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Assuntos Místicos Generalistas / Doreen Virtue publica vídeo polémico (em inglês)
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 04:08:23 pm »
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Assuntos Místicos Generalistas / Como livrar sua casa de espíritos
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 04:07:55 pm »
Como livrar sua casa de espíritos

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Mesmo que se acredite que alguns deles são bons, espíritos ruins podem ter sérios efeitos negativos na sua vida (house image by Earl Robbins from Fotolia.com)

Geralmente, mudar para uma casa diferente pode significar que a energia deixada pelas pessoas que lá viveram anteriormente ainda pode estar presente. Apesar de alguns espíritos serem bons, espíritos maus podem causar efeitos negativos graves em sua vida. No mundo paranormal e cristão, essas energias são chamadas de espíritos. Livrar sua casa deles irá produzir um ambiente mais calmo e melhor para se viver, sem influências negativas.
 

O que você precisa?
Água ou óleo bento, Incenso ou velas


Instruções

1
Faça a unção da sua casa. Os cristãos geralmente usam óleo bento, como azeite de oliva, e água benta para ungir os objetos. Quando você estiver ungindo sua casa, foque nas portas de entrada e saída. Você também deve ungir mais os lugares onde você sente a influência dos espíritos. Outras maneiras de fazer a unção podem incluir usar fumaça de objetos como incensos ou velas.

2
Reze nas áreas mais infectadas. Meditação, desejos bons e orações convencionais são maneiras de orar nas áreas onde os espíritos são mais presentes. Pare nesses lugares depois de ungir a casa inteira e reze ou medite uma oração para que os espíritos saiam.

3
Expulse espíritos malignos. Alguns deles serão mais teimosos para serem expulsos do que outros. Quando esse é o caso, você deve parar e identificar a natureza dele. Chamar o espírito vai permitir que ele saiba que você está falando diretamente com ele. Depois de fazer isso, você deve repreendê-lo. Dizer palavras como "espíritos de violência, saiam dessa casa agora" ou frases semelhantes deve funcionar. Dizer a eles por qual autoridade você está falando, como "em nome de Cristo" ou frases similares, também ajudará a expulsar o espírito ao mesmo tempo em que o deixa saber que ele é indesejado.

4
Recuse as influências deles. Em muitos casos, os espíritos irão lutar depois de serem expulsos. Isso significa que eles vão tentar fazer um grande estrago quando estiverem saindo de uma casa. Recusar a influência dos espíritos sobre você reforçando sua vontade e determinação é fundamental nesse momento. Isso ajudará você a evitar uma guerra espiritual que às vezes pode ter alguns envolvimentos físicos. Abrir um caminho físico, como uma porta ou janela, que permite uma saída mais fácil do espírito para o lado de fora irá acelerar a saída dele. Isso funciona como as crenças que acreditam que o relâmpago (energia) procura pelo caminho de menor resistência para o chão.

5
Chame um profissional. A ajuda profissional de um conselheiro espiritual pode ser inestimável. Algumas religiões baseadas no Cristianismo, como o Catolicismo, também acreditam que esses tipos de rituais só podem ser realizados por padres e evangelistas. Conselheiros espirituais vão ajudar a fortalecer o processo, além de darem conselhos importantes.


Dicas & Advertências
Novos itens que forem levados para casa também devem receber oração e serem "desinfetados espiritualmente" dos espíritos ruins para evitar contaminação espiritual cruzada.
Todos os espíritos detectados na casa devem ser verificados por outras fontes externas antes de fazer a limpeza, remoção ou exorcismo.
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Descubra o significado das cores dos olhos, e o seu efeito no ambiente e em sua vida cotidiana:

QUEM TEM OLHOS VERDES
Sem espiritualidade: são manipuladoras, são muito mentirosas e usam da sedução para conseguir seus objectivos.

Com espiritualidade: Acalmam emoções e ambientes, e também aceitam muitas vezes o perdão de outras pessoas.

