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Chat Geral / As plantas e a conexão com o divino
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 06, 2017, 09:00:14 pm »
As plantas são dotadas de grande potencial para conexões com o divino. Elas nos fornecem o alimento e nos ajudam a curar nossos males. Todas as plantas podem ser veículos de energia e contato com o mundo espiritual, pois são muito sensíveis às nossas necessidades e nosso padrão energético, sendo capaz de reter mais da metade de toda a energia vital. Elas nos oferecem o que falta para sermos plenos, saudáveis e felizes.
Hoje em dia essa conexão está se tornando cada vez mais complicada e escassa, uma vez que temos cada vez menos contato com a vida vegetal. O crescimento dos centros urbanos estão deixando as áreas verdes cada vez mais ausentes e com isso cada vez menos temos contato com a boa influência do reino vegetal em nossa energia e nosso psiquê.
 É fácil perceber isso quando se afasta um pouco da multidão de concreto e se tem um pouco de contato com o verde. Um local onde ele reina lhe fornece muito mais disposição, permitindo que se sinta mais calmo e cheio de vida.
 A partir do momento em que percebemos isso e reconhecemos a importância da presença e da sintonia com o verde das plantas, podemos ir ainda mais além e nos conectar mais profundamente com elas afim de usufruir de toda essa energia do bem.

 

A conexão com o verde

As energias das plantas são bem distintas podendo ser usadas com objetivos diversos que vão desde atrair bons pensamentos a combater o cansaço e a depressão.
 Fazer essa conexão, na verdade, não é muito difícil. Além do carinho diário com as plantas que estão presentes em nossa casa, podemos usar uma oração poderosa e simples para estreitar essa ligação. Esta oração poderosa e o estabelecimento desta conexão podem ser feitas tanto em plantas em jardins ao ar livre quanto em vasos ou plantas presentes nos alimentos ou chás.

Como realizar a conexão e a oração poderosa

Primeiramente, eleve sua vibração com pensamentos positivos e puros. As plantas podem sentir essa vibração energética de seus pensamentos. Isso foi comprovado em 1960, por Cleve Backster, quando ligou eletrodos a uma planta e notou a recepção de fortes estímulos vindos dela a cada pensamento que representasse uma ameaça, como queima-la com fósforos.
 Em seguida, tendo isso em mente, mantenha um sentimento de gratidão por todo cuidado que elas nos proporcionam e deixe que elas percebam suas boas intenções.
 Com o equilíbrio atingido, mentalize a seguinte oração poderosa:


“Eu sei que você (vegetal) carrega um padrão de energia e vibração que eu sozinho não consigo absorver. Eu sei que você armazena essa energia para depois me passar. Sou muito grata(o) por se oferecer como canal de cura do meu corpo e da minha alma.”

Faça a oração poderosa de maneira que você consiga expressar a sua gratidão por ela e que demostre sua alegria em poder usa-la. Não pense em lamentações ou fale sobre a tristeza, isso traz uma vibração negativa à conexão e irá atrapalhar o processo.
 Conexão estabelecida, oração mentalizada e sentimento de gratidão fluindo por todo o seu ser. Sendo assim, faça seus pedidos e visualize uma luz verde quente e brilhante saindo do seu coração; de sua testa, visualize uma luz prata e intensa que pulsa em sintonia com a planta. Permaneça por 2 ou 3 minutos com essa visualização, permitindo que a planta tenha acesso às suas energias e tudo que ela tem a oferecer.
 Quando encerrar, não esqueça de agradecer novamente e sem agressividade continue mantendo pensamentos positivos para que sua frequência continue elevada. Faça isso enquanto termina de cuidar de sua planta ou enquanto a utiliza para outros fins, absorvendo tudo que ela pode oferecer.
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Sobrenatural (Geral) / As faces de Bélmez
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 04, 2017, 05:30:41 pm »
Para quem gosta de um bom mistério paranormal que desafia os céticos...

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Sobrenatural (Geral) / Portas Para o Além: Três Espíritos (Dublado) Documentário
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 04, 2017, 05:29:36 pm »
Sinopse: Noelia, uma jovem de Buenos Aires vive doente e nenhum médico encontra uma cura. Um padre confirma que ela está possuída por três espíritos. Depois de um exorcismo difícil, dois espíritos a deixam, mas o terceiro ainda resiste.

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Sobrenatural (Geral) / Confissões do demônio a um sacerdote
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 04, 2017, 05:28:31 pm »
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Nunca mais fui o mesmo depois de ler isso


“O batismo e a confissão são o pior para nós.” Caso verídico de um exorcismo em que o demônio foi obrigado a falar.

Estes trechos são parte de um sermão de três horas que o demônio fez através da pessoa de M.A.W., de Bondorf – Floresta Negra (Alemanha) no ano de 1910. O demônio repetiu muitas vezes, muitas vezes, três a quatro vezes, assim facilmente podia anotar tudo. Dezessete (17) pessoas assistiram esta cena e ficaram estarrecidas com estes acontecimentos e, com as assinaturas de todas, tudo foi examinado e aprovado. Isto prova o grande poder do espírito das trevas.

DEMÔNIO: – Eu tenho que falar, devo falar…

EXORCISTA: – Diga somente aquilo que Deus te ordenou a falar. Aquilo que Deus não ordenou a revelar não diga, sobre o resto cala-te! (Estas palavras o sacerdote repetiu muitas vezes).

DEMÔNIO: – Eu tenho que falar. Aquele lá de cima me ordenou que te contasse (tudo), como nós enganamos os homens, como seduzimos os homens deste tempo. Nós inspiramos os homens. Nós dizemos aos homens: “Não é assim como os velhos falam, como ensinaram e acreditaram. Bobagem, incrível – que bobagem, tudo bobagem! A verdadeira religião não é assim como os velhos dizem. Vocês precisam ouvir somente o que a razão diz.

O que a gente não pode compreender não precisa acreditar, não precisa acreditar, não precisa”. Quando falamos assim eles se afastam da verdadeira religião, afastam-se da revelação e fazem uma religião para si, uma religião deles. Ha, ha…, então é fácil incutir neles: “Deus não existe, Deus morreu, morreu, que Deus existe isto é crença de mulher velha.

E o que mais inspiramos aos homens: liberdade é tudo, tudo – juntar dinheiro, riquezas, prazeres, alegrias, gozar a vida aqui na terra”. “Liberdade! – fazer o que quero – Liberdade. Ha, haaaa…

E tenho que falar – a respeito da Grande Mulher (Mãe de Deus) – a respeito da veneração à Grande Mulher. Nós dizemos aos homens, inspiramos aos homens, Haaaa…: – O que adianta tudo isto? Ela não é essencial. Vocês precisam concentrar-se no essencial da religião. Ela não é essencial”.

