de praticar um simples exercício, fazendo a gente entrar em contato com as forças da natureza e nos enchendo de energia vital.

Seja otimista

Em doenças crônicas, quando as pessoas conseguem focar o lado positivo da vida, o resultado é evidente. Para manter essa disposição, experimente praticar exercícios de visualização: antes de sair da cama, feche os olhos e pense numa razão que a faz se sentir feliz em estar viva. Com o tempo, se torna um hábito e ajuda a manter o equilíbrio.

Fonte: Revista Claudia
https://www.portalangels.com/espiritualidade/aprenda-a-cuidar-da-sua-saude-espiritual.html
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Chat Geral & Off Topic / Menino de 8 anos fez o parto da irmã
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:18:49  »
Chama-se Marcus, tem 8 anos e nunca sonhou que ajudaria a irmã a nascer. Aconteceu esta semana (Novembro 2016) em Tettenhall, Inglaterra.

A mulher, Jodie, de 38 anos, estava em casa quando começou a ter contrações. O marido, de 42 anos, saiu de casa por instantes, na expectativa de ver a ambulância chegar.
Quando voltou a entrar, encontrou o seu filho Marcus de joelhos a fazer o parto da própria irmã, seguindo apenas as indicações que os paramédicos lhe davam pelo telefone.
Quando a equipa de emergência chegou, a bébé já só tinha os pés dentro da mãe. Jodie e a bebé foram levadas para o hospital e tiveram alta no dia seguinte. Tinha corrido tudo bem, foi um sucesso.

Apesar o êxito, Marcus garantiu à imprensa inglesa que não será paramédico: "Nunca mais vou fazer isto. Nunca. Foi muito estranho, porque estava a acontecer na minha casa e não era um bebé qualquer. Era a minha mãe e a minha irmã".
Marcus só queria que a equipa médica chegasse mas, segundo a mãe, manteve-se sempre calmo e concentrado. "Estamos muito orgulhosos dele", disse o pai
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Imagem e som em : https://www.jn.pt/mundo/interior/menino-de-8-anos-fez-o-parto-da-irma-5518442.html#ixzz4R2Lzg3aE

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Chat Geral & Off Topic / A Origem do Nome Deus
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:17:49  »
Segundo do Dicionário de Etimologia, a palavra Deus tem origem proto-indo-europeu, deiwos, que significa brilhante ou celeste. A partir desta raiz, surge o nome de Zeus, o deus dos deuses, segundo a mitologia grego.
Mais tarde, essa palavra é adotada para o latim, com deus, que identifica um ser supremo ou entidade superior. No entanto, a palavra Deus e Zeus não são equivalentes em si, ou seja, apesar de terem a mesma raiz linguística, não significam o mesmo, pois Zeus identifica um deus específico, e Deus um ser supremo, cujo nome é desconhecido.
O Cristianismo, vem definir Deus como um nome próprio de forma a definir a entidade superior aos humanos, mas, que nas religiões politeístas, assume uma posição relativa a um ser supremo.
Ora, se analisarmos a origem da palavra vemos que ela tem distinções bem diferentes daquelas que hoje conhecemos, pois ela define algo brilhante e celeste. Quando eu penso em coisas brilhantes e celestes, automaticamente, leva-me a pensar o Universo, com os seus corpos celestes e brilhantes. Dessa forma, os povos considerandos pagãos, utilizavam a palavra deus como um nome comum para astros, como o Sol, as estrelas, a Lua, etc.
Se aplicarmos a Teoria dos Antigos Astronautas, deus seria uma palavra bastante apropriada para definir OVNIS ou seres extraterrestres. A evolução linguística da palavra, nas suas ramificações, refere-se a seres superiores aos humanos.
Então, porque é que a palavra ganhou contornos religiosos? Bem, porque o Cristianismo não é uma religião de filosofias próprias, mas, de filosofias alheias, que se aglomeraram de uma forma bastante estruturada para criar a ideia de que eram os portadores da verdade. A única verdade é que foi construído com base nas religiões pagãs e judaicas, de forma a centralizar o poder que cada religião possuía para determinados povos.
A Linguística foi uma ferramenta utilizada para distorcer o sentido original das palavras e assim criar um vocabulário universal que pudesse se adaptar e aglomerar qualquer religião do mundo. Claro que tropeçou no Islamismo, mas, não significa que não tenham tentado.
Portanto, uma das primeiras mentiras que encontramos associadas ao Cristianismo é a palavra Deus, que ganha novo significado para implantar um poder religioso.
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Chat Geral & Off Topic / O que acontece quando nos apaixonamos ?
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:17:05  »


O QUE ACONTECE QUANDO NOS APAIXONAMOS?