OLHOS AZUIS:

Sem espiritualidade: Fria e egoísta. Só querem saber delas próprias.

Com espiritualidade: Limpa o ambiente e retiram as dores nas pessoas. Quando essa pessoa olha outra nos olhos, abre o seu portal da felicidade.

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OLHOS CASTANHOS (MARRON):

Sem espiritualidade: Arranja muitas brigas, e às vezes, é injusta, e barraqueira.

Pessoas espirituosas: É uma pessoa forte. Faz terremotos, mas sem afetar ninguém, coloca autoridade e ordem onde pisa, com muita força e respeito e espiritualidade.

OLHOS MEL (CASTANHO CLAROS)

Pessoas sem espiritualidade: São completamente falsas. É interesseiro preconceituoso. Se joga nas pessoas para conseguir seus objetivos.

Pessoas espirituosas: Se você gosta de mel quer dizer que você é uma pessoa evoluída, mais próxima de encontrar a iluminação, é uma “mãezona” ou um “paizão” para a humanidade..

OLHOS QUE MUDAM DE COR:

Esse camaleão entra e se adapta em qualquer ambiente, para jogar umas pessoas contra as outras, a fim de conseguir seus objetivos. Manipula para conseguir seus objetivos.

Pessoas espirituosas: mantém a capacidade de conseguir entrar e se adaptar em qualquer grupo e vibração, para levar luz. Ela se adapta tão bem e consegue tirar pessoas das trevas e trazer para a luz.

OLHOS CINZA:

Geralmente encontrado em recém-nascidos e idosos. Significando que eu não sei da vida, não entendo é o reflexivo, introspectivo e fechado. Perdeu as cores e as emoções.

Em pessoas sem espiritualidade: É triste e leva a vida num desânimo, ao olhar para alguém poderá causar depressão e desânimo.

Em pessoas espirituosas: Traz sossego às pessoas, ás fazem pensar e rever seus conceitos e atitudes.

OLHOS NEGROS:

Pessoas sem espiritualidade: Nasceu para matar! Ele olha para você e você se sente mal, porque ele entra em sua essência e destrói tuas energias só pelo olhar.

Em pessoas espirituosas: Se é um olho preto com luz. Você olha e ainda sente medo. Só que desta vez, ele mata o que tem de ruim dentro de você.

 

Via: SomosArts.com
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Enigmas e Mistérios / Os mistérios do sangue e a cura emocional da mulher
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:47:01 pm »
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A primeira e mais antiga forma de medir o tempo foi pelo ciclo menstrual das mulheres. Olhando o céu e contando os dias para a chegada da menstruação ou para a confirmação da gravidez, as mulheres criaram os primeiros calendários e estabeleceram as bases do conhecimento místico e mágico da Lua. A raiz da palavra “menstruação” vem do latim mens e significa “lua” e “mês”.

Para os povos antigos, a menstruação era um dom dado às mulheres pelas Deusas para que elas pudessem criar e perpetuar a própria vida. A sincronicidade do ciclo lunar e menstrual refletia o vínculo entre a mulher e a divindade, pois ela guardava o mistério da vida em seu corpo e tinha o poder de tronar real o potencial da criação. Esses ciclos também refletiam oas estações e mudanças da natureza, o ventre aparecendo como receptáculo da vida eterna, simbolizado pelo cálice, caleirão ou Graal em vários mitos. Todos os homens nascem da mulher, seus corpos são formados do tecido de seu útero, o sangue que corre na veia do recém-nascido é o sangue de sua mãe. O poder da mulher vem através de seu sangue, por isso ela não deve temê-lo ou desprezá-lo, mas considerá-lo sagrado, imantado com o poder que liga a mulher à Fonte da Criação.