Estes homens bobos não compreendem que com isso – deixando a Veneração à Grande Mulher – perdem justamente o essencial. Estes homens tolos não sabem como “Aquele lá de cima” – o Altíssimo – a ama. Ele a ama como a si mesmo. Sim, sim, uma única palavra que Ela fala ao Altíssimo já é atendida – tudo o que Ela diz se realiza – tudo – tudo o que Ela pede se realiza…

O TERÇO – é a oração mais forte e mais nobre. Uma única Ave-Maria tem poder, poder… Uma única Ave-Maria até o purgatório, o lugar do sofrimento… Quando um homem diz: Ave-Maria – a Grande Mulher se alegra, e como se alegra – e nós huuu levamos um susto, susto, susto! Mas nós trabalhamos e inspiramos e cochichamos nos ouvidos dos homens: – o Terço não adianta – é rotina – é costume, é tagarelice – vocês precisam rezar outras orações, outras, ouviram, outras… O Terço é um terror para o inferno.

Também o escapulário…

Nós dizemos aos homens: – O que adianta esses pãezinhos, pãezinhos (hóstias) – nós temos a tarefa de destruir tudo isto, tudo isto, é nossa obra, nossa, nossa…

Nós inspiramos aos homens dizendo: – Os dias de festas??? Ha, ha, dias de festa??? Estes dias de festa devem desaparecer! Sim, desaparecer… Ou mudar tudo – os dias de festa que não conseguimos destruir – apagar – devem tornar-se dias de abundância, dias de esbanjamento… Para nós é melhor que estes dias não existam.

Porque muitos iriam à Igreja – rezar – fazer adoração, fazer as cerimônias e assim iriam atrair sobre si a MISERICÓRDIA DE DEUS. Nós vamos atrás dos grandes, dos grandes, os pequenos vêm por si… Nós também dizemos que tudo é natural, natural, natural… Dizemos que o demônio não tem influência, ha, haa! – e eles acreditam tudo… Nós agora atacamos principalmente os sacerdotes e dizemos a eles: – “O demônio tem influência sobre as coisas materiais”. Mas os sacerdotes esqueceram o que ensinou a sua Santa Igreja. Não sabem mais quanto poder, quantas forças receberam na hora da ordenação e não conhecem mais que poder tem tudo, também as coisas bentas, eles não conhecem mais quanto poder elas tem, as coisas bentas por eles.

Eles deveriam reconhecer isto pelo efeito que tem tais coisas bentas, quando são usadas com humildade e piedade. Nós também inspiramos que o demônio está preso numa corrente, há, há, corrente – eles acham que não podemos fazer nada – vocês sabem como somos presos??? Presos nada – nós temos liberdade, nós podemos tentar os homens, perseguir os homens… Vocês sabem por que Aquele permitiu isto? Como poderia ser glorificado seu Nome se houvesse vitória, vitória sobre nós, vitória em seu Nome. Mas o Lúcifer – sim ele está preso no inferno – até o tempo em que surgir o anti-Cristo.

Na Igreja – durante o sermão nós fazemos assim: nós cuidamos que o padre pregue bossa-nova, um sermão moderno… Com os ouvintes nós fazemos assim, para os grandes dizemos: – “O que, você vai escutar o sermão??? Você já sabe tudo isto – tudo você já sabe, melhor do que o padre… Você sabe o que deve fazer… E não é bem assim como o pregador diz… Com o povo simples nós fazemos assim: Pois quando os homens escutam o sermão com humildade e quando estão preparados para entender tudo – isto seria para eles – para eles de grande vantagem – e para nós isto seria prejuízo… Você nem calcula quanto prejuízo é para nós um bom sermão… Huiiii – Eu tenho que falar – falar.

Quando os homens se reúnem para adorar “Aquele lá de cima” – então os anjos deles também se reúnem e se alegram – alegram, mas nós não podemos chegar perto – anjos, anjos… Mas quando os homens se reúnem por nós, em nosso nome, então nós nos alegramos quando criticam, criticam… nós nos alegramos, mas os anjos se afastam… Você deve saber que todo homem tem um anjo, sim um anjo… O anjo está sempre à direita, à esquerda nós, sempre ao lado… O anjo quer levar o homem ao caminho do bem, mas nós o tentamos, conquistamos… Quando nós conseguimos conquistar o homem, então o anjo sai, mas depois ele volta – ele faz tudo para levar o homem de volta ao bom caminho. Anjo, anjo… E quando o homem segue o bom caminho, aceita o conselho do anjo então o anjo nos manda embora e nós temos muito medo dele… Mas apesar disto nós não desistimos logo, nós rodeamos o homem e procuramos jogar as nossas redes sobre ele… Mas a Grande Mulher nos prejudica muito. Nós também fazemos nossa reunião, somos muito numerosos.

Você deve saber que também sabemos pensar como você e quem de nós tem a opinião melhor – esta aceitamos. Quando os homens fazem reunião e não rezam e não tem fé, então o lucro é sempre nosso. Mas quando começam a reunião com Deus, então a obra é de Deus.

O Batismo e a Confissão é o pior para nós. Antes do Batismo temos muito poder sobre as almas, mas no Batismo ela é arrancada de nossas mãos. Pior ainda é a Confissão, porque lá nós já não temos tudo em nossas mãos, em nossas garras e por uma boa confissão tudo é perdido, tudo é arrancado de nós… Mas nós inspiramos os homens dizendo: – O que? Você quer confessar? O que você quer dizer a um simples homem, homem como você? Ele é bem igual a você….. Ou nós inspiramos tanta vergonha, que já não é capaz de falar… Mas quando o homem vence a vergonha então está perdido para nós… Começa o horror para nós…

Quando o homem está na hora da morte, estamos presentes, sempre são muitos de nós que vem…Então mostramos a ele seus inumeráveis pecados, mostramos todo o tempo que perdeu em ninharias, falamos da justiça de Deus, da severidade d’Aquele lá de cima – fazemos de tudo para deixá-lo confuso e para que fique com medo, com horror… e ele não tem coragem de arrepender-se… e depois choramos e gritamos para que ele não ouça o que os outros dizem. Mas quando vem a Grande Mulher – num só instante devemos desaparecer. Ela vem e cuida do seu filho. O homem é aliviado e Ela toma a sua alma e a leva até o Céu. E no Céu tem muitas alegrias e festa… Quando levamos uma alma para o inferno, os diabos também fazem festa. No momento que a alma se separa do corpo ela é julgada. Vocês não sabem e não podem imaginar como é isso – nós o sabemos muito bem, mas para vocês isto é incompreensível… Tenho que falar, tenho que falar…

Tenho que contar do nosso caso. Foi a vaidade que nos levou a este estado, foi a vaidade que nos tirou lá do Céu… Huuuuu! Não existe nenhum homem nesta terra que já não foi atacado pela vaidade. Os homens são assim: quando fazem alguma coisa boa, querem que todos os homens o saibam e vejam… Eles não reconhecem que aquilo que fazem é Obra do Altíssimo. Tenho que falar, tenho que contar das alegrias do Céu para vocês. Huuuu! Para nós não há mais esperança! Eternamente sem esperança! A maior alegria do Céu é de contemplar a face de Deus. Escuta, escuta bem (diz, chegando perto do sacerdote), escuta o que digo: se pudesse só por um pouco de tempo contemplar esta face, aceitaria passar por todos os tormentos que existem (isso foi dito com tanta dor, que as palavras me penetraram pelo corpo e pela alma, estremeci, disse o sacerdote).

