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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Cemitério de Salem
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 01:00:18 am »
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O cemitério de Salem é supostamente assombrado pelo fantasma de Louiza Catharine Fox, a primeira pessoa assassinada no distrito de Kirkwood. Ela está enterrada no Cemitério Salem, seu túmulo está localizado na parte inferior do morro, na parte mais antiga do cemitério perto de uma árvore velha.
Muitas pessoas têm visto Louiza chorando em seu túmulo. Ela também assombra o local do seu assassinato. Embora o fantasma de Louiza Catharine Fox seja a assombração mais popular neste cemitério, há também outras histórias. Uma lenda diz que se você andar ao redor do exterior do cemitério seis vezes, você vai desaparecer. Há também histórias sobre várias sepulturas antigas, não identificadas, que pertencem a bruxas. O fantasma de uma certa bruxa, é dito ajudar a reunir amantes de coração partido, se uma maçã for colocada em seu túmulo. Outro vai ajudar você a ganhar dinheiro rápido se você jogar moedas e água com açúcar sobre sua lápide. E a última, vai te amaldiçoar se você não levar à ela doces e chocolates. Muitas pessoas afirmam terem visto no local grandes cães infernais, pretos e vermelhos, que atravessam a área do cemitério assombrado. Você pode ouvi-los, supostamente, rosnando e uivando. Outros dizem que eles guardam os muitos cemitérios na área, para que os fantasmas não escapem.
Aqui também abriga o espírito de Alvin, um homem solitário que morreu quando tinha por volta de 39 anos de idade, depressivo por ter o seu coração partido. Dizem que ele persegue mulheres jovens que visitam o cemitério e lhes belisca o rabo .
Há também a história interessante de um motorista de caminhão que caiu no cemitério, quando adormeceu ao volante. O motorista do caminhão não foi morto, mas ele perdeu o braço. O braço agora assombra este cemitério, e as unhas podem ser ouvidas arranhando sobre as lápides nas noites tranquilas.
E finalmente, a última história sobre este cemitério assombrado tem a ver com uma casa fantasma misteriosa, que aparece à noite no meio do cemitério, sempre com sete velas vermelhas acesas nas janelas. Ela simplesmente desaparece quando as pessoas tentam se aproximar dela.
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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Congelier House
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 12:59:49 am »
Charles Wright Congelier era o dono original da velha casa em Pittsburgh, Pensylvania. Ele viveu lá com sua esposa, Lydia, em 1800. As coisas estavam indo muito bem para o Congelier até 1871, quando Lydia descobriu que Charles tinha tido um caso com sua empregada doméstica. Em um acesso de raiva, Lydia Charles esfaqueou-o até a morte e, em seguida, cortou a cabeça da empregada. Após isto a casa permaneceu vaga por algum tempo até 1892, quando foi remodelada para acomodar os trabalhadores da ferrovia em expansão. Os trabalhadores não ficaram por muito tempo na casa queixando-se de ouvir choros inexplicáveis e gritos de uma mulher invisível.

A casa permaneceu vazia por mais alguns anos até que o Dr. Adolph C. Brunrichter comprou a casa, no início de 1900. Os vizinhos acharam Brunrichter estranho, mas de uma maneira inofensiva. Em 01 de agosto de 1901 vizinhos ouviram um grito de gelar o sangue que vinha de dentro da casa. O que aconteceu depois é discutível, mas um vizinho alega que viu um flash de luz vermelha vindo de dentro da casa e o chão começou a tremer. Quando a polícia chegou Dr. Brunrichter estava longe de ser encontrado. Eles acharam o corpo em decomposição de um jovem amarrado a sua cama, encontraram também os corpos decapitados de várias outras mulheres enterradas no porão.

Em 1920, Thomas Edison visitou esta casa assustadora. Edison estava tão inspirado pela casa que ele partiu para fazer uma máquina que permitiria que as pessoas se comunicassem com os mortos. A máquina, infelizmente, nunca foi concluída. Seu desenvolvimento foi interrompido pela morte de Edison.