Considerada pelos povos antigos como a “Flor da Lua” ou o “néctar da Vida”, a menstruação passou a ser denegrida e desprezada pelas sociedades patriarcais, que a consideravam a origem do poder maligno da mulher, a marca do demônio, o castigo dado a Eva por ter transgredido as regras e obediência e submissão. Enquanto que nas sociedades matrifocais as  sacerdotizas ofereciam seu sangue menstrual à Deusa e faziam suas professias durante os etados de extrema eansibilidade psíquica da fase menstrual, a Inquisição atribuía esse poder oracular a prova da ligação da mulher com o Diabo, punindo e perseguindo as mulheres “videntes”. E assim originaram-se os tabus, as proibições, as crendices e as superstições referente ao sangue menstrual.

“Tabu” é uma palavra de origem polinésia , cujo significado – “sagrado” – refere-se a tudo aquilo que por ser imbuído de poder especial chamando mana nao podia ser tocado ou usado por pessoas que não estivessem preparadas para lidar com essa energia, o que poderia lhes ser prejudicial. O sangue mesntrual ou pós-partum era impregando de man, sendo por isso considerado sagrado, ou seja tabu.

Com o passar do tempo, o significado da palavra tabu foi deturpado para proibido, reendo uma conoação negativa e até mesmo perigosa, preincipalemnte para homens que temiam esse poder misterioso da mulher. Esse temos vinha do fato de que o homem, quando sangrava, era por ferimento ou doença, com consequências quase sempre fatais.

Infelizmente, milêncios de supremacia e dominios patriarcal despojaram as mulheres de seu poder inato e negaram-lhe até memso seu valor como criadoras e nutridoras da própria vida. Reuzidas a mera reprodutoras, fornecedoras de prazer ou de mão-de-obra barata, as mulheres foramconsideradas incompetentes, incapazes, desprovidas de qualquer valor e até mesmo de uma alma!

Não mais o respeito e a veneração pelo poder sagrado de seu sangue, mas a vergonha, a repulsa, o silêncio sobre “aqueles dias”, as  ausações e explicações cinetíficas dos estados depressivos, explosivos ou da mudança de humor como algo mórbido, que deveria sert ratado com remédios ou indiferença.

Em vez dos antigos rituais de renovação e purificação nas Cabanas ou Tendas da Lua, onde as mulheres se isolavam para recuperar sua energia e abrir seus canais psíquicos para o intercâmbio com o mundo espiritual, a mulher moderna deveria disfarçar, esforçando-se para continuar com suas atribuições cotidianas, perdendo o contato e sintonia com seu corpo e a nenergia da Lua. O resultado é  tensão pré-menstrual, as cólicas, o ciclo deseordenado, o deconhecimento dos “Ritos de Passagem” edos “Mistérios da Mulher”.  As meninas passam por sua menarca sem nenhuma preparação ou celebração, aprendendo, muitas vezes, as verdades sobre seus corpos de forma dolorosa ou prejudicial. Ao chegar na menopausa, a mulhersente-se marginalizada, desprezada, envelhecida, sem receber apoio ou ensinamento  de ocmo atravessar e aproveitar essa nova fase plena de possibilidades e de sabedoria.

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 Pelo resurgimento do Sagrado Feminino, as mulheres estão reaprendendo o verdadeiro valor sagrado de seus corpos, de suas mentes e de seus corações. Restabelecem-se os rituais de passagem, celebrando as fases de transição na vida da mulher: a menarca – primeira menstruação – , a maturidade sexual, a gestação, o parto e a menopausa.

É imperativo à mulher contemporânea recuperar a sacralidade de sua biologia. ara isso, ela deve lembrar seus antigos conhecimentos, compreender os verdadeiros mitos e arquétipos de sua natureza lunar, reconhecer o poder mágico de seu ventre e sua conexão com a Deusa.

A sociedade atual, altamente industrializada e intelectualizada, é carente de Ritos de Passagem e Celebrações, preocupando-se apenas com a produtividade, o consumismo e o modismo.