Tenho que falar, tenho que contar dos nossos tormentos. Os homens acham que é o fogo que nos atormenta. Sim, sim, é fogo, fogo, mas um fogo de vingança. Você sabe qual é o tormento maior no inferno? A ira do Altíssimo! Você não pode imaginar como Ele é terrível na ira, como nós o experimentamos e o temos continuamente em nossa frente, diante dos nossos olhos… Aiiii de nós! Também tenho que dizer como o pecado é horrível… Se vocês pudessem nos ver… Ai de nós. Podemos somente pecar, pecar – somos monstros – mas o pecado é mais horrível – é muito mais feio do que nós… Temos o poder de tentar todos os homens, fazê-los pecar, só a Grande Mulher não, Aquele lá de cima nos proibiu de tocá-la, mas aquele que d´Ela nasceu, nós tentamos, sim, nós tentamos, você sabe porquê? Para vocês terem um exemplo, um modelo de como se luta contra nós. Haaaa… Não foram os judeus que o mataram, fomos nós, nós, nós.

Nós entramos nos judeus e conseguimos maltratá-lo, soltamos todas nossas fúrias, toda a nossa raiva, matamos Aquele. (O sacerdote ressalta: com estas palavras o demônio, através da pessoa, mostrou uma alegria, uma satisfação tão grande, tão feia que quem não viu não pode imaginar tal risada…). Você sabe que na hora da morte d´Aquele ainda ganhamos uma alma? O sacerdote respondeu: – A alma do bom ladrão você não ganhou. E o demônio: – Sabe por quê? Por causa d´Ela que estava aos pés da cruz. (Havia um motivo, mas o sacerdote não anotou e esqueceu).

Continua o demônio: – Com os jovens nós fazemos assim: cuidamos que um desperte o amor no outro. Eles acham que não há nada de mal… não sabem como se expõem ao perigo e como facilitam o nosso trabalho… Em geral cuidamos que o homem se torne preguiçoso e se afaste do bom caminho, até que por fim chegue a dizer: não quero rezar, não tenho vontade, não vou à Igreja, estou cansado demais… Não quero jejuar, sou muito fraco para viver uma vida assim.

Também cuidamos para que tudo agora seja provado pela ciência, para que tudo tenha fundamento científico. Isto também é nossa obra. Quando o homem levanta de manhã cedo e não inicia o dia com a oração e com a boa intenção, o dia é nosso. Se o homem começa o dia com a oração, está perdido para nós. Tenho que dizer também o que é assim – e assim (a pessoa imita o sinal da cruz) – é um horror para nós. Inspiramos os homens e dizemos: Que adianta tudo isso? Isto é água como a outra água, água qualquer (água benta); isto é pão como o outro pão (referindo-se à Hóstia) e sal, também não é o melhor (do sal bento para as cerimônias). Nós dizemos: é bobagem, tudo bobagem. Olha você (dirigindo-se ao sacerdote), a água apaga os pecados veniais, sim, os veniais… Ó se eu pudesse ganhar uma só gotinha, uma só gota, o que não faria!…? Agora teria arrependimento, mas é tarde, é tarde, não há mais esperança. Aiii de mim! Se vocês soubessem que grandiosidade é o sacrifício (Missa)!

O sacrifício que é feito pelo filho d’Aquele lá de cima, em nome d’Ele, vocês participariam bem diferente neste sacrifício que estão participando agora. É o sacrifício mais sublime, é o maior sacrifício. Oh, se eu pudesse participar num só sacrifício, se pudessem nos dar o valor de um só destes sacrifícios… Se vocês soubessem o que é para as vossas almas, o lucro, quando vocês meditam, contemplam o sofrimento e a morte d’Ele… Quem o contemplar, quem se abrigar em suas chagas, nunca mais… Por que vocês não contemplam mais a grande bondade do Altíssimo? Vocês cometem milhões de pecados, sim, vocês engolem os pecados como se fossem água. Mas quando fazeis penitência, então Ele perdoa e vos aceita novamente. Um tal… Vocês tem um tal… (A palavra foi mal pronunciada). Nós cometemos um só pecado, só um, e fomos condenados.

Vocês sabem por que os primeiros homens não foram condenados também? Porque não conheciam o céu, é por isso? Se vocês soubessem, se vocês soubessem, se pudessem ver quantos diabos os cercam… Vocês estariam perplexos… Se também agora sou obrigado a dizer tudo isso, então todos os outros meus companheiros, junto comigo, trabalharemos para destruir tudo o que revelamos a vocês. Esconderemos tudo, faremos com que vocês esqueçam de tudo e procuraremos vocês em toda a parte para confundir seus pensamentos, para tirá-los do bom caminho e lançá-los no abismo do inferno, do pecado.

Quando vocês se reúnem, nós também aparecemos em grande número e fazemos tudo para que a reunião não tenha efeito, para que seja monótona, para que não haja vida… Mas quando alguém diz “em nome d’Aquele que está no céu” e ainda faz assim, assim e assim (sinal da cruz) então devemos fugir, fugir no mesmo instante, podemos só olhar de longe, observar o que vocês fazem. Vejam, assim treme o inferno, quando vem uma ordem d’Aquele lá de cima. Devemos fugir (enquanto o demônio disse assim, produziu na pessoa um tremor que não se pode imitar e seu rosto cobriu-se com pelos. Era horrível de ver…). Depois ele disse: vocês podem ganhar a alma dos maiores, é só fazer assim e assim (sinal da cruz). Quando vocês têm muita fé, nós devemos nos afastar. Assim vocês poderiam ganhar muitas almas e para nós estaria tudo perdido.

Quando vocês todos fazem assim e assim, devemos nos calar. Por que você começou tudo isso? Por que você me pergunta? (Ao sacerdote) Eu sei, você não queria fazer isso, nós que judiamos bastante de você, não é? Mas é Aquele lá de cima que te inspirou e te ajuda. Oh! Vamos judiar muito de você, mas enquanto você conservar a fé, então vencerá.