De repente, tudo muda! Veja o que deve fazer para eternizar a sensação de borboletas na barriga e para conseguir o efeito de paixão permanente no seu a dia a dia

Quando nos apaixonamos, começamos por sentir vibrações positivas. Com a base já sólida, investimos e retiramos prazer da relação. Quando fazemos amor, o cérebro liberta dopamina que nos faz sentir prazer. Amamos porque a qualquer organismo está associado um imperativo biológico. A vontade de estar vivo! E este imperativo estabelece-se a dois níveis. Individualmente e enquanto espécie, no que se refere à reprodução.
Estas questões viabilizam a busca de uma relação, tendo a sua génese no subconsciente. É por isso que as pessoas procuram uma relação feliz. Para ajudar os casais a vivenciar a sua relação de uma forma mais plena, Allan Percy, coaching e autor de livros de desenvolvimento pessoal, escreveu «Como sabes que é amor?», publicado em Portugal pela Marcador Editora.

Nessa obra, o autor apresenta 72 ensinamentos de William Shakespeare que ensinam a viver o amor todos os dias. Para saber quais são os 10 que deve privilegiar no seu dia a dia, clique aqui. Veja também conselhos para mulheres (e homens) com e sem parceiro.

O que é o amor?
É uma vibração básica e quando nos apaixonamos encontramos harmonia e o organismo sente-a. A oxitocina é uma hormona que é libertada quando o organismo identifica uma boa vibração que no caso de uma relação pessoal é aquele que amamos. A serotonina é outra substância libertada quando existe uma relação causa-efeito (prazer), uma adição. E é isso que existe quando as pessoas se apaixonam. O amor é uma droga!

6 passos para conseguir o efeito de paixão permanente no seu a dia a dia

1. Analise a mente consciente. Tenha consciência do que pede. Não exija mais do outro do que aquilo que pode dar.

2. Analise a mente subconsciente. Tenha noção da programação (educação) que recebeu antes de ser capaz de pensar conscientemente nisso.

3. Aproveite as ferramentas ao seu dispor para reprogramar o subconsciente, como a hipnose e a atenção plena (mindfulness).

4. Pratique gestos diários de bondade e seja carinhoso no seu dia a dia. É fundamental que a sua cara-metade se sinta desejada, querida e amada.

5. Abra o coração ao parceiro quando discutirem ou quando quiserem recuperar o efeito de de paixão permanente ou lua de mel no seu dia a dia, anulando as discussões verbais através do silêncio e do toque físico.

6. Comece por alterar a sua vida para que possa atrair um parceiro compatível com os seus desejos. Uma pessoa com uma vida ativa muito exigente acaba por não ter tempo nem disponibilidade mental para se envolver numa relação.
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Chat Geral & Off Topic / O tempo coloca tudo no seu devido lugar
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:16:13  »


HÁ UM JUIZ CHAMADO TEMPO QUE COLOCA TODOS EM SEU LUGAR

Todos nós somos livres de nossas acções, mas não das consequências. Um gesto, uma palavra ou uma má ação sempre causam um impacto mais ou menos visível, e acredite ou não, o tempo é um juiz muito sábio. Apesar de não decidir imediatamente, sempre dá razão a quem a tem.

O famoso psicólogo e pesquisador Howard Gardner, por exemplo, nos surpreendeu recentemente com um dos seus raciocínios: “uma má pessoa nunca se torna um bom profissional.” Para o “pai das inteligências múltiplas”, alguém guiado apenas pelo auto interesse não alcança a excelência, e esta é uma realidade muitas vezes revelada no espelho do tempo.

“Cada um colhe o que planta, e enquanto muitos são livres de suas acções, não são das consequências, porque, mais cedo ou mais tarde, o juiz chamado tempo dará razão a quem realmente a tem.”