Infelizmente a casa já não está mais lá, foi destruída quando uma instalação de gás natural localizada perto da casa explodiu.

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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Monte Cristo
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 12:56:56 am »
Um homem chamado William Crawley originalmente construiu esta casa histórica de dois andares na Austrália, em 1884. Após a morte de Crawley é dito que sua esposa só deixou a casa duas vezes, nos 23 anos restantes de sua vida. Após a morte de Crawley  muitas lendas cercaram a propriedade. Por exemplo, é dito que um menino com deficiência mental foi acorrentado a uma parede do celeiro para toda a sua vida, fala-se também de um rapaz uma vez queimado até a morte em um acidente. Diz-se que o Crawley e outros permanecem nesta casa até hoje sob a forma de fantasmas.

Um dos acontecimentos mais intrigantes da atividade paranormal inexplicável é a luz que muitas vezes é vista na propriedade. Pessoas indo de carro ou a pé até a casa, muitas vezes, afirmam ser bombardeadas pelas luzes brilhantes que parecem vir do quintal. À medida que se aproximam as luzes desaparecem. Passos também são frequentemente ouvidos sobre a varanda e vozes de desencarnados podem ser ouvidas por toda a casa. Talvez o mais interessante nestas observações é que muitas aparições são vistas de corpo inteiro. Muitas vezes as pessoas afirmam ver uma mulher vestida de branco "flutuando" em torno dos diferentes cômodos da casa.

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Conhecida como "a ilha do não retorno", a enigmática Poveglia fica na superfície da água verde situada entre Veneza e cidade Libo na lagoa de Veneza, no norte da Itália. Dividido por um estreito canal, Poveglia aparece como uma ilha revestida por uma aura de silêncio, morte e proibição, já que não é permitido se aventurar em suas terras, onde milhares de pessoas foram queimadas há séculos atrás. Seus restos mortais, como se recusasse à serem enterrados no esquecimento, ainda tendem a chegar às costas de Veneza, lugar em que o lembrete fúnebre que há entre as árvores silenciosas e edifícios da ilha isolada, ainda deixa transparecer muitas vozes de almas que ainda não descansaram, muitas delas, devoradas pela angústia dos séculos.

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Voltando no tempo, vemos que a história Poveglia começa no tempo dos romanos, quando a ilha foi usada como aterro para quem sofresse de peste bubônica, ainda que teve o seu apogeu no século XIV, antes mesmo de outras doenças como a "praga de Antonino " e " Peste de Cipriano ", ambas com graves consequências para a Itália.
Mas o pior veio antes do Renascimento, quando, no século XIV, a Peste Negra apareceu, levando à morte cerca de 34 milhões de vítimas e Veneza se tornara um inferno na Terra, já que seu esgoto a céu aberto, humidade ambiente e outros elementos desencadeados em parte pela intensidade da sua vida comercial, teriam tornado o local, praticamente impossível de escapar à uma epidemia. Os cadáveres empilhados tornaram-se parte da paisagem cotidiana macabra de Veneza. Nessa situação, as autoridades e os clérigos concordaram em usar Poveglia como necrotério.

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Ossos na ilha

Convertido em ânfora da morte, dia após dia Poveglia era o destino de milhares de cadáveres fedorentos, empilhados como lixo, devorado pelo fogo que ardia, levantando altas nuvens de fumaça que enchiam o ar de um cheiro perturbador de carne queimada. Embora o pior ainda estivesse por vir, desde aquele momento, foi decretado que as pessoas afetadas pela praga - ainda vivas - seriam levados para a ilha. Assim, em poucos anos, mais de 160 mil pessoas, incluindo homens, mulheres, crianças e idosos, terminaram seus dias nesta ilha sinistra.
Segundo algumas informações, um crematório colossal foi erguido em Poveglia no século XIV. Uma grande camada do solo é praticamente feita de restos humanos, de modo que até mesmo os restos desses ossos continuam a chegar à costa. Devido a isso, a ilha foi transformada em uma espécie de "área podre" por causa da mistura entre a humidade do solo, com cinzas humanas, que criou uma camada de material pegajoso que, apesar do seu carácter repulsivo, é ideal para o cultivo de videiras.
Como mencionado antes, entrar Poveglia é proibido, excepto para os proprietários das vinhas, pois nem mesmo os pescadores, que temem pescar ossos humanos, se aproximam da ilha.