Nesse momento o sacerdote disse ao demônio: – “Sim, em nome de Jesus devemos lutar”. O demônio respondeu: – “Sim, e você sabe como se pronuncia este nome? Olha aqui, deve-se pronunciar este nome assim (a pessoa ajoelhou-se no chão e disse), assim deve-se pronunciar este nome, pois sem devoção e respeito não se deve pronunciá-lo, não se deve desonrar o nome… Com isto o demônio calou e a pessoa voltou a si, recebendo de novo o domínio sobre os seus sentidos. O sacerdote quis dar uma explicação a outras pessoas que também estavam presentes, mas o demônio voltou e continuou a falar. Preciso ainda dizer alguma coisa… O Anjo assim ordenou.

Vocês devem se esforçar e viver sempre unidos, unidos, unidos, unidos, ouviram? U n i d o s … Um deve viver pelo outro, um trabalhar pelo outro, devem comunicar-se mutuamente, falar das vossas experiências, ser família. Vocês devem ajudar-se mutuamente, um deve ajudar o outro, assim todo o inferno nada consegue com vocês, nada, nada, pois quando conquistamos um de vocês, vem o outro, manda-nos embora e se fosse somente um de vocês que se lembrasse de fazer assim, assim e assim então teríamos esperanças de vencê-los, mas onde mais de um, dois, três fazem (sinal da cruz), aí não podemos fazer nada… E se tivéssemos conquistado todos e houvesse um que fizesse assim (sinal da cruz), então este um nos mandaria embora…

Vocês terão muito que suportar, sofrer e lutar, mas enquanto estiverem unidos, vencerão. Vão lutando, vão lutando, vocês não sabem quanta vantagem e quanto lucro vocês têm… Eu tenho que falar, falar… Sim, vocês assim ganham muitas almas. Vocês não têm somente vantagem para a sua vida, mas também para a sua morte, pois na hora da morte nenhum de nós poderá se aproximar de vocês se continuarem a lutar e a sofrer assim.

Neste tempo haveis de conquistar muitos irmãos; sim, em pouco tempo sereis numerosos. Não serão os grandes que vos seguirão, mas somente os pequenos, assim como o mais alto início das coisas da fé com pequenos, impotentes, assim Ele levará toda a obra a um bom fim pelos pequenos. Nós ainda vamos preparar muitas armadilhas para vós, mas quando invocais a Grande Mulher, Ela há de interceder por vós.

Segurai também aquilo, aquilo, aqueles propósitos que fizeram a respeito dos santos Anjos. Então sereis vitoriosos. Vede o que o mais ‘ Alto’ faz por vocês. Ele ordena ao demônio dizer todas as verdades. Ele ordena o demônio a fazer-vos um sermão e ainda não o acreditais… Que coisa é essa, tenho que falar aquilo que me causa tanto prejuízo, tenho que revelar tudo contra a minha vontade. Ai de mim, ai de mim, não há mais esperanças para mim, nenhuma esperança, estamos todos perdidos.

Ninguém pode acreditar, assim relata o exorcista, como era horrível de ouvir tudo aquilo, de ver todo aquele desespero do demônio, aqueles traços horríveis, aquele rosto desfigurado da pessoa, e os gritos de angústia que ecoaram, as queixas e aflições depois da fúria e as batidas que me transpassaram na alma e no corpo, penetraram até a medula dos ossos.

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Relatos & Histórias de Fantasmas / Whitney Houston comunica através de médium
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 04, 2017, 05:26:15 pm »
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Médium recebe mensagem inesperada de… Whitney Houston
O programa ‘Hollywood Medium With Tyler Henry’ contou com um momento inesperado. De acordo com a revista People, durante a emissão, o apresentador e médium recebeu uma mensagem ‘especial’ da cantora Whitney Houston para o seu ex-marido, o cantor Bobby Brown.

“Eu tenho uma mulher que está a vir em direção a mim e quer que eu fale sobre o seu coração”, começou por dizer Tyler.

“Isto é muito claro, ela é muito insistente em reconhecer-me, ‘não importa como eu morri, preciso que eles saibam do coração. Preciso que eles conheçam o coração”, acrescentou Tyler.

“Há uma sensação de ter uma suscetibilidade a uma arritmia cardíaca e também uma suscetibilidade a um problema cardíaco”, continuou.

Mas não ficou por aqui. Henry estava concentrado a explicar o que, alegadamente, Houston lhe estava a dizer: “Mas posso dizer que há outros aspetos nesta passagem. As pessoas a falar sobre isso e a discutir esta coisa do coração, mas é outra coisa. É como, 'ou eu morro de outra coisa ou as pessoas pensam que eu morri de outra coisa'. Há apenas uma ênfase em basicamente dizer que as pessoas não sabem tudo o que aconteceu, como a dimensão em que isso realmente me afetou”.

A dada altura Tyler pergunta a Brown se houve “discussões recentes” com alguém com um problema cardíaco, e a sua resposta foi: “Sim, com a minha ex-mulher”.

Recorde-se que Whitney Houston foi encontrada já sem vida em 2012 numa banheira de um hotel, aos 48 anos. Na altura, a causa oficial da morte da artista foi afogamento, mas uma investigação adiantou que os fatores que contribuíram para a sua morte foram doença cardíaca e vício em cocaína.

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Relatos & Histórias de Fantasmas / O Fantasma de Thomas Colley
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 04, 2017, 05:25:01 pm »
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Em abril de 1751, uma velha mendiga chamada Ruth Osborn pediu a um fazendeiro um pouco de soro de leite em Tring, Inglaterra. O fazendeiro disse que não tinha nada para dar e Osborn disse-lhe: "O Rei vai levá-lo e aos seus porcos pelo seu egoísmo." Não muito tempo depois, o agricultor e algumas das suas vacas adoeceram. Depois de falar sobre isso com uma suposta bruxa branca, o fazendeiro chegou a acreditar que Osborn o tinha amaldiçoado.

Como o sistema legal parou de levar as bruxas seriamente há décadas, o fazendeiro e os seus vizinhos tiveram que fazer "justiça" pelas suas próprias mãos. A 18 de Abril, uma multidão apreendeu Osborn e o seu marido, John, numa igreja em que estavam a esconder-se e forçou-os a ir a um lago. Os Osborns tiveram as suas roupas arrancadas, embrulhadas em lençóis e foram mergulhados na água. Ruth morreu no local, enquanto John sobreviveu, mas morreu alguns dias depois.