É importante ter em conta que tais semelhanças, como um tom de voz desdenhoso ou uso excessivo de piadas e ironias na linguagem, muitas vezes têm consequências graves no mundo emocional e pessoal das vítimas dessas ações. Não ser capaz de assumir a responsabilidade por tais actos responde à falta de maturidade que, mais cedo ou mais tarde, traz consequências. Te convidamos a reflectir sobre isso.

Tempo, esse juiz tão sábio

Tomemos um exemplo: um pai educando severamente seus filhos e com ausência de afecto. Sabemos que o estilo de criação e educação terá consequências, no entanto, o pior de tudo é que esse pai procura, com essas acções, oferecer pessoas fortes ao mundo e com uma determinada conduta. No entanto, provavelmente terá algo muito diferente do que pretendia: infelicidade, medo e baixa auto estima.

Ao longo do tempo, essas crianças já adultas tomarão a sua decisão: ficar longe ou evitar o pai, algo que talvez essa pessoa não chegue a entender. A razão para isso é que muitas vezes as pessoas que causam dano “não se sentem responsáveis por suas acções”, carecem de proximidade emocional adequada e preferem fazer uso da culpa (meus filhos são ingratos, não me amam).

Uma maneira básica e essencial para manter em mente que qualquer ato, ainda que pequeno, tem consequências, é usar o que é conhecido como “responsabilidade plena”. Ser responsável significa não só assumir a culpa por nossas acções, mas entender que temos uma obrigada capacidade de resposta para os outros, que a maturidade humana nos faz responsáveis por cada uma de nossas palavras, ações ou pensamentos que geramos para promover o nosso bem-estar e dos demais.

Responsabilidade, um ato de coragem

Entender que, por exemplo, a solidão agora é uma consequência de uma má acção do passado é certamente uma boa maneira de descobrir que estamos todos unidos por um fio muito fino no qual um movimento negativo ou perturbador, traz como consequência o rompimento desse fio. Desse vínculo.

“Certifique-se de que suas acções falam mais alto do que suas palavras, que sua responsabilidade é o reflexo de uma alma; para isso, tente sempre ter bons pensamentos. Então, não se esqueça de que o tempo vai tratá-lo como merece.”

É necessário notar que somos “donos” de grande parte de nossas circunstâncias de vida, e que uma forma de promover o nosso bem-estar e daqueles que nos rodeiam é através da responsabilidade pessoal: um ato de coragem que convidamos você a implementar através destes princípio simples.

Chaves para nos tornarmos conscientes de nossa responsabilidade

O primeiro passo para nos tornarmos conscientes da “responsabilidade plena” é abandonar nossas ilhas de recolhimento nas quais se concentra muito do que acontece no exterior com base nas nossas necessidades. Assim, esta série de construções também são adequadas para as crianças. Através delas, podemos ensiná-las que as suas acções têm consequências.

O que você pensa, o que expressa, o que faz, o que cala. Toda nossa pessoa gera um tipo de linguagem e um impacto sobre os outros, a ponto de criar uma emocionalidade positiva ou negativa. Temos de ser capazes de intuir e acima de tudo, criar empatia com a pessoa a nossa frente.
Antecipe as consequências das suas acções: seja o seu próprio juiz. Com isto não estamos nos referindo a cair em uma espécie de “autocontrole”, pelo qual nos tornamos nossos próprios executores antes de ter dito ou feito algo. É apenas tentar antecipar o impacto que pode ter uma determinada ação sobre os outros e, consequentemente, também em si mesmo.

Ser responsável significa compreender que não somos “livres” em tudo. A pessoa que vê nenhum limite em suas acções, desejos e necessidades, praticar a libertinagem que, mais cedo ou mais tarde, também tem consequências. É interessante tentar promover a liberdade e o crescimento de outras pessoas, alimentando, assim, um ciclo de enriquecimento mútuo.
Vale a pena por isso em prática.

https://osegredo.com.br/2016/05/ha-um-juiz-chamado-tempo-que-coloca-todos-em-seu-lugar/
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Chat Geral & Off Topic / O que acontece se olhar nos olhos de alguém por 10 minutos ?
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:15:19  »
Você já passou pela experiência de olhar fixamente para os olhos de uma pessoa por cerca de 10 minutos ou mais? Depois de todo esse tempo sem desgrudar seus olhos dos olhos dela, algumas coisas estranhas podem começar a acontecer.

