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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Inglaterra - Bramshott
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 12:55:11 am »
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Pergunte sobre aldeias assombradas no Reino Unido e a maioria das pessoas vai dizer imediatamente "Pluckley!" Mas, a cerca de 90 minutos de Pluckley, fica a aldeia de Bramshott, em Hampshire. Bramshott existe desde antes de 1086. Em 1700, a aldeia tinha uma pousada chamada Seven Thorns, onde muitos crimes - incluindo assassinatos - aconteceram.

Ao mesmo tempo em que todos esses crimes violentos estavam a acontecer, começaram também a acontecer coisas paranormais, que permanecem ainda hoje. Acredita-se que Bramshott tem até 17 fantasmas a assombrá-la, incluindo a Mordoma Butler, que morava ao lado do rio onde se afogou em 1745, e o Menino Flauta, que percorre as pistas da aldeia e às vezes sobe às árvores. Toca música linda e muitas vezes aparece perto da aparição de um bezerro branco. Outros fantasmas incluem a Senhora Branca, a Senhora Cinzenta e um menino assassinado em 1772.
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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Palácio Real da Suécia assombrado
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 12:54:12 am »
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Rainha da Suécia garante que palácio real está assombrado

“Há aqui muita história. Há pequenos amigos… fantasmas. São todos muito amáveis, mas, às vezes, não nos sentimos totalmente sozinhos”, diz a monarca num documentário que vai esta quinta-feira para o ar no canal da TV estatal sueca, o SVT, sobre o Palácio de Drottningholm.

“É muito empolgante, mas não é assustador”, acrescentou a monarca, convidando de seguida a equipa de reportagem a “dar uma volta e sentir ela mesma”. “Passem por cá quando estiver escuro”, sugere. “Conseguem imaginar o que estes fantasmas podem contar?”, questiona.

Drottningholm, edificado na ilha de Lovön no final do século XVI, foi classificado como Património Mundial da Unesco em 1991. “É um sítio com muita energia”, refere no mesmo documentário a irmã do marido da rainha Sílvia, o rei Carlos Gustavo. “Há histórias de fantasmas em casas antigas. São casas que passaram séculos cheias de pessoas. A energia mantém-se”, acredita também a princesa Christina.

Residência oficial da família real sueca, o palácio é ainda um dos pontos turísticos mais fortes do país.

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Com o Natal menos de uma semana de distância as pessoas encontram desculpas para compartilhar as suas experiências com anjos, alegando que têm de agradecer pelas suas vidas.

Os usuários de Reddit têm compartilhado as suas experiências com o que eles descrevem como anjos da guarda, afirmando que eles evitaram o desastre em suas vidas. Outros admitem que eram céticos antes de seus supostos encontros com anjos.

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Algumas das histórias envolvem encontros com parentes falecidos, enquanto outros dizem que não reconheceram o anjo - de qualquer forma as experiências são inexplicadas.

  • Uma mulher lembra-se do seu anjo da guarda e descreve-o como corpulento e com fato.
  • Muitos descrevem a aparição de anjos a evitar desastres e a desaparecerem sem poderem agradecer.
  • Alguns adultos afirmam ter ficado cara a cara com um anjo e este os ter salvo de acidentes de carro.
  • Um homem diz que um anjo lhe salvou a vida ao lhe enviar uma mensagem a caminho de casa.
  • Uma mulher recebeu apoio do seu anjo da guarda quando estava num momento baixo da vida.
  • Uma usuária acreditava que um anjo se unia a ela em oração na morte de um amigo.
  • Um filho conta que a mãe foi ajudada por um samaritano quando esta ficou perdida de noite.
  • Uma avó foi salva em sua casa por duas entidades inexplicáveis.

Já alguma vez teve alguma experiência semelhante?
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Tarot / Tarot - O que é? ( outra explicação )
« Última mensagem por Ricardo em Março 13, 2018, 12:51:04 am »
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Escrito por Constantino K. Riemma em Clube do Tarot
 
O Tarot ou Arcanos Maiores e Menores ou baralho ou cartas de jogar ou naipes e trunfos, consistem numa única e mesma coisa. Trata-se de um jogo de 78 cartas, que se difunde a partir da segunda metade do século XIV, na Europa cristã, com iconografia cristã.
Não dispomos de registos históricos que indiquem alguma escola ou corporação de ofício que tenha criado este conjunto ou feito adaptações de jogos tradicionais anteriores. Tudo indica que ganhou a forma que hoje conhecemos pelas mãos de artistas e artesões que tinham conhecimentos e habilidades adquiridas entre os edificadores dos palácios e igrejas no período pré-renascentista, bem como as suas pinturas, imagens e vitrais.

É importante lembrar, do ponto de vista histórico, que existe um exemplar de baralho com 52 cartas, anterior às versões que hoje conhecemos. Trata-se do baralho Mamlûk, utilizado pelos guerreiros mamelucos e que, evidentemente, viram as suas cartas copiadas pelos impressores europeus. Continua numa incógnita, até hoje, os autores dos 22 trunfos (arcanos maiores) agregados ao modelo do baralho mameluco.