POVEGLIA, LUGAR DE LOUCOS E DE FANTASMAS


Tempos depois de Poveglia ser totalmente abandonada, foi construído, em 1922, um grande hospital psiquiátrico com um grande sino que ainda pode ser visto a partir da costa de Veneza, mesmo naquelas noites em que a ilha se encontra envolto em uma névoa fantasmagórica.
Ora, todos sabemos que para algumas pessoas com doenças como a esquizofrenia, as alucinações são confundidas com a realidade, mas mesmo assim, há crenças de que, muitas vezes, os "loucos" conseguem perceber espíritos reais. Por isso, os pacientes psiquiátricos eram a principal fonte de relatos de fantasmas, que, de acordo com os internos, pertenciam às vítimas da Peste Negra e foram imersas em um profundo estado de tormento. Mas, como aqueles depoimentos de visões de fantasmas eram testemunhos de "loucos", os relatos foram desacreditados.

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Hospital psiquiátrico


UM MALVADO MÉDICO CASTIGADO POR ESPÍRITOS


A parte mais negra da história de Poveglia foi quando o director do hospital psiquiátrico começou a usar os doentes mentais como cobaias em experiências para novos métodos de cura, incluindo processos como a lobotomia e trepa-nação, em que foram empregados cinzeis, martelos e às vezes furadeiras de mão, em meio a intensa agonia das vítimas, gerando a abertura da abóbada craniana, com um resultado que não estava nem perto de uma cura, mas sim da morte ou agravamento da doença, ambos com um rastro de sofrimento, sangue e detritos que cobriam as operações de limpeza do local, como prova irrefutável do quão cruel pode ser o Ciência em mãos erradas.
Diz-se que muitos foram os pacientes que morreram nos experimentos, ou foram literalmente torturado com pretextos científicos. Mas as atrocidades do médico não ficariam impunes, uma vez que, após vários anos de experiência com os doentes, o médico começou a ver espíritos daqueles que morreram por suas experiências e os espíritos que foram abandonados na ilha naqueles dias em que a praga assolou a Itália. Prisioneiro do terror diário incutido por suas visões, o médico - de acordo com uma enfermeira que testemunhou o evento - acabou pulando do alto da torre do sino. Quando ele caiu, diz-se que, enquanto se contorcia de dor em uma poça de seu próprio sangue, o terror se apoderou de seu rosto quando, de repente, do chão, surgiu uma névoa que o envolvia e o "estrangulou até a morte ".
Esse foi o fim do médico do mal e, desde então, seu espírito foi condenado a engrossar as fileiras de almas que penam no silencioso Poveglia. Mas não é um fantasma qualquer: ele vive na torre do sino e, conta-se, por vezes o faz soar. Muitos ouvem a sua campainha rouca, sabendo que não é mais provável que um vivo faça "os sinos dobrarem".

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APÓS A MORTE DO MÉDICO


Depois que o médico que realizava experiências com os doentes internados cometeu suicídio pulando da torre do sino, o hospital psiquiátrico foi fechado e a ilha ficou ainda mais abandonada, até que, depois que o governo italiano o vendeu, o novo proprietário tentou em 1960, viver ali com sua família, coisa essa que não conseguiu porque os fantasmas constantemente perturbavam a sua paz.
Após o incidente de 60, a reputação da ilha se tornou mais enegrecida ainda, quando uma família rica comprou a propriedade na ilha e mandou construir uma casa lá. Supostamente passariam longas férias na casa em Poveglia, mas a verdade é que não aguentaram sequer um dia na ilha, e que - de acordo com o proprietário em questão - o que experimentaram na casa foi tão assustador que se compara ao famoso caso de Amityville. O antigo proprietário se recusa a dar detalhes do que aconteceu, mas conta que uma de suas filhas foi atacada com tanta veracidade que sofreu um grande e profundo corte no rosto, o que lhe rendeu uma sutura de 14 pontos.