Embora 21 pessoas tenham sido mais tarde presas pelo seu papel na caça às bruxas, apenas um homem chamado Thomas Colley foi punido. Em Agosto, Colley foi enforcado e o seu corpo foi deixado para apodrecer na forca. Desde a sua morte, Colley tem sido dito assombrar o seu local de execução. Uma testemunha em 1911, o professor da aldeia, descreveu o seu fantasma como um "imenso cão preto" com "olhos como bolas de fogo".
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Relatos & Histórias de Fantasmas / O Pássaro Fantasma de West Drayton
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 04, 2017, 05:23:59 pm »
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Por volta de 1749, os aldeões de West Drayton, em Inglaterra, frequentemente ouviram gritos, bem como um barulho vindo da igreja local. Ninguém estava certo de onde exactamente os sons se originaram, mas havia muitos avistamentos de um corvo estranho que voava para dentro da igreja.

Um grupo de 4 homens e 2 rapazes que encontraram o pássaro na capela-mor tentaram persegui-lo. Depois de lhe baterem com uma vara algumas vezes, o corvo caiu ao chão com um grito. Mas assim que o seu corpo atingiu o chão, o pássaro desapareceu à frente dos olhos dos seus atacantes.

Ainda assim, depois desse incidente, o corvo podia ser visto a voar sobre os seus pontos habituais. Entre os aldeões, dizia-se que o pássaro era na verdade o fantasma de um assassino que se matara. Naquela época, a um homem como aquele não teria sido permitido um enterro adequado, mas a sua família tinha conseguido arranjar-lhe um lugar no cemitério.
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Relatos & Histórias de Fantasmas / O Fantasma da Casa 666
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Novembro 04, 2017, 05:22:32 pm »
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Só agora, depois de 30 anos, minha mãe revelou-me o mistério sobre a morte da senhora Margot. Por muito tempo, durante a minha infância, essa curiosidade me perseguiu. Dizem que os fantasmas da infância, diante dos problemas da vida adulta, costumam ser esquecidos, guardados em algum canto da mente. Falam também que a criança que fomos, a exemplo dos fantasmas, nunca morre, simplesmente fica escondida dentro de nós. Talvez por esse motivo, hoje, dia em que completo 42 anos, foi que, vasculhando as teias de aranha dentro da minha cabeça, encontrei a criança curiosa que um dia fui. Corri até a casa da minha mãe e repeti uma pergunta feita a três décadas: como morreu a proprietária da casa 666?

Os moradores da rua temiam passar em frente aquele sobrado, principalmente à noite. Especulava-se que era comum ouvir-se gritos pavorosos ecoarem lá de dentro, cortando o silêncio e causando arrepios aos que, por ventura, passassem por aquela calçada. A velha casa abandonada tinha um aspecto realmente aterrador. Sua fachada, totalmente desgastada pelo tempo, mantinha algumas das inúmeras janelas. A maioria, no entanto, comida pelos cupins, não passava de espaços vazios por onde, segundo vários relatos, podia-se ver luzes de velas e sombras a passear lentamente pelos cômodos. Os mais antigos da vizinhança diziam ser a alma da senhora Margot que assombrava aquela casa. Sendo eu muito curioso, certa vez perguntei a minha mãe como tinha morrido a senhora Margot. Em vez de matar a minha curiosidade, deixou-me ainda mais confuso a frase que recebi como resposta:

— É uma história muito triste para se contar a uma criança.

Tentei insistir e fui ameaçado com uma boa surra, caso não esquecesse o assunto. A curiosidade, a partir daquele dia, transformou-se em obsessão. Estava decidido a descobrir, a qualquer custo, as circunstâncias que levaram à morte a senhora que habitara aquele sobrado assustador. Aos meus doze anos de idade, não me considerava mais uma criança. Dizia para mim mesmo, como se querendo convencer-me: eu sou um homem e, como tal, vou desvendar todo esse mistério. Saí a perguntar a todos que encontrava e as respostas não eram muito diferentes daquela dada pela minha mãe. Faziam suspense ou simplesmente mudavam de assunto. Acabei recebendo a surra prometida quando minha mãe ficou sabendo da inquisição que andava a fazer aos quatro cantos.

— Esqueça este assunto de uma vez por todas!

Fiquei de castigo por cinco dias, mesmo depois de ser obrigado a prometer que não mais tocaria no assunto. Após a curta reclusão, que me pareceu quase eterna, a curiosidade sobre a morte de dona Margot continuava a me atormentar. Fui recebido com vaias pelos meus amigos da rua: Vado, Cabeção, Dumbo, Leitão e Caju. Era costume da turma reunir-se em frente à casa do amigo que estava de castigo e dar-lhe uma sonora vaia no dia que este, absolvido da pena, colocasse a cara na rua. Sentir na pele essa humilhação não foi nada agradável, porém não podia reclamar. Principalmente eu, que costumava puxar o coro e fazer grande algazarra quando um colega castigado era colocado fora da gaiola. Mesmo assim, para não ficar inferiorizado diante dos amigos, tentei justificar-me.

— Vocês ficam de castigo por bobagens: você, Cabeção, ficou dez dias sem assistir televisão porque quebrou a bonequinha da irmã. Também! Foi brincar de boneca, né? Você, Leitão, foi comer o pudim ainda quente que a vovó preparou e passou 15 dias sem direito à sobremesa. Vocês, por acaso, sabem por que fui castigado? Coisa séria, problema de homem e não coisinhas de crianças como vocês.

Depois dessa minha explanação, tudo que consegui foi uma segunda e ainda mais sonora bateria de vaias. Fiquei realmente furioso e, num momento infeliz, lancei um impensado desafio:

— Qual de vocês tem coragem de entrar comigo, à noite, no antigo sobrado da senhora Margot?

Uma dezena de olhos assustados arregalaram-se à minha frente. Ficaram por alguns segundos em silêncio até que, com voz trêmula, Caju devolveu-me, em lugar de resposta, outra interrogação:

— Você tem essa coragem?

Diante dessa simples pergunta foi que percebi a situação complicada em que me encontrava. Como poderia responder negativamente? Não foi minha a idéia de transpor os portões da casa 666? Estava, realmente, sem saída e respondi:

— Mas é claro que tenho coragem. E vai ser ainda hoje.

Não sei onde arrumei tanta convicção. Entrar naquela casa sozinho, à noite? Nem os adultos tinham coragem, mesmo durante o dia. Olha só o tamanho do problema que arranjei. Na esperança de arrumar companhia para minha louca aventura, voltei a desafiar:

— Vocês são todos covardes. Afinal, quem é homem para ir comigo?

O silêncio da falta de resposta doía em meus ouvidos, causando-me grande angústia. Resolvi pegar pesado e mexer com o brio da turma.

— Vocês são um bando de menininhas medrosas. Afinal, quem vai comigo?

Foi quando uma voz estranha, vinda do outro lado da rua, se fez ouvir.

— Eu tenho coragem! Eu vou!

