Autor Tópico: Mistérios do Mundo Antigo  (Lida 356 vezes)

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Offline Neferus

Mistérios do Mundo Antigo
« em: Abril 04, 2017, 02:23:53 pm »
Entender os acontecimentos do passado é o trabalho de historiadores e arqueologistas. E quando eles olham para trás, testemunham os altos e baixos das antigas civilizações, pois a humanidade percorre repetidamente um caminho de construção e destruição, como já foi visto, por exemplo, no Egito e em Roma.

Ainda assim, certas civilizações antigas – ou traços das mesmas – insistem em parecer completamente estranhas aos olhos dos especialistas, oferecendo indícios em monumentos e relíquias que destoam das teorias convencionais. Certas lendas e achados incomuns levantam mais questionamentos do que apresentam respostas sobre a história destes povos.

Algumas destas civilizações são tidas como tão avançadas tecnologicamente quanto antigas, e sua fama de pacifismo é afirmada com ênfase, especialmente pelo fato de terem sido – na maioria dos casos – exterminadas por cataclismos naturais, e não pelo confronto com sociedades rivais ou inimigos históricos.

E mesmo assim, apesar de tantos registros e evidências, não tem sido possível para pesquisadores e especialistas determinarem se elas existiram de fato. Apresentamos uma lista dos 7 mistérios mais intrigantes destas sociedades do Mundo Antigo:

7. A Idade das Pirâmides e da Esfinge do Egito

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A maioria dos egiptologistas acredita que a Esfinge de Gizé possui cerca de 4.500 anos. No entanto, este número não passa de uma teoria, podendo se encontrar muito distante dos fatos.

Robert Bauval firma em seu livro “A Idade da Esfinge”:
Não existe inscrição – nem mesmo uma – esculpida em uma parede ou em uma estela, ou mesmo escrita em papiro, que associe a Esfinge com este período.”

Então, quando ela foi construída? John Anthony West desafiou a idade do monumento estimada pela maioria dos especialistas, quando notou certas erosões verticais em sua base que somente poderiam ter ocorrido se a Esfinge tivesse sido exposta por muito tempo a chuvas muito intensas.

Mas, no meio do deserto? De onde teria vindo toda esta água? Esta região do planeta apenas experimentou tal intensidade de chuvas há mais de 10.000 anos atrás. Isto faria da Esfinge cerca de duas vezes mais velha do é aceito na atualidade.

Bauval e Graham Hancock fizeram os cálculos, e estimaram que a Grande Pirâmide – assim como a Esfinge – data de cerca mais ou menos 10.000 anos, uma época anterior à própria civilização egípcia.

Isto levanta questões muito importantes acerca da existência de uma poderosa e avançada civilização existente em um período anterior ao dos antigos egípcios. Além disso, nos faz questionar quais teriam sido os propósitos destes construtores?

6. As Linhas de Nazca

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As famosas linhas de Nazca estão localizadas em um deserto cerca de 350 quilômetros ao sul de Lima, capital do Peru.

São figuras medindo aproximadamente 60 quilômetros de comprimento e quase 2 quilômetros de largura, que têm quebrado a cabeça da comunidade científica desde que foram descobertas na década de 1930.

As linhas são perfeitamente retas, algumas paralelas a outras, sendo que muitas se cruzam, fazendo com que, ao serem vistas de cima, estas linhas se pareçam com pistas de pouso.

Foi a partir desta percepção que Erich von Daniken, em seu livro Eram os Deuses Astronautas?, sugeriu que elas eram na verdade corredores de pouso e decolagem para aeronaves espaciais extraterrestres.

São também muito intrigantes as figuras gigantescas de mais de 70 animais diferentes, entre eles um amacaco, uma aranha e um pássaro. Tais linhas estão desenhadas em uma escala que só as permite serem reconhecidas de uma grande altitude.

Até os dias de hoje, seu significado permanece desconhecido. Alguns acreditam em um propósito astronômico, enquanto outros pensam que elas serviam para alguma espécie de cerimônia religiosa. Há ainda uma teoria que sugere que as linhas indicavam caminhos para fontes de água.

5. A Localização da Atlântida

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Existe uma verdadeira infinidade de teorias a respeito da verdadeira localização do famoso continente perdido da Atlântida. O primeiro registro a respeito deste continente e de sua localização foi realizado por Platão.

Em 370 a.C., o filósofo grego forneceu muitos detalhes sobre esta civilização que habitava uma ilha do tamanho de um continente, e que era muito avançada tecnologicamente, mas não forneceu muitas informações úteis para que fosse definida a sua exata localização.

Obviamente, muitos não acreditam que a Atlântida tenha existido, e consideram o continente como apenas mais uma fantasia de Platão, um pouco menos elaborada do que Sócrates.

Mas entre aqueles que afirmar que Atlântida existiu, há quem forneça testemunhos bastante interessantes. O famoso clarividente Edgar Cayce afirmou que resquícios da Atlântida seriam encontrados em torno das Bermudas. Em 1969, formações geométricas de pedra foram encontrados próximas à Bimini, o que fez com que seguidores de Cayce tomassem esta descoberta como uma comprovação da predição de seu mestre.