Depois do que aconteceu com aquela família, vários médiuns visitaram a ilha em busca de sinais de actividade paranormal, relatando o tempo todo que havia uma atmosfera densa, pesada e opressiva, e que tinham a sensação de que alguém estava respirando em seu pescoço. Às vezes viam sombras em forma humana, cruzando seu caminho e - esta é a pior - eles podiam ouvir os gritos e gemidos, das almas perdidas, como ecos em um quarto escuro. Os terríveis acontecimentos do passado foram carimbados no plano astral, e estão fadados a se repetirem por toda a eternidade neste lugar amaldiçoado.
São inúmeras as histórias, não só dos doentes mentais que residiram o local, mas de muitos aventureiros que provaram em primeira mão, a ruptura entre o aqui e o além que existe em Poveglia. Tal foi o caso paradigmático de um grupo que foi para o hospital e lá, entre as paredes danificadas pela passagem do tempo, eles ouviram uma voz clara, porém oriunda de lugar nenhum, em um tom revoltado e forte, que deu a seguinte ordem: "Saiam imediatamente daqui e não voltem nunca mais!".

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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Espanha - Belchite
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 12:55:48 am »
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Durante cerca de duas semanas, em 1937, milhares de pessoas, incluindo mulheres e crianças, foram mortas na aldeia de Belchite, durante a Guerra Civil Espanhola. O abastecimento de água da cidade foi desligado e milhares morreram de fome ou foram atingidos por conchas disparadas das colinas circundantes. Os corpos foram queimados na praça da cidade e outros foram selados numa prensa subterrânea de azeite.

Hoje, o grito lamentoso de uma criança às vezes soa ao entardecer, lamentando-se ao longo das ruas desertas de Belchite. A criança chora e chama pela sua mãe; tanto a criança como a mãe perderam-se durante a guerra. Os agricultores da região ouvem outros sons e vozes inexplicáveis ​​a ecoarem da aldeia à noite. O lugar agora foi garantido como um set de filmagem, com filmagens a acontecer, apesar das assombrações.
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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Inglaterra - Bramshott
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 12:55:11 am »
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Pergunte sobre aldeias assombradas no Reino Unido e a maioria das pessoas vai dizer imediatamente "Pluckley!" Mas, a cerca de 90 minutos de Pluckley, fica a aldeia de Bramshott, em Hampshire. Bramshott existe desde antes de 1086. Em 1700, a aldeia tinha uma pousada chamada Seven Thorns, onde muitos crimes - incluindo assassinatos - aconteceram.

Ao mesmo tempo em que todos esses crimes violentos estavam a acontecer, começaram também a acontecer coisas paranormais, que permanecem ainda hoje. Acredita-se que Bramshott tem até 17 fantasmas a assombrá-la, incluindo a Mordoma Butler, que morava ao lado do rio onde se afogou em 1745, e o Menino Flauta, que percorre as pistas da aldeia e às vezes sobe às árvores. Toca música linda e muitas vezes aparece perto da aparição de um bezerro branco. Outros fantasmas incluem a Senhora Branca, a Senhora Cinzenta e um menino assassinado em 1772.
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Locais Assombrados, Fotografias e Vídeos de Fantasmas / Palácio Real da Suécia assombrado
« Última mensagem por Ricardo em Março 19, 2018, 12:54:12 am »
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Rainha da Suécia garante que palácio real está assombrado

“Há aqui muita história. Há pequenos amigos… fantasmas. São todos muito amáveis, mas, às vezes, não nos sentimos totalmente sozinhos”, diz a monarca num documentário que vai esta quinta-feira para o ar no canal da TV estatal sueca, o SVT, sobre o Palácio de Drottningholm.