Assustados, já estávamos nos preparando para correr quando percebemos que era apenas o Aluado, um menino muito estranho que morava na rua. Seu verdadeiro nome era Vitor, porém o apelidamos de Aluado pelo seu jeito débil. Tinha problemas mentais e era discriminado pelas outras crianças que, considerando-o muito bobo, negavam-se a brincar com ele. Morava com uma tia velha que também era meio louca. Costumavam passar os períodos de lua cheia trancados em casa. Por esse motivo chamávamos a casa deles de Toca dos Aluados. Eu, a exemplo da criançada, também não nutria simpatia por ele. Porém, ao ouvi-lo se prontificando a me acompanhar em minha aventura, agarrei-me àquelas palavras como um náufrago a uma tábua de salvação. Vi, na figura do Aluado, a minha esperança de convencer os outros a irmos, todos juntos, tentar encontrar pistas que ajudassem a matar a curiosidade em torno da morte da senhora Margot. Disparei então meus argumentos:

— Estão vendo, menininhas? Até mesmo o Aluado, que vocês tanto discriminam e chamam de bobão, tem mais coragem que vocês.

Sentindo-se humilhado, Vado, o mais velho e também mais forte da turma e, por essa razão, detentor da liderança no grupo, decretou de forma nada democrática:

— Vamos todos juntos. Quem não for, vai se ver comigo.

Uma ordem de Vado era lei; ninguém tinha coragem de enfrentá-lo. Principalmente depois do dia em que ele, sozinho, numa briga feia, enfrentou e venceu quatro meninos que moravam numa rua paralela a nossa. Assim sendo, a turma preferiu enfrentar o fantasma da casa 666 a enfrentar Vado. Esperamos, assustados, o anoitecer que se aproximava. Reunimo-nos em frente àquele sobrado e, mesmo tentando disfarçar, os semblantes deixavam transparecer o receio que tínhamos em estar ali. O único que não demonstrava qualquer tipo de preocupação era o Aluado. Na verdade, parecia estar muito feliz em participar daquela aventura ao lado da turma, já que sempre fora renegado. Era tanto o seu entusiasmo que, aproveitando um momento em que a rua estava vazia, foi o primeiro a pular o alto portão frontal da casa. Não nos restou alternativa e, um a um, saltamos para dentro dos muros daquele sobrado. O mato tomava conta de todo o espaço que, no passado, fora um imenso jardim. Repentinamente, um vento forte soprou derrubando a porta principal. Nesse momento, todos se olhavam assustados e quase retornamos correndo. Porém, Vado, como sempre, democrático, falou energicamente:

— Daqui ninguém sai.

À frente daquela trêmula fila, ia Aluado, segurando uma lanterna. Na retaguarda, vinha o Vado para garantir que ninguém fugiria e, entre os dois, eu, Cabeção, Caju, Leitão e Dumbo, totalmente apavorados. Com uma coragem impressionante, talvez pela sua insanidade, Aluado ultrapassou a porta da frente, penetrando na sala principal. Já nos dirigíamos à escada de acesso ao primeiro andar quando, vinda, não se sabe de onde, uma voz tenebrosa pronunciou, claramente, aos nossos ouvidos:

— Eu queeeero meus anéeeeeis!

Senti o meu sangue gelar naquela hora, principalmente quando olhei para trás e percebi que Vado não mais estava lá. Foi o primeiro a correr, gritando desesperadamente. A exemplo dele, todos sumiram em alta velocidade. Eu, particularmente, não sei como saltei com tamanha rapidez e agilidade o alto muro que há pouco havia me oferecido tanta dificuldade em transpô-lo. Aquela correria desenfreada só teria fim na pracinha do final da rua, onde nos encontramos e, sem fôlego, não conseguíamos sequer falar. Todos afirmavam ter ouvido, claramente, aquela voz que dizia querer seus anéis. Porém, ninguém tinha a mínima idéia de que anéis se tratava. Mal tínhamos nos refeito do susto, quando Dumbo, quase sem voz, deixou-nos preocupados ao perguntar:

— Onde está Aluado?

Nesse momento, demo-nos conta de que nenhum de nós viu Aluado pular aquele muro de volta para a rua. Teria ficado dentro da casa? A preocupação aumentava pois sabíamos que algo precisava ser feito. Tive então a idéia de irmos perguntar à tia dele. Talvez ele tivesse corrido para casa. Ninguém concordou, achando que seria muito suspeita essa atitude, já que nunca procuramos por ele antes. A maioria resolveu que o melhor era ficarmos calados e aguardar o aparecimento de Aluado. Como já estava ficando tarde, decidimos retornar para nossas casas. O remorso tomava conta de mim. Sentia-me responsável pela ida do Aluado àquela casa e, conseqüentemente, sentia-me responsável por ele. Meu remorso transformou-se em angústia quando, pela janela do meu quarto, percebi que a tia velha do Aluado ganhava a rua a gritar pelo seu sobrinho:

— Vitor, onde você está?

Subia e descia a rua desesperada a ponto de chamar a atenção de todos. Algumas pessoas, solidárias àquela senhora, reuniram-se em coro a chamar pelo Vitor e nada do Aluado aparecer. Meu sentimento de culpa aumentava a cada minuto. Como poderia, sabendo de toda a verdade, esconder daquela senhora, já em prantos, o paradeiro do seu sobrinho? Em contrapartida, como poderia contar o que sabia sem denunciar a invasão realizada por mim e meus amigos àquele antigo sobrado? Era doloroso ouvir os gritos desesperados daquela senhora, mas, definitivamente, não poderia trair o pacto de silêncio da turma e muito menos expor minha própria pele às surras de cinto da minha mãe. Porém, tinha consciência de que algo deveria ser feito. Pensando assim foi que resolvi escrever um bilhete anônimo, relatando o suposto paradeiro do Aluado.