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 É vital para a mulher moderna suprir essa lacuna lendo e reaprendendo as antigas tradições, usando sua intuição e sabedoria para adaptá-las à sua realidade moderna, celebrando os Ritos de Passagem.

Esse ato de “acordar” e “relembrar” reconecta a mulher à sua esência verdadeira, dando-lhe novs meios para viver de forma mais plena, harmônica, mágica e feliz.

Extraído do Anuário da Grande Mãe – Mirella Faur.

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Aquilo Que Nem O Cristo, tão pouco Deus Jamais Fará Por Você

Nenhum homem pode fazer um mundo melhor como é o Universo: perfeito e harmonioso. Nenhum homem é capaz de converter outro homem.  Nem Jesus, durante a vida na terra, converteu ninguém, nem mesmo conseguiu impedir que um dos seus discípulos se pervertesse. Portanto, ninguém tem o poder para melhorar nada do que foi criado.

Uma coisa, porém, você pode fazer que nem Deus nem o Cristo podem fazer por você ou em seu lugar: fazer-se bom. Ninguém, exceto você, se pode fazer bom. Ninguém pode ser bom em seu lugar.

Você foi criado com a potencialidade de ser bom, mas você pode se fazer bom ou não. Você pode se fazer melhor do que Deus lhe fez – e também posso se fazer pior. É esta a onipotência do livre-arbítrio, para o Bem e para o Mal. Você esta aqui na Terra para fazer por si mesmo o que ninguém pode fazer – está aqui para se fazer bom.

A creaturidade que lhe foi dada deve manifestar-se em criatividade positiva para o bem. Mas que quer dizer ser bom? Ser bom é tornar explícito a sua natureza implícita. Ser bom é conscientizar de que as boas obras que  faz é a manifestação do poder criativo que você herdou da Divindade.

Ser bom é se convencer que dentro de si tem um tesouro oculto. Convencer-se de que deve fazer com que esse tesouro se manifeste. Ser bom é saber que você é a luz do mundo, mas que não deve deixar a sua luz debaixo de uma mesa e sim no alto do candelabro. Como recomendou o Cristo. Ser bom é conscientizar que a sua alma é uma pérola preciosa, que deve trazer à tona do oceano da sua vida.

Ser bom é fazer transbordar a experiência mística na vivência ética da fraternidade universal dos homens. Ser bom é fazer extremamente no seu Agir o que você faz internamente no seu Ser. Mas, se você não se fizer bom como pode e deve, a sua vida na Terra será frustrante, pois terá vivido 50, 60, 80 anos ou mais sem saber por quê.

Texto de Huberto Rohden, adaptado pelo Portal Raízes.
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Mitos Urbanos, Lendas & Superstições / Coruja será o sinal da Morte?
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:44:19 pm »
Por ser uma ave de rapina noturna, que possui garras e enxerga na escuridão, a coruja pode simbolizar a lua, o misticismo, o bom augúrio; todavia, simbologias atribuídas a este animal variam bastante de cultura para cultura, sendo que muitas delas associam essa ave ao simbolismo espiritual. Para os aborígenes australianos a coruja representa a alma das mulheres.

Por outro lado, muitas crenças associam a coruja com a morte, o desastre, o azar, que por meio de grito ruidoso e olhar penetrante, elas avisam que algo de ruim acontecerá. Não obstante, nalgumas culturas antigas a coruja representava o governante da noite, guardião do submundo e protetor dos mortos.
 Assim, para os astecas, povo pré colombiano que vivia na Península de Yucatán, a coruja simbolizava o "Deus dos Infernos". Sem espanto, algumas culturas creem que as corujas são animais que vêm à terra para comerem as almas dos moribundos. Na Europa, durante a época medieval corujas eram consideradas bruxas disfarçadas. Ainda hoje, a coruja é a divindade da morte e guardiã dos cemitérios.