Dada a sua origem anónima, isenta de instruções ou regras dogmáticas, este jogo de cartas deu origem a incontáveis fantasias e re-invenções mais ou menos arbitrárias. Desde o seu aparecimento que foi utilizado por nobres e plebeus, para jogos, passatempos e, ao que tudo indica, como instrumento de mancias.
O cenário imaginário que cerca o Tarot, profuso e contraditório, confunde o iniciante interessado em compreender a sua linguagem simbólica. Este jogo maravilhoso, portanto, representa um real desafio para o estudo.

Se dependêssemos, por exemplo, apenas dos dicionários para saber o significado do Tarot, teríamos informações muito pobres e distorcidas. É lacónico: "Tarot. Colecção de 78 cartas, maior do que as do baralho, de desenhos diversos, usadas sobretudo por cartomantes". Essa definição revela o desconhecimento de que "tarot" e "baralho" vêm da mesma fonte e, também, de que as 78 cartas não ficam apenas em mãos de cartomantes e são objecto de estudos simbólicos e aplicações terapêuticas, de elaborações de pintores e artistas gráficos.

Os dicionaristas esqueceram-se, ainda, de informar de que a parte do tarot, que constitui o baralho comum, é também utilizado por cartomantes e, igualmente, como fonte de lazer nos lares, nos clubes e casinos. São produzidos no mundo todo e movimentam milhões de dólares.
O dicionário Houaiss oferece um pouco mais: "Tarot. Conjunto de 78 cartas de baralho (também ditas lâminas) ilustradas por figuras simbólicas e usado para supostamente predizer o futuro e conhecer o que, no passado ou no presente, se encontra velado. O baralho é constituído de 22 arcanos maiores e 56 arcanos menores". Neste caso, os dicionaristas desconheciam que, na prática vigente até hoje, grande número de cartomantes utilizam o baralho comum e não as versões mais caras e variadas conhecidas como "tarot".

Para continuar nessa linha genérica de definição, podemos esclarecer que:
•   os 22 trunfos ou arcanos maiores são numerados de 1 a 21 e um deles, O Louco, não recebe número na maior parte dos baralhos;
•   as 56 lâminas, actualmente denominadas arcanos menores, constituem cartas de jogar do baralho comum e se subdividem em:
 –    quatro naipes ou séries: Paus, Ouros, Espadas e Copas – cada um deles com 10 cartas numeradas de 1 a 10, com desenhos que tornam os significados simbólicos mais abstratos que os dos “arcanos maiores”, num total de 40 cartas;
 –    quatro figuras: Rei, Rainha, Cavaleiro e Valete – mais parecidas com as dos “arcanos maiores”, também repetidas em quatro naipes, num total de 16 cartas. São também conhecidas como cartas da Corte.
 
Para acrescentar um simples comentário a essa descrição sumária do Tarot, podemos lembrar que os quatro naipes – Paus, Ouros, Espadas e Copas – correspondem aos quatro elementos tradicionais – Fogo, Terra, Ar e Água – representação simbólica das forças-qualidades constituitivas do Universo, que aparecem na Astrologia, na Alquimia, na Cabala, nos textos sagrados, como é o caso do Génesis, dos Evangelhos.
 
 
O Tarot pode, enfim, ser entendido como uma linguagem simbólica que traduz o Cosmos na sua constituição e eterna mudança, na sua estrutura e dinâmica. Ele aparece na Europa, num momento em que várias escolas esotéricas e corporações de artistas, procuravam transmitir conhecimentos, não por palavras, mas por imagens que convidavam à reflexão, à investigação, para serem correctamente assimiladas. É o caso, por exemplo, dos mestres e praticantes da Alquimia, que produziram livros de gravuras, sem mais comentários por escrito, conhecidos como Mutus Liber, ou seja, Livro Sem Palavras, livro mudo...

Os 22 arcanos maiores, entre outros significados possíveis, descreveriam as 21 etapas evolutivas que o Homem – representado pelo Louco – pode percorrer na sua vida. O número 21 (= 3 x 7) também resulta da combinação de duas leis fundamentais do Universo: a Lei de Três (“tudo, para existir, necessita de três forças”) e a Lei de Sete, ou Lei das Oitavas (“tudo se manifesta num processo de sete passos ou fases”).
Do mesmo modo que outros grandes sistemas simbólicos, o Tarot é apreciado como uma instigante fonte de inspiração e de aplicação em variadas situações e propósitos.
... e um sentido lúdico

Os registos históricos, datam a partir do século XIV, mencionando a utilização das cartas apenas como fonte de lazer, em jogos e passatempos. Essa função lúdica permanece viva até hoje, pois o que chamamos de jogos de baralho ou baralho comum, é exactamente o mesmo conjunto que os escritores modernos denominam de arcanos menores.
Para mantermos uma atitude aberta em relação ao Tarot é bom não esquecer que este conjunto simbólico sobreviveu até hoje e se difundiu, não em relação ao seu sentido mais profundo, mas pelo interesse que despertou como jogo de lazer ou de apostas a dinheiro e, também, como instrumento de cartomancia.