No silêncio da noite, quando todos já haviam se recolhido, saltei a janela do quarto e, cuidando para fazer o mínimo de barulho possível, caminhei até a "Toca dos Aluados". Lá chegando, fiz passar o bilhete por baixo da porta. Cheguei a ouvir os soluços daquela senhora a sofrer dentro da casa. Voltei para o meu quarto apressado, no entanto, tive o cuidado de, antes de entrar em casa, jogar uma pequena pedra no telhado da tia do Vitor no intuito de chamar sua atenção. Até esse momento, tudo funcionava exatamente como planejei. Apaguei a lâmpada do quarto e fiquei de vigília. A ansiedade tomava conta de mim quando, de súbito, percebi que a luz interna da casa se acendera para, logo em seguida, ver a tia Aluada abrir a porta e sair em direção a casa mal assombrada. Portava em uma das mãos uma folha de papel que deduzi ser o meu bilhete. Na outra mão, levava um objeto que parecia ser uma pequena caixa. Estranhamente, ela não mais gritava pelo nome do sobrinho. Contrariamente a momentos atrás, parecia fazer questão do silêncio, como se não quisesse ser notada. Olhava desconfiada para todos os lados, atravessando a rua sorrateiramente. Parou em frente ao portão da casa 666 e, ignorando o meu olhar perplexo, tirou de um dos bolsos um molho de chaves e passou a experimentá-las na enferrujada fechadura. É claro que ela não vai conseguir, pensei comigo mesmo. Como ela poderia ter uma chave que abrisse aquele portão? A possibilidade, pelos meus cálculos, era uma em milhões. Porém, a minha perplexidade chegou ao extremo ao ver, boquiaberto, pela primeira vez em minha vida, aquele portão ser descerrado. Lentamente, a tia Aluada puxava aquela imensa estrutura que, parecendo querer denunciá-la, fazia ecoar um triste rangido metálico no silêncio da noite. Admirado com a coragem daquela mulher, vi quando adentrou àquele lugar assustador. Fiquei na expectativa de vê-la sair correndo, a exemplo do que acontecera comigo e meus amigos. Os minutos que se seguiram foram angustiantes para mim. Um silêncio ensurdecedor ofendia meus ouvidos. Esperei o que me pareceu uma eternidade para, em lugar de uma fuga alucinada, testemunhar o tranqüilo retorno daquela senhora. Tamanha foi a minha felicidade ao perceber que, conduzido pela mão, trazia seu sobrinho Aluado. Ver aqueles dois atravessarem a rua, abraçados, foi como tirar um imenso fardo das minhas costas. Porém, na minha cabeça curiosa, nem tudo estava resolvido. O que teria acontecido lá dentro? O que era aquele objeto que a tia Aluada levou para o sobrado e não mais portava quando da sua saída? Só mesmo o sono, altas horas da madrugada, veio a encerrar meus questionamentos. Adormeci remoendo planos: amanhã irei investigar. Vou descobrir tudo.

Acordei pela manhã mais cedo que de costume. Cheguei a deixar minha mãe desconfiada.

—O que você andou aprontando ou pretende aprontar?

Minha querida mãe, com toda a razão, sempre desconfiada; era capaz de perceber, em meus olhos de menino traquinas, a iminência de uma travessura. Na verdade, a vontade que eu tinha era de correr até a casa do Aluado e perguntar sobre o acontecido na noite anterior. Mas como fazer isso sem levantar suspeita? Decidi então que esperaria a oportunidade de encontrá-lo na rua. Reuni a turma e comuniquei o retorno do Aluado. Contei-lhes que vi quando ele voltou para casa em companhia da tia. Omiti, porém, tê-la flagrado entrando na casa 666, temendo passar por mentiroso. Reconhecia que era uma estória difícil de acreditar. Passei o resto do dia em frente à "Toca dos Aluados" na esperança de ver o Vitor e esclarecer minhas dúvidas. Quando anoiteceu, vi surgir, no fim da rua, uma enorme lua cheia. Sinal de que o Aluado passaria os próximos dias sem botar a cara na rua. A minha presença constante à frente daquela casa chamou a atenção da tia do Vitor que, sentindo-se incomodada, foi reclamar com a minha mãe que eu estava a observá-la. Levei nova surra de cinto e, para completar, fui colocado 15 dias de castigo, sem sair de casa. Não sei como consegui passar todo aquele tempo em companhia de tanta curiosidade. Quando, finalmente, acabou o meu período de reclusão, um novo acontecimento me pegou de surpresa: os moradores da "Toca dos Aluados" mudaram-se da rua; sumiram sem deixar pistas. Ouvi comentários de que teriam partido às escuras. Senti-me condenado, portanto, a passar o resto da vida sem saber o que havia acontecido durante o resgate do Aluado pela sua tia, na noite em que entramos na casa mal assombrada. Algumas semanas depois, o velho casarão foi demolido e, em seu lugar, construíram uma igreja evangélica. A casa em que o Aluado morava, a exemplo do velho sobrado, também foi vendida e transformada em uma escola. Causou-me estranheza o fato de a tal escola pertencer à igreja que ocupou o terreno da antiga casa 666. Com a destruição daquele velho imóvel, a minha esperança de desvendar a morte da senhora Margot também pereceu.

Com o passar do tempo, minha alma de criança perguntadora acalmou-se. Tornei-me adulto e acreditava ter exorcizado, para sempre, meu espírito infantil. Eis que justamente hoje, no meu 42º aniversário, ganho, de presente, os fantasmas da infância embrulhados na revelação do mistério sobre a morte da senhora Margot. Minha mãe contou-me que a dona Margot era uma senhora que, apesar da idade avançada e seus muitos quilos, trazia no rosto traços de uma mulher muito bonita. Muito vaidosa, adorava andar bem vestida e coberta de jóias. Parecia ter preferência por anéis, já que sempre trazia os gordos dedos repletos deles. Eram todos muito caros, feitos de ouro e cravejados com pedras preciosas. Com o falecimento do seu marido, sentiu a necessidade de arranjar companhia. Resolveu alojar, em sua casa, um menino que afirmava ser seu sobrinho. A criança aparentava uns 9 anos e, proibida por dona Margot, quase nunca saía de casa. Só era vista na rua quando, sob ordens, ia comprar alguma coisa na mercearia da esquina, voltando rapidamente para casa. Apesar de ser um menino obediente, dona Margot costumava castigá-lo ou, até mesmo, aplicar-lhe pesadas sovas. Nessas ocasiões, seus berros podiam ser ouvidos por toda a vizinhança. Trazia em seu rosto muitas marcas, que os vizinhos especulavam serem causadas pela pesada mão da viúva repleta de anéis. Toda a rua ficou horrorizada quando, numa manhã, ouvindo gritos de socorro vindos da casa 666, alguns moradores a invadiram e se depararam com uma cena horrível: dona Margot caída ao pé da escada, totalmente ensangüentada. Seus braços e pernas apresentavam fraturas expostas. E, em suas mãos, ausência total dos dedos. Todos foram decepados e levados, juntamente com seus preciosos anéis. A viúva deixava a todos perplexos pelo fato de, com tantos e tão sérios ferimentos, não demonstrar preocupação com o seu estado gravíssimo. Repetia exaustivamente uma única frase: "eu quero meus anéis". Os médicos foram chamados e dona Margot, depois de sedada, foi conduzida ao hospital, onde passou por várias cirurgias. Após poucos dias, não suportando o sofrimento, veio a falecer. Nas investigações policiais, o pequeno sobrinho figurava como principal suspeito, já que sumira por ocasião do ocorrido. Após 15 dias de busca, a polícia conseguiu encontrá-lo, esmolando pelas ruas do centro da cidade. As suspeitas tornaram-se fato quando o menino confessou ter matado a tia. Não ficaram dúvidas da sua culpa, pois o mesmo levou a polícia até o local onde escondera a arma do crime: um pequeno machado com o qual executara o brutal ataque. Em seus depoimentos, somente um fato ficou sem ser esclarecido: onde teriam ido parar os dedos e anéis da senhora Margot? Quando questionado, simplesmente respondia que os havia perdido. Considerado insano, foi conduzido para tratamento psicológico em um manicômio, de onde teria conseguido fugir para nunca mais ser encontrado.