Na Mitologia Grega, o símbolo de Atena, a deusa da sabedoria e da justiça, era uma coruja uma vez que ela possuía um mascote que, segundo a lenda, lhe revelava os segredos da noite mediante seu poder de clarividência, inspirados pela lua. Atenas corresponde a deusa Romana Minerva, deusa das artes e da sabedoria, que também era representada por uma coruja. Assim, devido à sua capacidade de ver à noite, a coruja foi invocada pelos gregos e também por nativos americanos como um oráculo do conhecimento oculto com poder de clarividência. Em outras palavras, quando os homens dormem, as corujas com seus olhos luminosos, arregalados e, sobretudo, sua visão de longo alcance, inspirada pelo luar, desvendam mistérios pois "enxergam o todo".

Além disso, na mitologia Grega, a coruja representa a figura de Ascáfalo (quando é metamorfoseado), filho de Aqueronte e da Ninfa Orfne e Guarda de Plutão, o Deus dos Mortos. Importante ressaltar que do grego, o termo "coruja" (Gláuks) significa "brilhante, cintilante", enquanto no latim (Noctua) representa a "Ave da noite".

Uma das divindades hindus chamada "Lakshmi", a deusa da prosperidade e da sabedoria, também é representada por uma coruja, nesse caso, branca.
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Enigmas e Mistérios / Os mistérios das "Sextas-Feiras 13"
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:42:37 pm »
"Sextas-Feiras 13. Essa é uma data que dá arrepios em muitas pessoas, gerando medo e até pânico em alguns casos, devido ao receio de que algo ruim acontece nessa misteriosa data.
Mas qual a origem das crenças referentes às Sextas-Feiras 13? Seriam as lendas ditas sobre essa data apenas invenções baseadas em lendas antigas, ou existe algo de real que possa acontecer nesses assustadores dais? "


O que existe realmente por trás das assombrosas datas "Sextas-Feiras 13"?
Seriam as crenças existentes apenas imaginação popular, ou haveria realmente algo místico e real nessas datas, fazendo acontecer em alguns casos tragédias, acidentes e fatos malígnos?
Seria apenas coincidência?

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A Sextas-Feiras no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar, também porque o número 13 é considerado de má sorte.
Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco.
Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio.
A Sextas-Feiras foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar.
Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se, segundo as crinças e superstições, o mais azarado dos dias.

A superstição foi relatada em diversas culturas remontadas muito antes de Cristo.
Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica.
Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados.
Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado, sendo o 13º membro, e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses.
Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituídos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.
Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, Sextas-Feiras).
Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa.

Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, sendo que os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.
Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.
Com relação à Sextas-Feiras, diversas culturas a consideram como dia de mau agouro: Alguns pesquisadores relatam que o grande dilúvio aconteceu na Sextas-Feiras.
A morte de Cristo aconteceu em uma Sextas-Feiras conhecida como "Sextas-Feiras da Paixão".
Marinheiros ingleses não gostam de zarpar seus navios à Sextas-Feiras.
No cristianismo é relatado um evento de má sorte em "13 de Outubro de 1307", Sextas-Feiras, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França.

Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa Sextas-Feiras 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorda-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.
Note-se também que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte.
Alguns incidentes ocorridos nessa data: Mu, terra de nossos ancestrais, foi destruído em uma Sextas-Feiras 13, e esta seria a origem do medo deste dia, segundo o pseudo-historiador James Churchward.

Curiosidade:

Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13.
O medo específico da Sextas-Feiras 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.

 A seguir estão descritos alguns acontecimentos verídicos que ocorreram em "Sextas-Feiras 13" (apenas coincidência?):

- O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma Sextas-Feiras 13 de 1939, onde aproximadamente 20 mil quilômetros de terra foram queimados e 71 pessoas morreram.

- A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi nos Andes foi em uma Sextas-Feiras 13 de 1972.
Os acontecimentos neste acidente deram origem ao livro "Sobreviventes: a Tragédia dos Andes", de Piers Paul Read, e ao filme Sobreviventes dos Andes de 1976.