Tal como um verdadeiro Mutus Liber, o Tarot não veio acompanhado de normas ou dogmas, para ser utilizado obrigatoriamente deste ou daquele modo; todas as regras que hoje conhecemos foram inventadas posteriormente. Portanto, as normas e regras de utilização que lemos e ouvimos, as afirmações do que é certo ou errado, devem ser compreendidas de modo muito relativo e flexível. Os verdadeiros autores do Tarot, aqueles que sabiam do que se tratava, permaneceram anónimos e sem palavras. Ninguém, hoje em dia, pode se autorizar para falar em nome dos mestres originais.

O Tarot permanece um desafio em aberto. O que podemos fazer é associarmo-nos para tentar decifrar os símbolos e ensinamentos que se ocultam sob o conjunto das 78 cartas. E para fugir aos erros da subjectividade, nada melhor que trabalhar em grupo, partilhar, colocar à prova as nossas reflexões.
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Um mapa astral é composto por 12 signos e 12 casas onde assentam os vários planetas (isto dito muito resumidamente).
Ninguém tem as casas(e os signos) todas ocupadas, sendo que algumas ficam sem planetas. As casas onde temos planetas e outros astros mostram onde vamos gastar mais energias, onde teremos de nos esforçar mais para nos desenvolvermos enquanto Ser. As casas ocupadas demonstram onde teremos os principais desafios e as principais alegrias. Por exemplo, não termos planetas na casa do casamento não significa que não vamos casar ou que vamos ficar solteiros para sempre, apenas significa que não vai ser uma área prioritária na nossa vida, que pode desenvolver-se sem grandes problemas, com naturalidade.


Casa I, Identidade
A primeira casa do mapa astral descreve as experiencias que contribuem para o autoconhecimento que são necessários para o desenvolvimento pessoal que é utilizado para o relacionamento pessoal e a forma como as pessoas se projectão para o mundo.
É esta a casa que simboliza auto estima e a nossa aparência física de modo a alterar a forma como as outras pessoas nos veem e o impacto inicial que causamos às outras pessoas.
De forma resumida pode dizer-se que esta casa identifica a individualidade do individuo e tudo aquilo que este pretende encontrar e conhecer na sua jornada da vida.
O signo que estiver nesta casa representará o signo do ascendente.

Casa II, Valores
A segunda casa representa todos os recursos sejam estes materiais ou emocionais que as pessoas valorizam assim como o seu amor-próprio e autoestima.
São estes valores que condicionam a forma como as pessoas enfrentam os desafios que vão surgindo ao longo da vida.
Os recursos emocionais transformam-se em valorização pessoal e autoestima, já os recursos materiais oferecem segurança. É nesta casa que os valores e a força de atração são definidos já que os planetas mostram a forma como as pessoas estão unidas e o grau de dependência e o sentido de posse e pertença.

Casa III, Percepção, Comunicação
A Casa III representa a forma como as pessoas interpretam toda a informação que lhes são transmitidas dentro da sua comunidade.
Entende-se assim por "Comunidade" todos os agentes que estão a volta de um individuo, sejam estes família, vizinhos, amigos, comunicações, noticias, etc. 
Esta casa rege todas as variáveis relacionadas com o pensamento racional e consciente dos indivisos, assim como a memória, o discurso, a educação pré-escolar e do ambiente, da escrita e da comunicação, etc. ou seja, tudo que esteja relacionado com a assimilação e aprendizagens de novos conhecimentos e ainda com o desenvolvimento intelectual das pessoas.
São os Planetas desta casa que descrevem a quantidade e a qualidade da energia mental e nervosa dos indivíduos.

Casa IV, Segurança, Familia
Toda a segurança e suporte emocional e de autoestima do subconsciente são representados pela IV Casa.
Todo este suporte é baseado nas experiencias vividas durante a infância, assim como a forma de agir e pensar é do individuo é determinada pela vivencia e experiencia transmitida pelos educadores.
A forma como as pessoas aceitam ou rejeitam os outros é determinada durante a infância e o crescimento do individuo. São essas experiencias emocionais que desenvolvem as capacidades de receber.
É através desta casa que se revelam as origens e o EU mais profundo do individuo, assim como todas as suas raízes e suportes emocionais transmitidos pelos seus educadores, sejam estes pais, mães, avos, etc.