“É muito empolgante, mas não é assustador”, acrescentou a monarca, convidando de seguida a equipa de reportagem a “dar uma volta e sentir ela mesma”. “Passem por cá quando estiver escuro”, sugere. “Conseguem imaginar o que estes fantasmas podem contar?”, questiona.

Drottningholm, edificado na ilha de Lovön no final do século XVI, foi classificado como Património Mundial da Unesco em 1991. “É um sítio com muita energia”, refere no mesmo documentário a irmã do marido da rainha Sílvia, o rei Carlos Gustavo. “Há histórias de fantasmas em casas antigas. São casas que passaram séculos cheias de pessoas. A energia mantém-se”, acredita também a princesa Christina.

Residência oficial da família real sueca, o palácio é ainda um dos pontos turísticos mais fortes do país.

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Experiência Fora-do-Corpo (EFC) / Portal da Dimensão
« Última mensagem por Ricardo em Fevereiro 28, 2018, 01:02:50 am »
Hoje vou mostrar como fazer o exercício do Portal da Outra Dimensão

 Nesta matéria abordaremos especificamente o "Mundo Astral".

 Abrir um portal para ter acesso a outras dimensões é uma façanha de Alta Magia. Mas o leitor não precisa ficar frustrado, porque vamos apresentar um exercício simples e muito eficaz que lhe dará acesso ao "Mundo Astral". Nesta experiência usaremos tão somente nossa visão subjetiva (visão etérica).

 Faça sua Experiência


 De frente para o espelho, fixe sua visão
  num ponto imaginário entre seus olhos.
 Material necessário:
 - Um espelho médio
 - Uma vela, fósforos e pires / lanterna fraca
 - Ambiente escuro ou meia luz.

 Em um ambiente escuro acenda um a vela sobre o pires ou prato (faça isso longe de objetos inflamáveis).
 Fique a uma distância de aproximadamente uns 40cm do espelho (em pé ou sentado). Coloque a vela a sua direita (ou no chão), um pouco afastado e de modo que ilumine sutilmente sua face. Fixe sua visão em um ponto imaginário entre seus olhos. Evite piscar, fique com os olhos aberto.

 Resultados:
 Seus olhos ficarão cansados. Neste ponto da experiência, um portal se abrirá atrás de seu reflexo. Importante não desvie sua atenção, fixe no ponto entre seus olhos observe a totalidade do espelho apenas com a sua visão periférica.

 O que você poderá ver, entre outras coisas:
 - Um mundo estranho se formando atrás de você...
 - Seu rosto se transformará em outro...
 - Seu rosto poderá perder a pele mostrando os ossos...
 - Um ser estranho poderá surgir no espelho, um vulto poderá aparecer

 A experiência poderá ser repetida em outros cômodos da casa e em cada cômodo uma visão diferente poderá surgir no espelho.

 Créditos: Assombrado
9
Experiências de Quase-Morte (EQM) / O Céu Existe Mesmo- Tobb Burpo
« Última mensagem por Ricardo em Fevereiro 28, 2018, 01:00:32 am »
O Céu existe Mesmo, escrito por Todd Burpo relata a história real de um menino (Colton) de quatro anos que esteve no ceú.


Colton protagonista desta história tinha quatro anos quando foi hospitalizado de urgência. Meses mais tarde, começou a falar das breves horas que esteve entre a vida e a morte, e da sua extraordinária visita ao céu. Foi em 2003 que o pequeno Colton, sentado na sua cadeirinha no banco de trás do carro, começou a falar sobre os anjos que o tinham visitado durante a operação à apendicite aguda... O pai, sacerdote, nem queria acreditar. Estacionou, respirou fundo, e fez algumas perguntas ao filho. E o miúdo respondeu, sem dar muita importância ao assunto. Falou do que viu, dos seus encontros com Deus e com Jesus, das visões que teve durante a cirurgia, da mãe e do pai a rezarem enquanto ele era operado.