Ouvindo o relato desses acontecimentos foi que consegui entender e concordar com as palavras ditas pela minha mãe há trinta anos: "é uma história muito triste para se contar a uma criança". Os adultos partilhavam a opinião de que um crime tão bárbaro, praticado por uma criança, deveria ficar em segredo. Tinham medo que, de certa forma, fôssemos afetados ou influenciados por ele. Foi preciso passar todo esse tempo para, finalmente, conseguir resolver um velho mistério. Porém, nesse exato momento, pego-me pensativo e convicto de que tal revelação não passa da ponta do fio de um grande novelo que, novamente instigado pelo meu espírito juvenil e curioso, sinto necessidade de desenrolar. Com as palavras da minha mãe, depois de tantos anos esquecidos, inúmeros detalhes voltam à minha mente: a frase ouvida no casarão, a chave do portão, a pequena caixa conduzida para a casa 666 pela tia do Aluado, a mudança súbita no meio da noite, a aquisição dos dois imóveis pelo mesmo comprador. Sinto que preciso passar naquela igreja e, quem sabe, fazer algumas perguntas. Acho que, aos 42 anos, não corro mais o risco de ser surrado pela minha mãe.
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Amarrações de Amor / Como Fazer Uma Amarração Amorosa Eficaz
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Junho 29, 2017, 12:42:18 pm »
Como fazer amarração amorosa. Quanto tempo tem esperando um amor verdadeiro em sua vida? Uma amarração amorosa pode fazer maravilhas realmente, algumas vão ajudá-lo a melhorar sua atratividade e personalidade para ser uma pessoa mais atraente.

 Outras vão servir para atrair uma pessoa específica em sua vida, para arrumar namorado, ou trazer de volta um amor antigo. Há uma enorme variedade de simpatias de amor e amarrações caseiras e eficazes que você pode tentar. Hoje vamos ver como fazer uma poderosa amarração para o amor que funciona e que você pode fazer gratuitamente em casa.

Se esta é a primeira vez que você visitar este fórum, você deve saber que aqui vai encontrar muitas receitas caseiras e instruções para simpatias de amor, simpatias de dinheiro, magia branca e magia negra. Todos os feitiços que publicamos foram testados e funcionam tanto na teoria quanto na prática. Fazer simpatias não é fácil, requer muita prática e concentração, mas se você seguir nossas diretrizes em detalhe, você vai aprender como fazer uma amarração de amor poderosa para resolver a situação que você está passando em este momento.

Uma das coisas mais importantes para deve aprender, se você quiser saber como fazer uma amarração poderosa, é que você precisa ter muito cuidado quando se trabalha com a feitiçaria, magia negra, branca, vermelha ou de outro tipo. Embora as magias que são postadas neste site foram testadas e utilizadas há anos, então eu sei que elas são seguras e eficazes, é importante saber o que você está prestes a fazer, e que você considere que muitas vezes os efeitos não podem ser desfeitos, de modo que pense bem sobre isso e decida se você realmente quer fazer esta amarração para o amor antes de prosseguir com a magia.



Então eu trago uma amarração simples e poderosa que você pode tentar fazer em casa ainda se você não tem uma experiência considerável fazendo tais magias. Se você já experimentou com feitiços e amarrações de amor, eu recomendo seguir navegando neste site para encontrar todos os tipos de receitas:

Vamos ver como fazer a magia. Esta amarração amorosa funciona rápida e poderosamente. A força bruta não é uma coisa boa, e se nós podemos trabalhar de forma independente dela, tanto melhor! Esta é a maneira que costumamos trabalhar, e a melhor maneira de aprender a fazer simpatias e amarrações para o amor, de modo que este feitiço é bastante geral, mas extremamente eficaz.

Acenda uma vela rosa ou vermelha, a que você preferir: rosa para um amor delicado, vermelho para atrair mais paixão.

 ;)

Em uma noite de lua nova (ou seja, o período entre a lua nova e lua cheia) deixe sua vela queimar completamente e apagar. Enquanto isso, pronuncia esta oração:


“De norte a sul ou de leste a oeste,
 Vou fazer ele (ou ela) para vir e me acorde,
 Um amor como nenhum,
 Meu coração e o seu são um. “

Se você tem uma pessoa em particular em mente, em seguida, adicione a seguinte frase:

“Se (nome da pessoa) é o indicado, me dê um sinal,
 Se não for assim, o verdadeiro amor virá.”

Feche a amarração amorosa com esta frase:

“Apelo à deusa para elevar o amor divino.
 Como eu desejo. Que assim seja”.
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Amarrações de Amor / Magia branca para separar um casal
« Última mensagem por Mestre_Cruz em Junho 29, 2017, 12:33:42 pm »
Use esta magia branca se você realmente quer para separar o seu parceiro de um rival ou concorrente. Antes de usar esta magia, você deve pensar cuidadosamente sobre o que você está fazendo e por quê.

Ingredientes necessários para este período mágico para separar duas pessoas:
◾3 velas azuis
◾3 gotas de óleo de cravo
◾1 sobre
◾Tinta azul
◾3 folhas de papel
◾Óleo de jasmim
◾Tigela resistente ao fogo

Para começar, desenhar o círculo mágico e ungir as velas com óleo de jasmim. 

Acender as velas e escrever o nome do seu parceiro e seu nome em uma folha de papel. Concentre-se em seu parceiro.

Escreva o nome da sua concorrência ou a terceira pessoa na segunda folha de papel.

Pegue a terceira folha de papel e escreva pelo menos 3 desejos positivos para o seu adversário, também em tinta azul, por exemplo, para encontrar o amor e felicidade, mas não com o seu amado, de ser feliz com outro homem ou mulher, se apaixonar por alguém, etc. É essencial para enviar desejos positivos, as energias deste feitiço de Magia branca será mais eficaz para separar estas pessoas, se todos os envolvidos encontrar a felicidade em seu caminho. Fazendo isso irá certificar-se de não atrair vibrações negativas, como estas podem retornar de volta para você multiplicado 3 vezes.

Agora pegue o óleo de cravo e adicione uma gota de óleo para cada uma das folhas de papel.

Dobre os papéis e coloque-os no envelope.

Manter esta sob seu travesseiro ou sob o seu colchão 7 noites.

Na oitava noite, queimar o envelope em um caldeirão ou tigela e espalhar as cinzas na natureza.
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