Casa V, Criatividade, Auto-expressão, Prazer
A V Casa revela-nos as necessidades de amor e afectivas de cada individuo, assim como a forma e onde é possível libertar as energias e emoções.
Quanto mais emocionais as pessoas são, maior será a necessidade dos canais de expressão construtiva. Esta é a casa onde se encontras todos os aspetos relacionados com as formas de autoexpressão e dramatização da vida cotidiana, das brincadeiras e dos hobbies, dos casos amorosos, das brincadeiras e diversões que fazem parte de cada individuo.
Será este dinamismo que permite as pessoas brincarem com a sua criatividade de modo a alcançar os limites da individualidade que faz parte a criança interior que existe em cada pessoa.

Casa VI, Deveres, Emprego, Rotina diária
As características como a criatividade que fazem parte da V Casa, necessitam de ser planeadas e analisadas de forma disciplinada em função da VI Casa.
Nesse sentido, esta casa representa o nível mais alto do desenvolvimento auto pessoal. É esta autorregulação que determina a capacidade do individuo de se relacionar com os outros.
As características principais desta casa vão dos hábitos às rotinas diárias, da saúde à doença, do emprego ao laser. Esta casa é representada pelas coisas que possam interferir na saúde dos indivíduos assim como as atitudes que nos ajudam a manter saudáveis.
É possível perder de vista a verdadeira finalidade que nos torna pessoas úteis e as consequências dessa inutilidade poderão refletir-se no estado físico em forma de doença.

Casa VII, Cooperação, Relacionamentos, Casamento
Associada aos relacionamentos de todos os tipos, sejam estes relacionamentos de amizades, casamentos, contractos, profissionais, sociedades, ou até mesmo ações judiciais.
Em astrologia na primeira casa, os indivíduos expõem as suas energias ao mundo e é na sétima casa essas energias retornam, assim como o nível de interação que os indivíduos tem entre si e é nesta casa que as inimizades são declaradas.
A VII Casa traz o auto conhecimento adquirido pelos indivíduos através dos seus relacionamentos.

Casa VIII, Regeneração, Misticismo, Morte, Sexo
A Casa VIII simboliza todo o apoio que recebemos das pessoas que nos rodeiam, a fim de sacrificar os limites do ego com objetivo de atingir de uma certa libertação.
Esta casa está relacionada com a morte e o renascimento, lidando assim com as questões de misticismo. É na oitava casa que se regem todas a regras relacionadas com todo o crescimento, evolução e transformação pessoal.
Todas as questões relacionadas com relações pessoais, sexo, laços afetivos sejam estes ao nível da amizade ou do amor, reencarnação e corpo astral fazem parte das características desta casa. 
Pode-se dizer que é na Casa VIII que podemos compreender a faceta pessoal de um individuo e ainda compreender se a sua psique está ou não sob pressão, a fim deste poder trabalhar de forma mais cooperativa com outras pessoas para que haja uma transformação.

Casa IX, Aspiração, Crenças, Viagens, Estudos
Na Casa IX estão todos os assuntos relacionados com a “mente superior”, ou seja, é nesta casa que as pessoas tiram partido das experiencias vividas a fim de encontrar a verdade que ajuda a formar os ideais e a filosofia de vida de cada pessoa.
Nesta casa os indivíduos ganham consciência dos factos, com objectivo de lhes atribuir um significado a fim de compreender como é que as coisas estão interligadas. Aqui fica tudo o que sobra da purificação encontrada na Casa VIII para ligar a essência de cada individuo à verdade.
Alguns planetas que aparecem na Casa IX, podem ser vistos como uma indicação da forma como cada individuo pode ou não aceitar os limites convencionais.
Pode dizer-se que são características desta casa tudo o que está relacionado com a formação académica superior, a intuição, visões espirituais, religião, fé e viagens longas.

Casa X, Honra, Reconhecimento, Vida pública, Status
A décima casa representa a capacidade que os indivíduos têm de criar e manter a sua imagem social e aquilo que representamos para os outros.
Simboliza a autoridade e a orientação de cada individuo na sociedade baseada nos seus valores e crenças adquiridos através das pessoas nos guiaram ao longo da nossa vida.
É nesta casa que estão todas as pessoas que exercem algum poder sobre nós e que exercem alguma influencia na nossa honra e reputação. Alguns planetas que aparecem nesta casa, indicam as necessidade de reconhecimento que os indivíduos possuem.
A Casa X representa o status que de alguma forma esta relacionado com as ambições de promoção, a fama e os objectivos de chegar mais longe na vida.

Casa XI, Consciência Social, Comunidade, Amigos
A Casa XI representa os amigos e a vida social em grupo e que está relacionada com as situações em que o individuo é obrigado a mudar o seu comportamento em função das outras pessoas.
É nesta casa que encontramos uma identidade dentro de um grupo e ao contrário da Casa VII que presenta o individualismo (um-para-um), esta representa a vida em sociedade (“um-para-muitos”).
Os planetas existentes nesta casa demonstram o tipo de pessoas e energias que atraímos para nós. Muitos indicam que necessitamos dos nossos amigos para nos apoiar de modo a aceitar e nos sentirmos valorizados por aquilo que fazemos.