Outras localizações propostas para a Atlântida incluem a Antártica, o México, a costa da Inglaterra, e possivelmente a costa de Cuba, como pode ser visto abaixo.

4. O Significado do Calendário Maia

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Dentre os mistérios mais intrigantes apresentados aqui, certamente o Calendário Maia é o que vem causando mais alvoroço, especialmente entre aqueles indivíduos preocupados com o fim do mundo.

Muitas pessoas que já temiam o Calendário porque o consideravam muito complicado, parecem ter encontrado um motivo a mais para temê-lo.

Todo este medo está fundamentado no fato de que a Contagem Longa do Calendário Maia termina numa data que corresponde ao dia 21 de dezembro de 2012 do nosso calendário.

Mas, realmente, o que é que isso significa? Será o fim do mundo ou o fim de uma era? A humanidade irá passar por guerras, cataclismos e desastres, ou entrará definitivamente numa nova era de paz, amor, prosperidade e harmonia com a natureza?

Como todos sabem, este tipo de profecia não costuma se cumprir. Especialmente quando tais profecias tratam de eventos cósmicos cíclicos, os seres humanos esperam observar as mudanças sob a sua própria perspectiva temporal. Muitas gerações se passam até que mudanças possam ser definitivamente constatadas.

De toda maneira, o único meio para descobrir o que significa o final do Calendário Maia é esperar para ver.

3. Os Tesouros Egípcios do Grand Canyon

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A edição de 5 de abril de 1999 da Gazeta do Arizona exibiu um artigo intitulado: “Explorações no Grand Canyon: achados incríveis indicam que povos antigos emigraram do Oriente”.

De acordo com este artigo, uma expedição financiada pelo Instituto Smithsoniano encontrou diversos artefatos que colocariam a história das Américas de pernas pro ar.

No interior de uma caverna aberta na pedra por mãos humanas, foram encontradas tabuletas contendo hieróglifos, armas de cobre e ferramentas, além de múmias e estátuas de divindades egípcias.

A história é muito intrigante, mas sobre ela pairam muitas dúvidas, especialmente porque o local das descobertas nunca mais foi encontrado. O Instituto não reconhece responsabilidade sobre as informações divulgadas a respeito da descoberta, e diversas expedições que partiram em busca da caverna retornaram de mãos vazias.

Seria tudo isso uma farsa? Com que objetivo? De fato, uma história assim não é inventada de uma hora pra outra. Os apoiadores da história garantem que tudo é verdade, e que as áreas restritas do Grand Canyon até mesmo para funcionários, são uma evidência de que há algo maior a ser desvendado.

2. A Cidade Submersa na Região Costeira de Cuba

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Em maio de 2001, uma descoberta excitante foi feita pela Advanced Digital Communications (ADC), que estava mapeando o fundo do oceano em águas cubanas.

As leituras do sonar revelaram algo absolutamente inesperado e fantástico a uma grande profundidade: pedras assentadas de acordo com um padrão geométrico que se pareciam muito com as ruínas de uma cidade.

Mesmo desconhecendo do que se tratava aquela estrutura, os funcionários da ADC reconheceram que a natureza não podia ter construído algo daquela forma.

Tudo levava a crer que se tratava de uma cidade submersa. Até mesmo a National Geographic mostrou um grande interesse pela descoberta, e acabou se envolvendo em diversas investigações subsequentes.

Em 2003, um submarino partiu para realizar uma nova exploração daquelas estruturas. Os técnicos que avaliaram os resultados chegaram a uma prévia conclusão de que muito provavelmente se trata de um grande centro urbano.

No entanto, aguardam novas evidências para fazer uma afirmação definitiva sobre o caso.

1. As Ruínas Submersas do Japão

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Nas costa sul de Okinawa, no Japão, foi encontrada uma estrutura enigmática submersa que pode ter sido construída por alguma antiga civilização perdida.

Há um batalhão de céticos afirmando que a estrutura não passa de uma formação natural, esculpida pela ação das correntes ao longo do tempo. Contudo, ao observar as imagens, esta teoria parece até mesmo loucura.

Depois de alguma pesquisa, outro mergulhador partiu em busca de mais evidências nas águas de Okinawa. Ele ficou chocado ao ver uma passagem gigantesca, feita de blocos imensos de pedra, todos alinhados e dispostos de maneira perfeita, muito semelhante ao que é encontrado do outro lado do Oceano Pacífico, na terra dos antigos Incas, nos Andes.

Estes achados parecem confirmar que a estrutura foi feita por mãos humanas. A arquitetura inclui o que parecem ser estradas pavimentadas e cruzamentos, grandes formações parecidas com templos com altares, escadas que levam a praças amplas, além de caminhos processionais ladeados por pares de torres.

A escala da estrutura é imensa, muito maior do que a escala do ser humano comum. Por este motivo, muitas teorias que cercam esta descoberta afirmam que se trata de uma cidade do antigo continente Mu, ou Lemúria, no qual habitavam seres de estatura compatível com as dimensões das ruínas submersas.


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