Os pais de Colton acabam por descobrir na internet, um vídeo de Akine Kramakri, uma jovem muito novinha que impressionava as pessoas com as suas fabulosas pinturas em que referia que a sua inspiração vinha de cima. E afirma que também foi ao céu e faz uma descrição muito parecida com a de Colton e aí Colton identifica a verdadeira aparencia de Jesus.

Resumindo as revelações que Colton faz da sua ida ao Céu ao pai são: Viu Nossa Senhora,o primo de Jesus (João Batista), avô do pai (Pop, que morrera muitos anos antes de Colton nascer), diz ter visto Jesus e diz também ter-se sentado no seu colo. Colton conheceu a sua irmã mais nova que nunca conheceu por sua mãe ter tido um aborto antes de colton nascer. Viu animais, o Diabo a tentar entrar no Reino do Céu em que Anjos combatiam para o impedir.

Excertos do livro:

- Lembraste do hospital, Colton?- Pergontou Sonja.
-Sim mama, lembro-me-respondeu ele.-Foi onde os anjos cantaram para mim
....
O tempo parou. Sonja e eu olhamos um para o outro, trocando uma mensagem silenciosa: Ele disse mesmo aquilo que eu penso que disse?
(...) -Colton, estavas a dizer que os anjos cantaram para ti enquanto estavas no hospital?
Ele acenou vigorosamente com a cabeça.
(...) -Colton, como eram os anjos?
(...) -Bem, um deles parecia o avô Dennis, mas não era ele, porque o avô tem óculos
(...) Quando eu estava com Jesus, tu estavas a rezar e a mamã estava a falar ao telefone
(...) -Mas tu estavas na sala de operações, Colton-disse-lhe-Como podias saber o que nos estavamos a fazer?
(...) - Porque estava a vê-los- respondeu Colton com naturalidade.
-Sai do meu corpo e estava a olhar para baixo e via o médico a tratar do meu corpo. E vi-te a ti e a mamã. Tu estavas numa salinha, sozinho, a rezar; e a mamã estava noutra sala, a rezar e a falar ao telefone.

(...) -Esse Senhor tinha Jesus no coração?(...) -Ele tinha que ter Jesus no coração, senão não vai para o Céu.

Adorei o livro tem uma história impressionante, devorei o livro em 3 dias  ;D ;D.
O livro foi adaptado para filme, o filme está incrivel, mas aconselho-vos muito a lerem o livro :)

Vou deixar o trailer:

Uma entrevista do verdadeiro Colton:
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Experiências de Quase-Morte (EQM) / Visões de quase morte
« Última mensagem por Ricardo em Fevereiro 28, 2018, 12:59:26 am »
Visões de quase morte

Mais de 45% das 2.060 pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca tiveram visões ou memórias enquanto estavam desacordadas.

Um estudo pioneiro mostra que a morte pode não ser o fim imediato de tudo.

O cérebro normalmente se desliga entre 20 e 30 segundos depois que o coração para de funcionar, afirmam os especialistas. Mas os resultados de um estudo de quatro anos, envolvendo 2.060 casos de parada cardíaca ocorridos em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria, mostrou algo diferente. A equipe da Universidade de Southampton (Inglaterra) que liderou a pesquisa, a maior do gênero já realizada, descobriu que quase 40% dos sobreviventes desses casos descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que, de acordo com a teoria, estavam clinicamente mortos.

Para os cientistas responsáveis pelo estudo denominado Aware (sigla em inglês para Awareness During Resuscitation – “Consciência Durante a Ressuscitação”), divulgado em outubro na revista Resuscitation, da fundação Conselho de Ressuscitação Europeu, o material coletado contém evidências de que uma parte significativa dos pacientes vivenciou eventos reais por até três minutos além do suposto instante da morte cerebral, e alguns daqueles reanimados conseguiram descrevê-los com riqueza de detalhes.