Casa XII, Subconsciente, Segredos, Instituições, Karma
A Casa XII, última casa astrológica representa as forças e fraquezas conhecidas ou desconhecidas e a união do lado espiritual e místico dos indivíduos.
Esta casa está relacionada com um lado “negro” do subconsciente, nomeadamente a tristeza e o sofrimento, as limitações e obstáculos e frustrações que vão aparecendo ao longo da vida.
Também está relacionada com locais de confinamento nomeadamente instituições psiquiátricas, hospitais e prisões, etc. Para que as dividas espirituais possam ser pagas é necessário o auto sacrifício e disponibilidade para que a pessoa se entregue de corpo e alma a causas superiores. 
Por vezes esta casa é denominada como a lixeira do horoscopo, por ser aqui que as pessoas escondem os seus desafios e dores para enfrentar as dificuldades que recusamos admitir.

fonte: Sem permissão para ver links. Regista te ou Entra
livro: a biblia da astrologia - Judy Hall
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Tarot / Os baralhos de Ciro Marchetti
« Última mensagem por Ricardo em Março 13, 2018, 12:36:00 am »
Este senhor, criador a meu ver de alguns dos mais fantásticos baralhos de Tarot e outros oráculos, apresentou este vídeo sobre o seu trabalho no congresso da "Tarosophy association" em Outubro deste ano em Palm Beach, Califórnia.

Deliciem-se (ponham a musica). :)

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Criaturas Lendárias / Mundo do Lobisomem
« Última mensagem por Ricardo em Março 13, 2018, 12:14:38 am »
Os lobisomens aparecem em muitas histórias antigas. Em algumas histórias, eles próprios se transformam em lobos. Podem conseguir isso cobrindo-se com uma pele de lobo, bebendo água depositada em uma pegada de lobo ou esfregando um ungüento mágico sobre o corpo. Em outras lendas, as pessoas são transformadas pelo poder mágico de outras.
 
Pelo mundo todo, lendas e superstições mostram o lobisomem como um personagem maligno. De acordo com antigas crenças, é um homem que possui a maldição ou poder de transformar-se em lobo durante a noite, em particular sob a influência da lua. Presumia-se que a maldição era contraída através da mordida de um outro lobisomem, ou amaldiçoada por um mago. A imagem mais comum é a de uma criatura do mal, percorrendo a noite em busca de vítimas, tanto animais quanto humanas. Os lobisomens, na maior parte das histórias, tentam comer as pessoas. As pessoas que são ameaçadas pelos lobisomens usam vários métodos para trazê-los de volta à forma humana. Entre esses métodos incluem-se dizer o verdadeiro nome do lobisomem, bater três vezes na testa dele e fazer o sinal-da-cruz. De acordo com as histórias, um modo de se descobrir a identidade do lobisomem é ferí-lo depois procurar uma pessoa que tenha os mesmos ferimentos.
 
As histórias sobre os lobisomens já foram muito comuns na Europa, com vários nomes, e se difunde no Brasil pelas vilas e roças. É um homem que se transforma em lobo ou cão. Geralmente é descrito como um homem recoberto de pêlos de lobo que, nas altas horas de Sexta-feira, sai à procura de suas vítimas, de quem bebe o sangue. Lendas de outras partes do mundo contam sobre pessoas que se transformaram em outras espécies de animais. Entre esses animais estão os tigres, em Mianmá e na Índia; as raposas, na China e no Japão; os leopardos, na África ocidental; e as onças, entre os índios da América do Sul.
A palavra técnica para lobisomem é licantropo. Essa palavra vem do nome de um rei da mitologia grega, Licaão, que foi transformado em lobo pelo deus Zeus. Licantropia é uma forma de doença mental em que a pessoa imagina que é um lobo.
 
Lendas e superstições mostram o lobisomem como um personagem malígno. Um homem ou espírito na forma de um lobo que vaga pela terra à noite. De acordo com antigas crênças, é um homem que possui a habilidade da transmutação em um lobo durante a noite, em particular sob a influência da lua.
 
Esse termo foi originalmente usado para descrever um homem capaz de transformar-se em um lobo, mas hoje é mais utilizada na psiquiatria para descrever um bem conheçido tipo de alucinação. É uma doença psicológica a qual o efeito é a crênça, por parte do infectado, de que seja realmente um lobisomem. Em muitos casos Lincantropia é o resultado de um ocorrido desejo por poder ou até mesmo desejos sexuais reprimidos. Mas existem alguns lincantropos que são mais afetados mentalmente do que outros, tornando-os muito perigosos por seus arredores, e até por matar em extremo.

As lendas sobre Lobisomens tiveram início na França, no séc. XV. Mais de 30.000 ações judiciais contra Lobisomens aconteçeram. E quase 100 delas foram executadas pois eles teriam cometido seus crimes na forma de um lobo. Na verdade esses pobres diabos eram apenas Lincantropos.
 