De acordo com o psicólogo italiano Giovanni Caputo, da Universidade de Urbino, se você olhar tanto para alguém em um ambiente pouco iluminado, seria como se você ingerisse uma substância alucinogéna.

Isso porque encarar os olhos de alguém por alguns minutos pode causar “experiências extra-corporais”, ou seja, ter alucinações que podem variar entre ver figuraras monstruosas e ver o seu rosto no lugar do rosto da outra pessoa.


Para comprovar a sua teoria Caputo realizou uma experiência com 20 adultos. Eles se juntaram em duplas, formando 10 pares, e foram convidados a se sentarem em uma sala pouco iluminada.

O resultado foi assustadoramente surpreendente, depois de olharem nos olhos uns dos outros por aproximadamente 10 minutos, os voluntários começaram a ver coisas além da realidade.

Por que isso acontece?


Durante o experimento do psicólogo, 90% das pessoas indicaram em um questionário que viram o rosto dos seus pares deformados. Além disso, 75% deles disseram ter visto algum monstro.

Já a “troca” de feições foi observada por metade deles. 50% dos voluntários afirmaram ter visto traços do próprio rosto na face da outra pessoa.

A explicação para essas experiências vividas pelas duplas provavelmente tem relação com a adaptação neural, que é a maneira como os neurónios têm as suas actividades diminuídas e até mesmo paralisadas quando não recebem novos estímulos.

É justamente por isso que geralmente as pessoas não conseguem olhar fixamente para um objecto, sem começar a piscar ou sem que os seus olhos se movam involuntariamente.


Alguém já tentou ?  ;)
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Chat Geral & Off Topic / Métodos de Datação Radiométricos
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:14:34  »
Citar
“Vários estudos mostram que 14C tem sido detectado em amostras que não deveriam conter nenhuma quantidade detectável deste elemento, devido às idades atribuidas por outros métodos de datação.” Dr. John Baumgardner

Nos métodos de datação radiométrica, a quantidade dos elementos químicos analisados é tão pequena, que técnicas como a de Espectrometria de Aceleração de Massa precisam ser utilizadas. No espectrômetro de massa, substâncias são bombardeadas para produzir átomos eletricamente carregados (íons). Estes átomos atravessam um campo magnético que produz uma trajetória diferente, dependendo da massa e da carga elétrica do íon. Assim os isótopos são identificados e as suas quantidades medidas (ilustração ao lado).

Dessas medições, duas técnicas distintas podem ser utilizadas para se obter a data da amostra. A primeira é a datação radiométrica simples ou geral, na qual é admitida uma quantidade inicial do elemento-filho na amostra. De forma resumida, a idade de uma amostra pode ser calculada usando-se a seguinte equação:



No é a concentração inicial admitida do elemento radioativo, e N é a concentração atual medida no laboratório. t1/2 é a meia-vida do elemento. Outra equação opcional utiliza as concentrações atuais medidas em laboratório tanto do elemento-pai quanto do elemento filho:



D é a concentração do elemento-filho, P a concentração do elemento-pai, medidas no laboratório, e t1/2 é a meia-vida do elemento.

Duas pressuposições comprometem esta técnica:

    Condição inicial: a quantidade admitida de isótopos-filho no momento de formação da rocha é zero (ou então conhecida independentemente, podendo ser assim compensada nos cálculos).
    Contaminação: nenhuma quantidade de isótopos-pai ou isótopos-filho entrou ou saiu da amostra.

Caso uma dessas duas pressuposições não seja verdadeira, a data calculada estará incorreta.

Uma segunda técnica foi proposta na década de 60, pelo geólogo Nicolaysen1, com o intuito de evitar este problema.2

Esta técnica é conhecida por isochron e pode ser utilizada quando o elemento-filho possui um isótopo estável, além daquele produzido pela desintegração do elemento-pai. Neste caso, teoricamente, não há necessidade de se pressupor a quantidade inicial do elemento-filho na formação da rocha, pois, no momento da cristalização, a proporção entre o isótopo estável e o isótopo radioativo é independente do elemento-pai.

À medida que o tempo avança, as quantidades começam a mudar. Devido a desintegração, a quantidade de isótopos do elemento-pai diminui, e a quantidade de isótopos radioativo do elemento-filho aumenta.
Podemos equacionar estas proporções de numa forma geral:



D é a concentração do isótopo radioativo do elemento-filho e Do a sua concentração inicial, Di é a concentração do isótopo estável relativo ao elemento-filho, e P é a concentração do isótopo-pai.