“Contrariamente à percepção, a morte não é um momento específico, mas um processo potencialmente reversível que ocorre depois que qualquer doença ou acidente grave leva o coração, os pulmões e o cérebro a parar de funcionar”, observa o médico inglês Sam Parnia, professor assistente de medicina e diretor do centro de ressuscitação da Universidade Estadual de Nova York, e que atuava como pesquisador honorário na Universidade de Southampton quando liderou o estudo.

“Se são feitas tentativas para reverter esse processo, ele pode ser referido como “ataque cardíaco”; entretanto, se essas tentativas não conseguem sucesso, ele é chamado de “morte”, diz Parnia. “Nesse estudo, queríamos ir além  do conceito de experiência de quase morte, emocionalmente carregado, mas pobremente definido, para explorar objetivamente o que acontece quando morremos.”

Dos pacientes que sobreviveram ao ataque cardíaco e puderam ser submetidos ao primeiro estágio de entrevistas, 39% descreveram uma percepção de consciência, mas, curiosamente, não tinham nenhuma lembrança nítida de eventos. O máximo que 20% dessas pessoas conseguiam recordar era uma incomum sensação de tranquilidade. Cerca de 33% delas declararam ter sentido o tempo desacelerar ou
ficar mais rápido. Alguns pacientes relataram uma luz brilhante, um clarão dourado ou um Sol resplandecendo. “Isso sugere que mais pessoas podem ter inicialmente atividade mental (nesses momentos), mas perdem suas memórias depois de recuperar- se, por causa dos efeitos de lesão cerebral ou de sedativos nos circuitos da memória”, avalia Parnia.

Descrições detalhadas

Dos 101 pacientes que passaram por dois estágios diferentes de entrevistas, 45,5% afi rmaram não ter tido quaisquer recordações, memórias ou consciência dos momentos em que não manifestavam vida. Mas 45,5% descreveram um leque de recordações não compatíveis com experiências de quase morte, entre elas relatos de experiências aterrorizantes e de perseguição. Já 7% tiveram experiências compatíveis com defi nições tradicionais da experiência de quase morte e 2% superaram esse nível, demonstrando plena consciência daqueles momentos e fazendo referências explícitas sobre o que “viram” e “ouviram”, características típicas dos casos defi nidos como “experiências fora do corpo”.

Os fenômenos chamados popularmente de experiências de quase morte ou experiências fora do corpo são comumente atribuídos a alucinações ou ilusões, ocorrendo tanto antes de o coração parar quanto após ele ser ressuscitado. Mas um caso “muito verossímil”, conforme Parnia descreveu ao jornal inglês Th e Telegraph, aponta claramente para outra direção. Um assistente social de 57 anos, de Southampton, permaneceu consciente após o suposto desligamento do cérebro e fez observações preciosas para o estudo. Ele se lembra de ter deixado seu corpo e acompanhado as tentativas de ressuscitá-lo no canto do quarto. Relatou ainda os procedimentos da equipe médica que o socorreu. “O homem descreveu tudo que havia acontecido no quarto, mas o que mais se destaca é que ele ouviu dois ‘bips’ de uma máquina que emite um ruído a intervalos de três minutos”, diz Parnia. “Assim, pudemos calcular quanto tempo durou a experiência. Ele parecia muito confi ável e tudo o que disse que havia acontecido de fato aconteceu.”

Parnia e seus colegas sublinham que, embora apenas 2% dos entrevistados tenham exibido uma ampla consciência dos fatos posteriores à sua “morte”, os resultados obtidos recomendam novas e mais aprofundadas pesquisas nessa área. Outros estudos também são indicados para explorar se a consciência (implícita ou explícita) pode conduzir os pacientes a resultados psicológicos adversos no longo prazo, como o transtorno do estresse pós-traumático. “De maneira clara, a experiência lembrada que cerca a morte merece agora uma investigação genuína mais aprofundada e sem preconceito”, escrevem os cientistas.

Jerry Nolan, editor-chefe da Resuscitation, acrescentou: “O dr. Parnia e seus colegas devem ser parabenizados pela conclusão de um estudo fascinante que abrirá a porta para pesquisas mais abrangentes sobre o que acontece quando morremos”.

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