Não se sabe exatamente quando os Lobisomens apareceram. A primeira aparição deve ter ocorrido no século 5 a.C., quando os Gregos, estabelecidos na costa do Mar Negro, levaram estrangeiros de outras regiões para mágicos capazes de transformar a si mesmos em lobos. Os anciãos diziam que essa metamorfose tornava possível a aquisição da força e astúcia de uma fera selvagem, mas os Lobisomens retiam suas vozes e vislumbre humanos fazendo com que não fosse possível distingui-los de um animal comum. Por outro lado, a verdadeira e mais comum lenda dos Lobisomens nasceu em terras francesas.

De acordo com as lendas, existem quatro formas de alguém se tornar um Lobisomem. Elas vêm a seguir:

 
1a: Pela própria maldição, resulta em o que é chamado de Lobisomem Alpha, que pode ser visto como o primeiro Lobisomem de uma grande família. O desafortunado indivíduo ganha a perversa maldição por ter desafiado ou destruído um poderoso mago. Ele irá perceber que está amaldiçoado na primeira noite de lua cheia, depois do encantamento. A primeira metamorfose é a mais traumática e uma completa surpresa.


2a: Transmissão hereditária devido ao fato da criança do Lobisomem obter a mesma maldição de seu pai ou mãe. É exatamente o mesmo resultado de ser mordido por um Lobisomem. Se um Lobisomem decidir transmitir a maldição para outra pessoa, é suficiente que ele a morda. Mas normalmente, o Lobisomem irá considerar muito cruel amaldiçoar alguém dessa forma, então escolherá matar e devorar a vítima.
 

3a: Sobreviver à um ataque: Se alguém for mordido e sobreviver, ele vai dormir bastante nas próximas semanas enquanto a doença se propaga por seu corpo. Com a primeira lua cheia, a vítima vai descobrir seu novo e maléfico potencial e um incontrolável desejo de sangue (não limitado à humanos).


4a: Um método discutível de se tornar um Lobisomem é ser mordido por um Lobo que decide amaldiçoar um homem, por qualquer rasão. O princípio continua então como a maldição por mágica, não significando doença, mas metamorfose na primeira noite de lua cheia.
 

Hierarquia das Famílias
 

Um Lobisomem Alpha pode gerar uma série de Lobisomens Beta na terra, tanto por reprodução quanto através de mordida. Este deve absolutamente manter a lealdade dos Lobisomens Beta, porque se não, como são imortais, o resultado será sangrentas batalhas pela liderança da alcatéia. Certos Lobisomens rebeldes podem instigar atritos em uma alcatéia. Sem dúvida, os Lobisomem Alpha, mesmo sendo o líder, não pode realmente machucar um Lobisomen Beta de sua família, pois neste caso todos os danos que ele infligir, serão também infligidos nele próprio, podendo levar à morte. Por outro lado, um Lobisomem Beta pode matar um Lobisomem Alpha sem dificuldade e, assim, libertá-lo da maldição. Para a sorte do Lobisomem Alpha, a alcatéia pode controlar os rebeldes, pois um Lobisomem Beta pode matar outro Lobisomem Beta sem problemas. Usualmente, o Lobisomem Alpha é protegido por um ou mais Lobisomens Beta.


É similar à árvore genealógica onde nenhum pode ferir seus descendentes, mas sim, ferir seus ancestrais e irmãos e , ainda, com o fato de que matar um ancestral irá causar uma quebra na cadeia e abençoar todos da mesma família. A maldição é quebrada quando o Lobisomem Alpha é eliminado.
 

Diz a lenda que quando uma mulher tem 7 filhas e o oitavo filho é homem, esse menino será um Lobisomem. Também o será, o filho de mulher amancebada com um Padre.
 

Sempre pálido, magro e orelhas compridas, o menino nasce normal. Porém, logo que ele completa 13 anos, a maldição começa.
 

Na primeira noite de terça ou sexta-feira, depois do aniversário, ele sai à noite e vai até um encruzilhada. Ali, no silêncio da noite, se transforma em Lobisomem pela primeira vez, e uiva para a lua.
 

Daí em diante, toda terça ou sexta-feira, ele corre pelas ruas ou estradas desertas com uma matilha de cachorros latindo atrás. Nessa noite, ele visita, 7 partes da região, 7 pátios de igreja, 7 vilas e 7 encruzilhadas. Por onde passa, açoita os cachorros e apaga as luzes das ruas e das casas, enquanto uiva de forma horripilante.
 

Antes do Sol nascer, quando o galo canta, o Lobisomem volta ao mesmo lugar de onde partiu e se transforma outra vez em homem. Quem estiver no caminho do Lobisomem, nessas noites, deve rezar três Ave-Marias para se proteger.
 