- Marinheiros tem um receio especial com relação às Sextas-Feiras 13, evitando sair para o mar e mesmo embarcar em seus navios com medo de desgraças e tragédias que possam acontecer.
No século XVIII, a Marinha Britânica comissionou um navio chamado "H.M.S. Friday" (Sextas-Feiras em inglês) com a intenção de suprimir a superstição.
A marinha selecionou a tripulação em uma Sextas-Feiras, lançou o navio em uma Sextas-Feiras e até escolheu um homem chamado James Friday (Sextas-Feiras) para ser o capitão do navio.
E assim, em uma manhã de Sextas-Feiras, dia 13, o navio partiu em sua primeira viagem - e desapareceu para sempre, nunca mais sendo encontrado.

[13 de Outubro de 1307]:

Dirigentes do rei Filipe IV da França invadiram as casas dos Cavaleiros Templários, que eram monges guerreiros durante as Cruzadas, aprisionando milhares de homens sob a acusação de atividades ilegais. Nenhuma dessas acusações foi provada, mas centenas deles sofreram tortura excruciante sob a intenção de forçar confissões, e mais de cem morreram.

[13 de Agosto de 1521]:

O conquistador Hernán Cortés capturou Cuauhtémoc, o governante de Tenochtitlán, e alegou que a cidade agora era da Espanha, marcando o fim do Império Asteca. Cortés se nomeou o novo governante e rebatizou a cidade de Cidade do México.

[13 de Setembro de 1940]:

Cinco bombas alemãs atingiram o Palácio de Buckingham e destruíram a Capela do Palácio, como parte de uma campanha de bombardeio de Hitler.

[13 de Junho de 1952]:

O avião militar sueco DC-3, carregando uma tripulação de oito pessoas, desapareceu nas águas internacionais do Mar Báltico.
O caso ficou conhecido como “Caso Catalina” porque um dos dois aviões de emergência Catalina enviados para procurar o DC-3 foi atacado por forças soviéticas. Em 1991, a força aérea soviética admitiu ter derrubado o DC-3.

Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sextas-Feiras 13.
A maior festa acontece no castelo de Montalegre, em Trás-os-Montes.
Em Montalegre, todas as sextas-feiras 13 há uma grande festa, onde não faltam as bruxas, os bruxos, feitiços, teatro e a famosa queimada.
Na vila de Vinhais, na aldeia de Cidões, também se festeja a Sextas-Feiras 13, onde as pessoas reúnem-se à volta de uma grande fogueira, havendo também um banquete com produtos locais.
Em Cavalinhos, Leiria, as mulheres juntam-se num encontro onde os homens não podem participar.
A noite é das mulheres, que aproveitam para passarem uma noite com muita adrenalina à mistura.
Noutras cidades portuguesas, como Braga, Loulé ou Porto, a Sextas-Feiras 13 é celebrada com muita animação e com muitas bruxas.

O terror das "Sextas-Feiras 13" é algo tão impactante no mundo todo, que foram produzidos os filmes "Sextas-Feiras 13" e suas sequências:

Os Gatos pretos são gatos domésticos com pelagem de cor escura, muito associado à crenças e superstições.
Na Idade Média, acreditava-se que os gatos pretos eram bruxas transformadas em animais, por isso existe a tradição que diz que cruzar com um gato preto é sinal de azar porém, em outras culturas os gatos dessa cor são reverenciados, e significam sorte.
Na Pérsia antiga havia a crença de que quando se maltratava um gato preto, era a mesma coisa que maltratar um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra.

Mas foi mesmo na Idade Média que surgiu a superstição de que os gatos de cor preta davam azar, muito devido aos seus hábitos noturnos, e também pela cor negra, que geralmente é associado às trevas, magia negra e ao diabo.
No século XV, o papa Inocêncio VIII chegou a incluir os gatos pretos na lista de seres hereges perseguidos pela Inquisição, por serem acusados de estarem associados a maus espíritos e por isso, muitos acabavam sendo queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria.
É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos gatos pretos, e são um dos símbolos da sexta feira 13.
Os gatos pretos também foram muito referenciados na cultura popular, além de serem citado em textos e filmes de suspense e terror, e um dos contos mais populares é “O Gato Preto” de Edgar Allan Poe, onde ele responsabiliza o felino por uma série de acontecimentos sobrenaturais.