O primeiro termo da equação, D/ Di, representa a quantidade do isótopo radioativo acumulada através do tempo. O terceiro termo da equação, Do/Di, representa a quantidade inicial do isótopo radioativo. O segundo termo representa a quantidade acumulada do elemento-pai.

O valor m que determina a inclinação da reta da linha reproduzida num gráfico isochron fornece a idade da rocha.

As variáveis da equação podem ser facilmente identificadas nos métodos de datação por meio dos elementos da tabela apresentada abaixo. Nela, estão relacionados os elementos dos métodos mais comuns:



Todos os métodos que usam esta técnica admitem que dentre os elementos de formação da rocha existe uma quantidade desconhecida de um isótopo estável e de outro isótopo radioativo do elemento-filho, juntamente com uma quantidade de isótopos do elemento-pai. Eles também admitem que a quantidade do isótopo estável permaneceu constante durante toda a existência da rocha.

Para que a técnica funcione, as amostras a serem utilizadas para avaliação da idade devem ter sido retiradas de uma mesma rocha. Várias rochas provenientes de uma mesma origem conhecida também podem ser usadas.

No entanto, existem três condições necessárias que devem ser satisfeitas para que o método isochron funcione:

    Todas as amostras devem possuir a mesma idade.
    Todas devem possuir a mesma proporção inicial dos isótopos-filho.
    Deve haver uma ampla variação nas proporções isótopo-pai/ isótopo-filho nas amostras.

Embora o método isochron seja considerado como solução do problema da quantidade inicial dos isótopos-filho numa amostra, ele não está livre de pressuposições e de outros problemas.3

A metodologia de datação radiométrica é uma ciência de grande precisão no que diz respeito às técnicas utilizadas. Obviamente, podem existir problemas com a maneira como uma amostra é tratada (contaminação) e com a interpretação dos resultados (contradições). Mas o problema principal, mais uma vez, são as pressuposições.

Para que os cálculos sejam confiáveis, todos os métodos precisam admitir que nada poderia ter ocorrido no passado que produzisse qualquer alteração das quantidades dos elementos estudados e mesmo das constantes utilizadas (como a meia-vida do elemento).

Por exemplo, uma anomalia poderia produzir um acúmulo rápido de isótopos-filho, mas isto não produziria uma longa escala de tempo. Assumir que rochas são sistemas completamente fechados por eons de tempo, ainda é algo por ser provado. Não existe nada conhecido pela ciência moderna que esteja num isolamento total.

Seria então possível questionar cientificamente as longas eras produzidas pelos métodos de datação radiométrica? Seria possível que as datas atribuídas aos fósseis estejam erradas? Seria possível que as pressuposições que definem a base de funcionamento dos métodos de datação estejam equivocadas? A resposta é sim!
Referências

1 L. O. Nicolaysen, “Graphic interpretation of discordant age measurements on metamorphic rocks”, Annals of the New York Academy of Sciences, 1961, vol. 91, pages 198-206.

2 G. Brent Dalrymple, The Age of the Earth. California: Stanford University Press, 1991, p. 72-74.

3 G. Faure, Principles of Isotope Geology (Second Edition). New York: John Wiley and Sons, 1986, Capítulo 7. Ver também Y. F. Zheng, “Influences of the nature of the initial Rb- Sr system on isochron validity”, Chemical Geology, 80, 1989, pp. 1-16.

Este artigo está baseado numa parte do Capítulo 6 “A Origem dos Bilhões de Anos: Métodos de Datação” do livro “Como Tudo Começou – Uma Introdução ao Criacionismo”
 
Fonte: https://www.universocriacionista.com.br/content/blogcategory/17/37/
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Chat Geral & Off Topic / O Paradigma Naturalista e a Proposta Criacionista
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:13:47  »
Por Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal

As propostas científicas baseiam-se em pressupostos estabelecidos por cientistas, os quais, sendo seres humanos, estão sujeitos tanto as tendências quanto as preferências pessoais. Um certo número de cientistas com as mesmas inclinações pode estabelecer não somente um paradigma científico como também toda uma metodologia para avaliá-lo.

Homens como Lyell, Darwin, Huxley, Haeckel, Oparin, Miller, Gould, Dawkins e muitos outros têm apoiado a posição que a ciência deve ser necessariamente naturalista.