Para quebrar o encanto, é preciso chegar bem perto, sem que ele perceba, e bater forte em sua cabeça. Se uma gota de sangue do Lobisomem atingir a pessoa, ela também vira Lobisomem.

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Magias / Encantamentos / Simpatias / Orações das Horas Abertas
« Última mensagem por Ricardo em Março 13, 2018, 12:04:26 am »
Oração que se lê ao enfermo para se saber se a doença que o
 aflige é natural ou sobrenatural

Esta oração diz-se em latim, para que o enfermo não possa usar de impostura, pois assim, sem entender o que é dito na oração não enganará o religioso, ficando quieto ou se movendo. Uma oração em português, seguida a esta, serve para o mesmo fim.

 

Para o meio-dia

 

Ó Virgem dos céus sagrados

Mãe do nosso Redentor

Que entre as mulheres tens a palma,

Trazei alegria à minha alma

Que geme cheia de dor;

E vem depor nos meus lábios

Palavras de puro amor.

Em nome de Deus dos mundos

E, também do Filho amado

Onde existe o sumo bem,

Seja para sempre louvado

nesta hora bendita.

Amém.

 

Para as Trindades

 

A Santíssima Trindade

Me acompanhe toda a vida,

sempre ela me dê guarida,

De mim tenha piedade;

O Pai eterno me ajude,

O filho a bênção me lance,

O Espírito Santo me alcance

Protecção, honra e virtude;

Nunca a soberba me inveje,

Em vez do mal faça o bem,

A Santíssima Trindade,

Me acompanhe sempre.

Amém.

 

 

Para a Meia-Noite

 

Ó anjo da minha guarda,

Nesta hora de terror,

Me livre das más visões

Do diabo aterrador;

Deus me ponha a alma em guarda

Dos perigos da tentação,

De mim aparte os meus sonhos

E opressões do coração:

Ó anjo da minha guarda,

Por mim pede à Virgem-Mãe

Que me preserve dos perigos

Enquanto foi vivo.

Amém.

 

 

Havendo sinais de que a causa da doença é demónio ou alma penada, o religioso deverá dizer a ladainha em latim. No fim da ladainha, ponha-lhe o “preceito ao demónio para que não mortifiquem o enfermo enquanto esconjura”.

 

“Praecipitur in Nomine Jesus, ul desinat nocere aegroto, staim cesse delirium et illuo ordinate discurrat. Si cadat, ut mortuus, et sine mora surget ad praeceptu Exorcistae factu in Nomine Jesus. Si aliqua parte corporis si dolor, vel tumor, at ad signo Crucis, vel imposito praecepto in Nomine Jesus. Quando Sacramenta. Reliquias, et res sase praecitite dure. Quando imaginationi, se presentate res inhonestae contra Imagines Christi, et Sanctorum, et si eodem tempre sentiant in capite, ut plumbum ut aquam frigidam vel ferrum ignitem, et hoc fugit ad signum Crucis vel invocato Nomine Jesus. Quando Sacramenta, Reliquias, et res sacros odit; quando, nulla praecendente tribulatione desderat se dilacerat. Quando subito patenti lumen aufertur et subito restitur; quando diurno tempore nihil vidit, et nocturno bene vidit et sine luce lugit epistolam; si subito siat surdus, te postea bene vidit et sine luce lugit epistolam; si subito siat surdus, te postea bene audiat, non solum materialia sed spiritualis. Si per septem, vel novem dies nishil, vel parum comedens tortis est pinguis sicuto antea. Si loquitur de Mysteris ultra capacitatem quando non custat de illus sanctitate. Quando ventus vehemens discurrit per totum corpus ad mudum formicarum; quando elevatur corpus contra volutatem patienves, e non apparet a quolevetur. Clamores, scissio tiumtes, arrotationes dentium, quando patiens non est stultus; vel quando homo natura debilis non potest teneri a multis. Quando habet linguam tumidam et nigram, quando guttur instatur, quando audiuntur rugitus ovium, latratus, canum, porcorum grumitus, et similium. Si varie pareter naturam vident, et audiunt, si homines maximo odio perseuntur; si praecipitis se exponunt si oculus horribles habent, remanent sensibus destitui. Quando corpus tali pondere assicitur, ut a multis hominibus elevaret non benedictit, quando ab Eclesias fugit, et aquam benedictam non consetit; quando iratos se ostendunt contra ministros superdonentes Reliquias capit et occulte. Quando imagines Christi, et Virginis Mariae nonlut inspecere sede conspaunt, quando verba sacra nolunt proferre, vel si proferant, ila corrumpunt et balba, cientes sudent proferre. Cum superposita capiti manu sacra ad lectionem Evangeliorum conturbatur agrotus, cum plusquam solitum palpiverit sensus occupantur, gattae sudoris destuumt, anvietates sentit; stridores usque ad Caelum mittit, ser posternit, vel similia facit. Amém.”
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Mitos Urbanos, Lendas & Superstições / O significado da coruja no mundo espiritual
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 11:40:26 pm »
A coruja é a ave soberana da noite. Para muitos povos ela significa mistério, inteligência, sabedoria e conhecimento. Ela tem a capacidade de enxergar através da escuridão, conseguindo ver o que os outros não vêem. A coruja simboliza a reflexão, o conhecimento racional e intuitivo.
Na mitologia é associada à filosofia e a sabedoria, por ser o símbolo da mitológica deusa grega Atenas.
No xamanismo, a coruja é o símbolo da transmutação, da transformação, pois representa a morte do velho para o nascimento do novo. Esta ligada à verdadeira alquimia, que consiste em pegar o material bruto de que somos feitos e nos transformar em ouro alquímico, a pedra filosofal, a iluminação.
É uma exímia caçadora noturna pela sua aguçada visão e vôo silencioso, sendo por esse motivo também um símbolo ligado aos guardiões que procuram manter a ordem no astral inferior (umbral).
A coruja também é associada à magia antiga, sobretudo a alquimia da alma humana, transformando a pedra bruta em ouro alquímico, o símbolo da iluminação, do renascimento moral.
A coruja é vista por alguns índios americanos como a águia da noite e seu principal símbolo no céu é a Lua.
 