Observa-se que ocorrem muitos maus tratos à Gatos Pretos, principalmente em Sextas-Feiras 13, devido à ignorância de pessoas que associam esses inocentes animais à magia negra.
É sempre importante lembrar que maus tratos à animais é crime, passível de punição perante a lei, além de demonstrar a falta de caráter de quem pratica esse tipo de delito, pois os animais também tem sentimentos, sentem dor e sofrem, assim como os seres humanos.
Por isso sempre deve-se tratar todos os animais, inclusive os gatos pretos com respeito, carinho e bons tratos.

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Se uma maneira ou outras, sempre é conveniente tomar cuidados especiais em "Sextas-Feiras 13", pois nunca se sabe o que poderá acontecer!
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O enfeitiçamento pode efetivar-se pela força do pensamento, das palavras ou objetos imantados, que produzem danos a outras criaturas. O enfeitiçamento verbal resulta de palavras de crítica antifraterna, maledicência, calúnia, intriga e maldições. Seu autor é responsável perante a Lei do Carma e fica sujeito ao “choque de retorno” de sua bruxaria verbal, segundo a extensão do prejuízo que venha a resultar das palavras ou gestos desfavoráveis ao próximo.

Quando a criatura fala mal de alguém, essa vibração mental atrai e ativa igual cota dessa energia das demais pessoas que a escutam, aumentando seu feitiço verbal com nova carga malévola. Assim, cresce a responsabilidade do maledicente pelo caráter ofensivo de suas palavras, à medida que elas vão sendo divulgadas e apreciadas por outras mentes, atingindo então a vítima com um impacto mais vigoroso do que o de sua força original.

Evidentemente, a pessoa que fala mal de outrem só por leviandade, há de ser menos culpada espiritualmente de quem o faz por inveja, ódio ou vingança. No primeiro caso, as palavras não possuem a força molesta própria de uma deliberação malévola consciente. Porém, quem se concentra na ação deliberada de prejudicar alguém, elabora seu próprio infortúnio.

Quando o ser humano pensa, projeta em todas as direções energias benfeitoras ou malévolas, criadoras ou destrutivas, segundo a natureza de seus pensamentos e sentimentos. A palavra é, portanto, a manifestação sonora do sentimento ou pensamento gerado no plano oculto do ser. É tão sutil e influente a palavra, que certas pessoas, devido a um sentido oculto, chegam a pressentir quando alguém fala mal delas e ficam alertas contra algum perigo iminente.

Também existe profunda diferença entre o ato de maldizer e abençoar. Quando abençoamos, mobilizamos energia na forma de um combustível superior, para expressar a idéia e o sentimento sublimes de nosso espírito naquele momento. Durante o ato de abençoar, o homem revela na sua configuração humana a magnitude, mansuetude e o recolhimento do espírito preocupado em invocar forças superiores e benfeitoras em favor de alguém.

O brilho dos olhos, o gesto das mãos, a expressão do rosto e a quietude do corpo formam um conjunto de aspecto atraente, a combinar-se mansamente com o fluido amoroso que sempre acompanha a palavra benfeitora. Há indizível encanto e respeito no gesto da mãe que abençoa o filho, quando ela mobiliza sua força materna e invoca a condição divina de médium da vida, a fim de rogar ao Criador a proteção amorosa para seu filho. A bênção adoça a alma de quem a recebe e beneficia a quem a dá.

A expressão “Deus te abençoe” é vigoroso mantra que dinamiza na criatura a esperança e o júbilo espiritual. Com o magnetismo energético e hipnótico das palavras, podemos despertar energias e promover transformações miraculosas.