Esta visão, que atualmente é em termos práticos global dentro da ciência, desconsidera qualquer formulação que apresente uma causa sobrenatural como explicação de fenômenos explícitos ou implícitos como a origem e o desenvolvimento da vida e do universo (entendese aqui por sobrenatural, uma causa que vá além da matéria, energia, espaço e tempo). Segundo esta posição, a “verdadeira ciência” só pode ser naturalista. Portanto, qualquer proposta que não seja naturalista, não poderá ser considerada científica. Do ponto de vista ideológico, é importante  observar que tal naturalismo não é neutro. Ele toma uma posição bem definida quanto a natureza da natureza”, a saber, uma compreensão estritamente física e materialista da natureza, excluindo a possibilidade de que a mesma tenha uma dimensão não material (como informação,  planejamento, design, etc).

Decorrente deste raciocínio, a possibilidade de uma criação sobrenatural é totalmente rejeitada logo de início, não por questões científicas mas sim ideológicas, deixando assim a única possibilidade admissível a de uma evolução cósmica e biológica aleatória.

Assim sendo, não é a pesquisa científica que demonstra a veracidade da evolução, mas sim a pressuposta “veracidade” da evolução, decorrente do paradigma naturalista, que determina quais fatos devem ser considerados verdadeiros e científicos e quais não.

Pode-se observar que, partindo-se do modelo naturalista, que exclui a priori causas sobrenaturais (como um design inteligente), a evolução cósmica e biológica passa a ser “verdadeira” mesmo antes dela ter sido avaliada empiricamente.

Sendo a evolução aleatória considerada como “verdade”, automaticamente concluise que a Terra deve ser muito antiga. Isto porque a proposta de uma Terra jovem não seria compatível com a idéia de uma evolução aleatória. Novamente percebe-se que esta é uma conclusão a priori. Pode-se notar aqui, que se as pesquisas e observações feitas por um cientista apontassem para uma Terra jovem, inevitavelmente isto comprometeria a evolução aleatória, e pelo paradigma naturalista, o tal deveria ser considerado falso ou não científico.

Assim, qualquer observação empírica, que aponte para uma Terra jovem (seja por meio de um desing inteligente ou uma criação inteligente e intencional), forçosamente teria que ser considerada como errada ou fora do domínio da ciência, por colocar em questionamento a antiguidade da Terra.

Isto significa que todas as evidências precisam ser selecionadas, interpretadas e organizadas de tal forma que sejam compatíveis com a premissa naturalista, e que forçosamente levem à posição de uma evolução aleatória, tanto da vida quando do universo, e da antiguidade da Terra. Essa tendência é facilmente detectada através da utilização contínua de premissas uniformitaristas, como taxas de erosão e de deposição de sedimentos, velocidade de deslocamento das placas continentais, e outras tais, para estabelecer a idade da Terra.

Invitavelmente, aceitando-se a priori como “verdadeira” a evolução aleatória tanto da vida como do cosmos, e por conseqüência uma Terra muito antiga, o próximo passo é aceitar como “verdadeiro” um Universo extremamente antigo.

Outra vez, teorias e pesquisas que possam ser chamadas “científicas” devem produzir uma data antiga para o universo, a fim de corroborarem com as premissas naturalistas.

Se pesquisas precisam produzir resultados admissíveis que corroboram com as premissas naturalistas, o “verdadeiro” cientista, que por definição deve ser um naturalista, não tem nenhuma outra alternativa a não ser a de confirmar as premissas naturalista e os “fatos” que elas estabelecem.

Assim sendo, não existe nenhuma alternativa científica que possa ser aceita pelos adeptos da posição científica atual, àquilo que foi previamente estabelecido pelas premissas naturalistas. Só os mais ingênuos do ponto de vista epistemológico, é que ficam impressionados pelo fato da “ciência” confirmar sistematicamente essas premissas em todas as disciplinas.

Caso um experimento, observação, ou ainda uma teoria não corrobore com as premissas naturalistas, por introduzir elementos não aleatórios, demonstrando uma inteligência sobrenatural, inevitavelmente deixará de ser considerado científico.

Na ciência de hoje, o paradigma naturalista determina a priori as evidências, os métodos e até mesmo os resultados “cientificamente corretos”, antes mesmo do trabalho científico iniciar-se.