  A coruja representa o olhar além das aparências externas, o olhar que descortina a verdade por trás do véu. Aquela que adentra com a visão aguçada e enxerga a escuridão. A coruja conecta com todas as partes do ser, e permite vencer o temor e aprender a qualidade da consciência do existir e do fluir em todos os níveis.   
A coruja está associada a justiça e a retidão, podendo ter sua força evocada para ajudar em questões legais, sobretudo de natureza kármica (quando os guardiões do astral são diretamente evocados pra capturar algum obsessor. É portanto um bom sinal visualizar uma coruja. 
Fonte: profeciasoapiceem
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Outras Abordagens e Conhecimentos Espirituais / A Tábua de Esmeraldas
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 11:39:28 pm »
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A Tábua de Esmeraldas foi um dos textos que deu origem a alquimia e a boa parte do ocultismo, seja ele oriental ou ocidental. Também conhecida como Tábua Esmeralda, ou O Segredo de Hermes, trata-se de um texto antíquissimo que se propões a revelar a natureza do universo e suas transformações. Sua autoria remonta à Hermes Trimegistus, o lendário semi-deus greco-egípcio. Seu texto é sucinto e alegórico e é considerado por muitos a pedra angular da alquimia europeia e de toda tradição hermética posterior.


Verum sine mendacio, certum et verissimum
É verdade, certo e muito verdadeiro.


Quod est inferius est sicut quod est superius, et quod est superius est sicut quod est inferius, ad perpetranda miracula rei unius.
Que o que está embaixo é semelhante ao que está em cima e o que está em cima é semelhante ao que está embaixo, para realizar os milagres de uma única coisa.



Et sict omnes res fuerunt ab uno, mediatione unius, sic omnes res natæ fuerunt ab hac una re, adaptatione.
E assim como todas as coisas vieram do Um, assim todas as coisas nasceram desta única coisa, por adaptação.



Pater ejus est Sol, mater ejus Luna, portavit illud Ventus in ventre suo; nutrix ejus Terra est.
O Sol é o pai, a mãe é a Lua, o vento o embalou em seu ventre, a Terra é sua ama.



Pater omnes Telesmi totius mundi est hic.
O Pai de toda Telesma do mundo está nisto.


Vis ejus integra est, si versa fuerit in Terram.
Seu poder é pleno, se é convertido em Terra.



Separabis terram ab igne, subtile a spisso, suaviter, cum magno ingenio.
Separarás a terra do fogo, o sutil do denso, suavemente e com grande perícia.



Ascendit a terra in cœlum, interumque descendit in terram et recipit vim superiorum et inferiorum.
Sobe da terra para o céu e desce novamente à Terra e recolhe a força das coisas superiores e inferiores.



Sic habebis gloriam totius mundi.
Desse modo obterás a glória do mundo.



Ideo fugiet a te omnis obscuritas.
E se afastarão de ti todas as trevas.



Hic est totius fortitudinis fortitudo fortis: quis vincet omnem rem subtilem omnemque solidam penetrabit.
Nisso consiste o poder poderoso de todo poder: que vencers todas as coisas sutís e penetrará em tudo o que é sólido.



Sic mundus creatus est.
Assim o mundo foi criado.



Hinc erunt adaptationes mirabiles quarum modus est hic.
Esta é a fonte das admiráveis adaptações e seu mecanismo é este aqui indicado.


Itaque vocatus sum Hermes Trismegistus, habens tres partes philosophiæ totius mundi.
Por esta razão fui chamado de Hermes Trismegistos, pois possuo as três partes da filosofia universal.


Completum est quod dixi de operatione Solis.
O que eu disse da Obra Solar é completo.
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