Por outro lado, o praguejador crispa as mãos e os olhos fuzilam despedindo faíscas de ódio; dilatam-se as narinas sob o arfar violento do amor-próprio ferido, ou entorce-se o canto dos lábios sobre os dentes cerrados. A fisionomia fica congesta e retesada, delineando o fácies animal na sua fúria destruidora. A maldição consciente é força tão diabólica, que arrasa a vítima indefesa e massacra seu próprio autor imprudente.

No entanto, a praga ou maldição proferida pela pessoa temperamental e sem controle emotivo, é impulso mais inofensivo do que a carga enfeitiçante e destruidora que se forja lenta e calculadamente no quimismo do laboratório consciente mental. E o povo então considera inofensiva a praga que sai “da boca para fora”, mas arrepia-se quando ela parte do coração.


Fonte: do livro MAGIA DE REDENÇÃO
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Assuntos Místicos Generalistas / Relatos de bruxas – Alimentando se de sangue inocente
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:40:27 pm »
Talvez nas cidades grandes não se falem mais tanto em bruxas quando em cidades do interior, por aqui, as lendas que contam sobre estas bizarras criaturas são de apavorar o sangue até mesmo daqueles que não acreditam no sobrenatural.

Dizem que durante a noite, próximo a grandes florestas, as bruxas se transformam em bolas de fogo ou em animais como grandes aves negras. É a noite que elas procuram sair para comer, pois para manter seus poderes maléficos e vida prolongada devem se alimentar especialmente do sangue de bebês não batizados.

Sobre o ataque destas criaturas as crianças é que existem mais relatos bizarros!

Contam que uma senhora costumava passar as noites fazendo tricô em frente a varanda de sua casa enquanto seu bebê dormia tranquilamente em seu quarto.

Em uma noite ela estava concentrada em seu passatempo quando ouviu seu bebê chorar, resolveu esperar um pouco para ir ver o que estava ocorrendo, pois não queria que seu filho aprendesse que era só chorar que isto iria lhe chamar a atenção. Enquanto esperava viu que um de seus vizinhos apareceu correndo gritando:

- Maria! Maria! Há uma ave negra enorme em seu telhado!

Neste mesmo instante ouviu seu bebê chorar com mais força e então ela correu até o seu quarto. No rosto da criança havia algo negro e comprido, que ligava as bochechas da criança e ia até a janela. Sem hesitação a senhora pegou uma tesoura que havia por perto e cortou o filamento.

Neste mesmo instante o sangue começou a fluir e um grito aterrorizante veio pelo lado de fora. Assustada a mulher pegou seu filho no colo , que estava todo coberto de sangue. Logo todos souberam que o filamento era a língua da bruxa transformada que se alimentava do sangue inocente da criança.

Depois deste dia a mulher batizou o seu filho, nunca mais o deixou sozinho e até hoje sente seu sangue gelar quando vê alguma ave negra durante a noite.

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Assuntos Místicos Generalistas / Não há Vida depois da Morte
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:39:30 pm »
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Cientistas explicam porque é impossível existir vida para lá da morte

Embora seja um assunto há muito discutido, um grupo de cientistas vem agora pôr termo à discussão e provar porque é que é impossível existir vida depois da morte.

O grupo de investigadores esclarece que as leis da física impossibilitam essa hipótese, uma vez que para existir vida depois da morte seria necessário que a nossa consciência se separasse do nosso corpo físico, algo que não acontece.

A consciência, explica, consiste numa série de átomos e eletrões que compõem a nossa mente. As leis do universo não permitem que estes continuem a operar depois do corpo morrer.

"Alegações de que uma parte da nossa consciência persiste após a morte encontra pela frente um grande e insuperável obstáculo: as  leis da física subjacentes ao quotidiano", afirma o professor Carroll do Instituto Tecnológico da California, citado pelo Metro.

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