Três conclusões práticas podem ser derivadas desde posicionamento atual chamado “científico”:

    1. Todo o conhecimento científico está fortemente condicionado à cosmovisão naturalista, o que impossibilita e reprime possíveis teorias que ofereçam explicações de caráter científico para situações não observadas como a da origem da vida, da Terra e do Universo (como por exemplo a teoria do Design Inteligente).

    2. A menos que premissas não naturalistas sejam igualmente aceitas, não será possível demonstrar ou até mesmo refutar a teoria da evolução cósmica e biológica, juntamente com o seu corolário obrigatório da antiguidade da Terra e do Universo.

    3. Dizer que o Criacionismo e o Design Inteligente não são posicionamentos científicos pelo fato deles não utilizarem-se das premissas naturalistas, não é uma avaliação correta e justa, dentro de qualquer contexto intelctual.

Tal posicionamento é uma expressão da preferência pelas premissas naturalistas e não pela pesquisa científica.

Referências

Para maiores informações sobre este assunto ler o artigo “Garbage ‘In”, Garbage ‘Out’”, do Dr. Jónatas E. M. Machado, Universidade de Coimbra, Portugal. O artigo pode ser encontrado na revista Universo Em Debate, (Associação Brasileira da Pesquisa Criacionista) Ano 1, Edição 1, p.5-7,15. (https://abpc.impacto.org e https://www.impacto.org.br)

Fonte: https://www.universocriacionista.com.br/content/blogcategory/2/28/
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Chat Geral & Off Topic / A Visão das Abelhas
« Última mensagem por Mestre Cruz em Outubro 10, 2018, 05:12:54  »


Você se lembra da última vez que viu uma abelha voando por ai? . Elas são muito interessantes de serem estudadas.

As abelhas são conhecidas como insetos. Na ciência elas são chamadas de artrópodes. Esta palavra é a junção de duas palavras da língua dos gregos antigos: arthros, que significa “articulado” e podos que signifca “patas”. Portanto, um dos significados de artrópodo é “pés com articulações”.

Embora as abelhas sejam muito conhecidas pelo mel que elas produzem, pouco se fala sobre o que a ciência tem aprendido delas.

Por exemplo, você sabia que o olho da abelha é muito diferente do nosso?

Os cientistas descobriram que a visão das abelhas é muito mais complexa do que se pensava.

Veja só este exemplo.

A televisão mostra aproximadamente 30 imagens diferentes por segundo. Porque o olho humano não consegue distinguir mais do que isso, a impressão que você tem ao assistir televisão é que as coisas estão se movimentando. Mas cada imagem é como uma fotografia. Cada imagem da televisão pode ser considerada como um flash de luz.

O olho da abelha é um olho composto. Isto significa que ele é formado por aproximadamente 6.300 pequenos receptores de luz hexagonais, chamado de omatídeos.

Através desses pequenos receptores, as abelhas conseguem distinguir até 300 flashes de luz por segundo! Lembre-se que nós, seres humanos distinguimos aproximadamente 30 por segundo. Isto faz com que elas, mesmo voando rapidamente, consigam distinguir cores e formas, como flores, árvores e pessoas.

Toda a informação recebida pelos olhos de uma abelha, é enviada para um pequeno cérebro com cerca de 1 milhão de neurônios, aproximadamente 0,01% do número de neurônios do nosso cérebro (0,01% é igual a um décimo de um milésimo da quantidade de neurônios do cérebro humano).

Isto tudo é algo fascinante e também muito intrigante. Coisas complexas como olhos e cérebros não são produzidos por processos aleatóreos e espontâneos como a teoria da evolução propõe. Seria como dizer que computadores e câmeras digitais aparecem sem que hajam engenheiros para projetá-los e construí-los. Isto não faria nenhum sentido!

O que dizer dos olhos e do cérebro de uma abelha?

Da próxima vez que uma abelha passar voando perto de você, lembre-se de que ela foi inteirinha projetada para fazer coisas e achar coisas que as nossas máquinas e computadores mais sofisticados não conseguem fazer, usando uma visão e um cérebro que a verdadeira Ciência sabe que não teriam aparecido pelos processos da evolução, mas sim pelo design inteligente de um Criador.

Fonte: https://www.universocriacionista.com.br/content/blogcategory/29/54/
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